quarta-feira, 21 de abril de 2010

Não deveria nos surpreender ou nos assustar que todas as culturas possuem mitos sobre a criação, lendas sobre o dilúvio e conceitos rituais similares. Deveríamos esperar isso. E não devemos tremer diante do erudito moderno que vê a invenção histórica em origens míticas. O facto de haver uma similaridade entre o mito no cristianismo e em outras religiões não significa que o cristianismo está em pé de igualdade com essas religiões ou subordinado a um monomito cristão mais genérico. O próprio cristianismo é a verdadeira encarnação do monomito na história, e as outras mitologias o reflectem e o distorcem, como se fossem espelhos sujos ou quebrados.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Segundo Campbell, todas as religiões e mitologias são apenas manifestações locais de uma verdade singular do que ele chama de ‘monomito’ do herói. O monomito, em sua forma mais básica, consiste de uma viagem de separação do herói desde a sua iniciação até ao retorno, e incorpora a redenção de uma maneira que iremos discutir no próximo capítulo, quando falarmos sobre a estrutura da história. Campbell procura provar a sua tese com uma recitação eclética de muitas das histórias do mundo, desde os mitos da criação até as lendas sobre o dilúvio e os heróis da fé.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

«O que é do mar se os rios se recusam?». Reencontro esta frase espantosa, que não lia há anos, embora tenha todas as edições portuguesas (cinco) de A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível de Satisfazer (Antígona) É um brevíssimo texto póstumo de Stig Dagerman, escritor sueco que se suicidou em 1954. Lembro-me bem de ter comprado a primeira edição, em 1995, tinha eu 22 anos, era então um romântico radical. Dagerman fazia as duas perguntas essenciais: o que podemos exigir da vida e qual é a libertação em caso de fracasso. As questões importantes aos 22: a felicidade e o suicídio. Escrito em estado de depressão, o texto é porém bem menos depressivo do que eu recordava, ainda indeciso se a noite é uma treva entre dois dias ou se o dia é uma treva entre duas noites. A ideia que consola é o suicídio, a ideia do suicídio, essa opção. Creio que o texto é escrito naquela fase optimista da depressão, em que imaginamos que o suicídio consola. Dagerman tem porém consciência de que o consolo é pouco: «O que procuro para a vida não é uma desculpa, mas exactamente o seu contrário: é o perdão que busco. Descubro, afinal, que se não levar em conta a minha liberdade, todo o consolo é enganador, mera imagem reflectida do desespero». A liberdade é um consolo, mas só o perdão liberta. Creio que ainda não sabia isso, aos 22.

sábado, 17 de abril de 2010

Listen carefully to what I am saying—and be wary of the shrewd advice that tells you how to get ahead in the world on your own. Giving, not getting, is the way. Generosity begets generosity. Stinginess impoverishes.

sexta-feira, 16 de abril de 2010



Is this one for the people? Is this one for the Lord?
Or do I simply serenade for things I must afford?
You can jumble them together, my conflict still remains
Holiness is calling, in the midst of courting fame
Cause I see the trust in their eyes
Though the sky is falling
They need Your love in their lives
Compromise is calling

What if I stumble, what if I fall?
What if I lose my step and I make fools of us all?
Will the love continue when my walk becomes a crawl?
What if I stumble, and what if I fall?

What if I stumble, what if I fall?
You never turn in the heat of it all
What if I stumble, what if I fall?

Father please forgive me for I can not compose
The fear that lives within me
Or the rate at which it grows
If struggle has a purpose on the narrow road you've carved
Why do I dread my trespasses will leave a deadly scar
Do they see the fear in my eyes? Are they so revealing?
This time I cannot disguise all the doubt I'm feeling

What if I stumble?
Everyone's got to crawl when you know that
You're up against a wall, it's about to fall
Everyone's got to crawl when you know that

I hear You whispering my name [You say]
"My love for You will never change" [never change]

What if I stumble, what if I fall?
You never turn in the heat of it all
What if I stumble, what if I fall?
You are my comfort, and my God

sexta-feira, 9 de abril de 2010



How many times have
You heard someone say
If I had his money
I could do things my way

But little they know
That it's so hard to find
One rich man in ten
With a satisfied mind

Once I was waitin'
In fortune and fame
Everything that I dreamed for
To get a start in life's game

Then suddenly it happened
I lost every dime
But I'm richer by far
With a satisfied mind

Money can't buy back
Your youth when you're old
Or a friend when you're lonely
Or a love that's grown cold

The wealthiest person
Is a pauper at times
Compared to the man
With a satisfied mind

When my life has ended
And my time has run out
My friends and my loved ones
I'll leave there's no doubt

But one thing's for certain
When it comes my time
I'll leave this old world
With a satisfied mind

Quantas vezes já aconteceu
Ouvires alguém dizer
Que se tivesse o dinheiro de fulano
Poderia fazer as coisas à minha maneira

