segunda-feira, 10 de maio de 2010

Semelhantemente ao que acontecia na Idade Média, muitas pessoas ainda hoje são analfabetos bíblicos bastante acomodados às imagens, como já mencionámos. A nossa sociedade valoriza mais a emoção do que o conhecimento ou a acção. Confunde sentimento com envolvimento. Muitos supõem, erroneamente, que ir a um concerto de rcok em prol da caridade é o mesmo que ajudar os pobres. São iludidas por acreditar que chorar diante de imagens de crianças famintas na TV é o mesmo que dar comida aos que têm fome. Assim, também muitas pessoas concluem, equivocadamente, que ‘acreditar em Deus’ as livrará do inferno, desconhecendo que até mesmo os demónios crêem – e tremem (Tiago 2:19). (…) É nossa obrigação comunicar às pessoas que forem ver A Paixão de Cristo que sentir pena de Jesus e vê-lo como uma vítima não é o mesmo que ser discípulo dele.

3 comentários:

Bruno Vilela disse...

Quase ninguém liga ao discipulado, a humanidade esqueceu-se do que é a devoção e a disciplina contínua de lutar por um ideal.

Tiago Franco disse...

Olá!

Que giro, vieste aqui ter ao coiso das citações.

Sobre a relação da humanidade com oa devoção ou a disciplina, não acho que o afastamento seja fruto apenas do esquecimento. Penso que também tem a ver a alguma desilusão com o resultados das lutas ideológicas (estou a meter ideal e ideologia no mesmo pacote, eu sei, é um mau arredondamento) do século XX.

A minha paz neste assunto reside no facto de o discipulado cristão ser dirigido a Jesus Criso, uma pessoa, um ser, e não um conjunto de ideias de cunho humano (ou seja, acredito que Jesus foi Deus).

Tiago Franco disse...

Ah: Bruno, já vi o teu blog de culinária. Culinária não é bem a minha cena, mas hei-de mostrá-lo à minha mãe .p