Os Puritanos tinham mais confiança na responsabilidade social individual do que nas agências governamentais e sociais. Para eles, a acção social eficaz começava com o indivíduo. Richard Greenham escreveu:
“Certamente que se os homens fossem cuidadosos em reformar-se a si mesmos primeiro, e depois às suas famílias, veriam as múltiplas bênçãos na nossa terra, sobre a igreja e a comunidade. Pois de pessoas particulares vêm famílias; de famílias, cidades; de cidades, províncias; e de províncias, regiões inteiras.”
Tal declaração é uma rejeição implícita da posição liberal moderna de que o modo de combater os males sociais é multiplicar agências sociais. Que as pessoas como indivíduos são decaídas os Puritanos sabiam tão bem como nós. Mas eles também sabiam que as instituições não escapavam aos efeitos da Queda e são, de facto, o produto de pessoas decaídas. M. M. Knappen resume a teoria Puritana quando escreve:
“Quando o Puritanismo é comparado aos modernos sistemas colectivistas, aparec…
“Certamente que se os homens fossem cuidadosos em reformar-se a si mesmos primeiro, e depois às suas famílias, veriam as múltiplas bênçãos na nossa terra, sobre a igreja e a comunidade. Pois de pessoas particulares vêm famílias; de famílias, cidades; de cidades, províncias; e de províncias, regiões inteiras.”
Tal declaração é uma rejeição implícita da posição liberal moderna de que o modo de combater os males sociais é multiplicar agências sociais. Que as pessoas como indivíduos são decaídas os Puritanos sabiam tão bem como nós. Mas eles também sabiam que as instituições não escapavam aos efeitos da Queda e são, de facto, o produto de pessoas decaídas. M. M. Knappen resume a teoria Puritana quando escreve:
“Quando o Puritanismo é comparado aos modernos sistemas colectivistas, aparec…