Mas mal eles sabem
Que é tão difícil encontrar
Um homem rico em dez
com alma satisfeita

Houve uma altura em que esperava
por fortuna e fama
Era tudo o que sonhava para
entrar no jogo da vida

E então aconteceu subitamente
Fiquei sem tostão
Mas sou de longe mais rico
com a alma satisfeita

Dinheiro não pode comprar de volta
a juventude quando és velho
ou um amigo quando estás só
ou um amor que arrefeceu

A pessoa mais próspera
É por vezes a mais pobre
Quando comparada com um homem
Com a alma satisfeita

Quando a minha vida chegar ao fim
E o meu tempo acabar
Os meus amigos e as minhas amadas
Vou deixar, disso não há dúvida

Mas uma coisa é certa
Quando chegar o meu tempo
Vou deixar este mundo
Com uma alma satisfeita

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Um caso eloquente na nossa época é do Nelson Mandela. Impelido por uma poderosa vaga, com a auréola do prestígio que lhe conferiam os seus longos anos de detenção, estava na posição do chefe da orquestra. Os olhos dos seus compatriotas estavam virados para ele, para as suas expressões, para os seus gestos. Se tivesse deixado falar a sua amargura, acertado contas com os seus carrascos, punido todos os que tinham apoiado ou tolerado o apartheid, ninguém poderia censurá-lo por isso. Se tivesse querido permanecer na presidência da República até ao seu último fôlego e governar como autocrata, ninguém poderia impedi-lo de o fazer. Mas ele teve o cuidado de dar, muito explicitamente, sinais muito diferentes. Não se contentou em perdoar aqueles que o tinham perseguido, quis mesmo visitar a viúva do antigo primeiro-ministro Verwoerd, um dos artífices da segregação, para lhe dizer que o passado era já o passado e que ela também tinha o seu lugar na nova África do Sul. A mensagem era clara: eu, Mandela, que sofri os tormentos que todos conhecem sob o regime racista, eu que fiz mais do que qualquer outro para pôr termo a esta abominação, quis ir como presidente que sou sentar-me sob o tecto do homem que me pôs na prisão para tomar chá com a sua viúva. Que ninguém de entre os meus se sinta autorizado, a partir de hoje, a exercer qualquer tipo de desforra militante ou manifestar um desejo de vingança!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Gosto da história do Filipe que tinha Síndroma de Down e era posto de parte pelos seus colegas. Um dia, durante a época da Páscoa, a professora para tentar ilustrar esta verdade tão bonita do renascer da natureza e da Ressurreição de Cristo, deu uma caixinha de cartão a todos os alunos da classe. Tinham uma missão: ir para o campo e trazer de volta um símbolo da Páscoa. Os garotos foram em alegre algazarra cumprir a tarefa. De volta, colocaram as caixinhas em cima da mesa da professora. Um a uma a professora foi abrindo as caixas. A primeira tinha lá dentro uma borboleta que saiu voando assarapantada. “Que lindo!” – exclamaram as crianças. A caixa seguinte continha um ramo singelo de flores silvestres. “É a natureza a voltar à vida” – dizia a professora, passando a outra caixa. A caixa seguinte estava ... vazia. Simplesmente vazia. “Assim não vale” – disse a miudagem – “alguém fez batota”. “É minha” – interveio o pequeno Filipe. “Pois é, nunca fazes nada de jeito” – gozaram os colegas. “Eu fiz bem! Está vazia porque o túmulo também estava vazio” – explicou o Filipe. O silêncio que caiu na sala foi espantoso e luminoso. Compreenderam.
Por vezes pergunto-me o que fazem os cépticos e os não-crentes durante a Páscoa? No natal sabemos. Comem peru engordado no aviário. E na Páscoa? Comem borrego!? Certamente que não! Não podem partilhar do símbolo máximo da morte e Ressurreição de Cristo. Seria, digamos, ... incoerente! Na Páscoa, quando a Igreja de Cristo celebra o Seu poder sobre a morte e a esperança da restauração futura da natureza, que fazem os ateus!? O humanismo poderá ajudar para o dia a dia desta existência bacoca, mas deixa qualquer céptico-ateu-descrente, vazio diante dum túmulo frio. Porque ninguém pode escapar à realidade da morte. Quer estejamos no outono da vida ou no seu clímax, todos seremos confrontados com a morte. Por exemplo, quando o leitor acabar de ler este post, 5 pessoas terão morrido à volta do mundo.
Mas, o céptico pede um sinal. Provas e documentação. Que provas? Que informação? Há mais evidências da Ressurreição de Cristo do que há sobre a existência de Júlio César. Há mais provas sobre a morte e Ressurreição de Cristo do que factos que provem que Alexandre o Grande morreu com 33 anos. Os cépticos são uns ingénuos aceitando milhões de factos minúsculos sobre uma miríade de coisas, sobre as quais existem apenas fios ténues de evidência. Cristo durante a Sua última semana de vida teve uma frase demolidora: “da boca dos pequeninos e crianças de peito tiraste perfeito louvor” (Mateus 21:16). Mas é claro que os cépticos e os ateus deste mundo, serão “crescidos” de mais para louvarem a Deus. Resta-lhes uma alternativa coerente com a sua descrença. Enfiem-se num túmulo frio e inóspito, enquanto os cristãos festejam. Olhem, o de Cristo está vazio. Ele não precisa dele. É que os vivos não têm necessidade de túmulos.

sexta-feira, 26 de março de 2010



Tanta gente sente medo de mudar
Temendo que a aparência perca o seu lugar
E ao tentar mexer com parecidos há em nós
É breve o silêncio até que se erga uma voz
O professor ou do senhor doutor

Nunca se chega a entender a totalidade
E o prazer de não saber vem só com a alta idade
Quem diz tudo saber não merece o benefício
Nem mesmo o homem que se ocupa de um só ofício
A consonância veste a ignorância

Vou andando
Sem dizer adeus
Bem-vinda próxima paragem
Ai Jesus que lá vou eu
Nunca mais me vão ver aqui
Se perguntarem diz que já morri

A pior raça é a de quem vive atrás da coerência
Vê na verdade matemática e no céu ciência
Ser tão pouco agora como já se era antes
É fruto da coerência em certos bons estudantes
Se é p'ra mentir, é p'ra mentir

E ter coragem de mudar é saber enfrentar
Que quando formos para outro lado não vamos voltar
Ter o sorriso pronto para a qualquer momento
Saber que faltámos ao tal grande acontecimento
Se é p'ra mudar, é p'ra perder

Vou andando
Sem dizer adeus
Bem-vinda próxima paragem
Ai Jesus que lá vou eu
Nunca mais me vão ver aqui
Se perguntarem diz que já morri

Vou a caminho do nada
Entrem comigo

terça-feira, 9 de março de 2010

Não aceitem nem divulguem falsos boatos. Não cooperem com gente corrupta dando testemunho de algo que sabem não ser verdade. Não sigam as multidões quando for para fazer mal. Quando tiverem de testemunhar numa questão qualquer não sejam tendenciosos ou parciais para estar com a maioria ou com a parte mais influente ou poderosa. Também, por outro lado não deverão favorecer um pobre pelo facto de ele ser pobre.

Se encontrarem o boi ou o jumento do vosso inimigo, que se tenha desgarrado, devem ir levá-lo ao seu dono. Se virem o vosso inimigo tentando levantar o seu animal que vergou sob uma carga demasiado pesada, não deixarão de o ajudar.

Pelo facto de um homem ser pobre, isso não é razão para torcerem a justiça contra ele. Afastem-se da falsidade; nunca admitam a condenação de um inocente. Nunca darei o meu assentimento a tal injustiça. Também nunca se deixem subornar, porque o suborno impede-vos de verem com clareza e prejudica a causa daqueles que têm razão.

Não oprimam os estrangeiros. Vocês bem sabem o que é ser estrangeiro; lembrem-se das vossas experiências na terra do Egipto.

quinta-feira, 4 de março de 2010

O príncipe é amador e seria um pouco artista, se estivesse menos engodado pelo palavreado científico. Às vezes ranjo os dentes com impaciência e cólera quando me entusiasmo a fazer-lhe sentir a natureza e elevá-lo à arte, e que ele crê fazer-se sábio espetando sem nenhum propósito na conversa um termo bem científico.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

"Se o ladrão for achado a minar uma casa, e for ferido de modo que morra, o que o feriu não será réu de sangue; mas se o sol houver saído sobre o ladrão, o que o feriu será réu de sangue. O ladrão certamente dará indenização; se nada possuir, será então vendido por seu furto."

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010



We don’t eat in no white restaurant
We’re eatin’ in the car
Baloney again, baloney again
We don’t sleep in no white hotel bed
We’re sleepin’ in the car, baloney again
You don’t strut around in these country towns
You best stay in the car
Look on ahead don’t stare around
You best stay where you are
You’re a long way from home, boy
Don’t push your luck too far
Baloney again

Twenty-two years we’ve sung the word
Since nineteen thirty-one
Amen, I say amen
Now the young folk want to praise the lord
With guitar, bass and drums, amen
Well I’ll never get tired of jesus
But it’s been a heavy load
Carrying his precious love
Down a long dirt road
We’re a long way from home
Just let’s pay the man and go
Baloney again

The lord is my shepherd
He leadeth me in pastures green
He gave us this day
Our daily bread and gasoline
Go under the willow
Park her up beside the stream
Shoulders for pillows
Lay down your head and dream
Shoulders for pillows
Lay down your head and dream

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

A nossa imaginação, levada por natureza a soerguer-se, e repleta de poesia, cria seres cuja superioridade nos esmaga, e quando lançamos o olhar para o mundo real, qualquer outro nos parece mais perfeito do que nós mesmos. E isso é muito natural, sentimos tantas vezes que nos faltam tantas coisas, e o que nos falta por vezes outro parece possuí-lo. Concedemos-lhe então tudo aquilo que temos nós próprios, e ainda por cima de tudo isso certas qualidade ideais. É assim que imaginamos nós mesmos as perfeições que criam o nosso suplício. Pelo contrário, quando, com toda a nossa fraqueza, toda a nossa lástima, caminhamos com coragem para um fim, sentimo-nos às vezes mais adiantados bolinando do que os outros à força de velas e remos, e… Será, todavia, ter um verdadeiro sentimento de si próprio caminhar com os outros ou mesmo suplantá-los?

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a nossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece; em lugar do que devíeis dizer: se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo. Mas agora, vos gloriais nas vossas presunções: toda a glória tal como esta é maligna. Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

"Viveu sempre sossegado
cada amor em cada lado
mas ele mesmo até morrer
vá-se lá saber
o que sentia todo o dia até anoitecer
(e o que ele ouvia)
viveu sempre em todo o lado
com seus dons de namorado
sempre sempre a envelhecer
vá-se lá dizer
o que fazia todo o dia até amanhecer
(e o que ele ouvia)

é bom ter má fama
dá para ter vazia a cama
e nesta solidão de Kant
ser tido um grande amante
é bom ter de fundo
o que anda pelas bocas do mundo
e quem quiser acreditar
ao menos não vem cá espreitar
sobra-me tempo para cantar

Fez de tudo até calçado
mas seu jeito de empregado
só deixava perceber
para quem queria ver
de cada dia uma alegria para desaparecer
(e o que ele ouvia)
dez de tudo de empregado
só não fez do seu passado
um segredo para esconder
já não vai vencer
mas respondia para se defender
(e o que ele ouvia)

é bom ter má fama
dá para ter a cama vazia
e nesta solidão de Kant
ser tido um grande amante
é bom ter de fundo
o que anda pelas bocas do mundo
e quem quiser acreditar
ao menos não vem cá espreitar
sobra-me tempo para cantar"

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Quando de manhã, logo que nasce o Sol, vou para o me querido Wahlheim, quando eu próprio colho as minhas ervilhas no quintal da minha hospedeira, quando me sento para as descascar e ler Homero, quando vou escolher a panela à pequena cozinha, quando me sirvo da manteiga, ponho as ervilhas ao lume, as cubro e me sento ao pé para as mexer de vez em vez, sinto então intensamente como os altaneiros amantes de Penélope podiam eles próprios matar, retalhar e fazer assar os bois e os porcos. Não há nada que me encha de sentimentos verdadeiros e doces como estes factos da vida patriarcal, com que eu posso, sem afectação, engalanar a vida.
Como me sinto feliz por ter um coração feito para sentir as alegrias inocentes e simples do homem que põe na sua mesa a couve que ele próprio cultivou! Não goza apenas a couve, mas relembra ao mesmo tempo a bela manhã em que a plantou, as deliciosas tardes em que a regou, e o prazer que sentia dia-a-dia ao vê-la crescer.
A new day, a new dawn - a new creation. Just as the first infinitesimal part of a second at the beginning of the universe was a unique and unrepeated moment, so the resurrection of Jesus, Saviour, Lord and God, was the first, unique, unprecedented, without parallel moment when God's promised new creation began. For without the resurrection, the cross is a defeat; there is no forgiveness, no salvation, no new life and no hope beyond death. But thanks be to God! He gives us the victory through our Lord Jesus Christ.
(...)
Meanwhile, what are the implications for everyday life?

Tom Wright again: 'Because the early Christians believed that "resurrection" had begun with Jesus, and would be completed in the great final resurrection on the last day, they believed that God had called them to work with him, in the power of the Spirit, to anticipate the final resurrection, in personal and political life, in mission and holiness' (57).

Those who belong to Jesus are called to whole-life discipleship, to the resurrection life of the kingdom, whereby in every corner of our lives we are charged with transforming the present, as far as we were able, in the light of that future.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Significa que, embora a feiticeira conheça a magia profunda, há uma magia ainda mais profunda que ela não conhece. O seu conhecimento só vai até à aurora dos tempos. Mas, se ela tivesse conseguido olhar um pouco mais para trás, para a calma e a escuridão antes da aurora dos tempos, teria descoberto aí um encanto diferente. Teria sabido que, quando uma vítima que não cometeu qualquer traição é morta em lugar de um traidor, a mesa parte-se e a própria morte começa a recuar.