sexta-feira, 7 de maio de 2010
Expect great things from God. Attempt great things for God.
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*Assunto - Esforço,
*Autor - William Carey
quarta-feira, 5 de maio de 2010
While the subwaytrain runs from one dark tunnel into the other and I am nervously aware where I keep my moeny, the words and images decorating my fearful world speak about love, gentleness, tenderness and about a joyful togetherness of spontaneous people.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Desarmem
os campos minados da ignorância
onde se infiltra friamente
o preconceito, esse sim, fatal, letal, brutal
e não há senso que lhe valha
o preconceito desempalha
animais incongruentes
atacando pela trilha
de uma ilha outrora virgem
Aparência da virtude
O preconceito nunca falha
flecha certeira
na esteira
da inocência
aparência de virtude
E por mais que se escude
na justificação pseudo-ética
cosmética, caquética
do seu valor de guardião das morais
vitais pra lá do ano 2000
o preconceito não tem estado civil
é casado com a morte
divorciado da vida
é viúvo de si mesmo
é solteiro e por junto separado
suicida
Desarmem o preconceito!
Armem por favor as armas do amor
amor no sentido primeiro e secular
armem o mar
armem o vento p'ro uso depois
vão e regressem depois
mas por quem sois
mas por quem sois
armem as armas do amor
armem as armas do amor
armem as armas do amor
armem por favor
as armas do amor
Desarmem
as metralhadoras côr-de-cinza
que defendem
a condescendência
cautelosa, lacrimosa
das decisões oficiais
carimbadas despachadas
e só por isso legais
mas que vão milhas atrás
das atrozes realidades
que o corpo grita
e a alma berra
A condescendência não desferra
No cofre forte onde se encerra
a planificação ponderada
de um problema complexo
há soluções de fachada
2 mil mortos perfilados na parada
há palestras sobre sexo
é um problema complexo
nosso dano se ninguém resolve nada
ano após ano
2 mil mortos perfilados na parada
1 por ano
nossa escada em caracol para o nirvana
Desarmem a condescendência!
Desarmem
a pose altiva
emproada gargalhada
que veste a incompetência
incipiência
disfarçada de suma
sabedoria
quem diria
quem diria que debaixo de uma
só alegoria
tanto exemplo existiria
Exemplos de incompetência
são aos montes, são às serras
impossíveis de escalar
passos vãos, inúteis guerras
A incompetência é incapaz de se olhar
o cadáver inocente
é olhado pelo soldado incontinente
pelo menos é um olhar
a incompetência, nem pensar
nem pensar
em juntar o resultado à vontade
o sonhado
à realidade
e do real
partir para a utopia
menos mal
assim seria
menos mal
Desarmem a incompetência!
Desarmem
a boa consciência arrogante
altissonante, complacente
da intolerância religiosa
da intolerância civil
da intolerância, tanto faz
desdenhosa e incapaz
de intuir na diferença
a trave-mestra desta vida
sal da vida
A intolerância é uma água envenenada
rota em jorros mas dos gritos
só sai água silenciosa
a mais perigosa
engrossa rios, traz detritos
traz a caixa das esmolas
flutuando já tombada
penetra casas e escolas
leva livros
ditos sagrados
mas levados
mais à letra
que a própria letra
das suas margens
e assim pondo-se à margem
dos próprios rios sagrados
Desarmem a intolerância!
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*Artista- Sérgio Godinho,
1997 dC,
Música
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Joyce woke me up to the infinity of meaning within the limitations of the ordinary person in the ordinary day. Leopold Bloom buying and selling, talking and listening, eating and defecating, praying and blaspheming is mythic in the grand manner. The twenty-year-long voyage from Troy to Ithaca is repeated every twenty-four hours in anyone's life if we only have eyes and ears for it.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Não deveria nos surpreender ou nos assustar que todas as culturas possuem mitos sobre a criação, lendas sobre o dilúvio e conceitos rituais similares. Deveríamos esperar isso. E não devemos tremer diante do erudito moderno que vê a invenção histórica em origens míticas. O facto de haver uma similaridade entre o mito no cristianismo e em outras religiões não significa que o cristianismo está em pé de igualdade com essas religiões ou subordinado a um monomito cristão mais genérico. O próprio cristianismo é a verdadeira encarnação do monomito na história, e as outras mitologias o reflectem e o distorcem, como se fossem espelhos sujos ou quebrados.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Segundo Campbell, todas as religiões e mitologias são apenas manifestações locais de uma verdade singular do que ele chama de ‘monomito’ do herói. O monomito, em sua forma mais básica, consiste de uma viagem de separação do herói desde a sua iniciação até ao retorno, e incorpora a redenção de uma maneira que iremos discutir no próximo capítulo, quando falarmos sobre a estrutura da história. Campbell procura provar a sua tese com uma recitação eclética de muitas das histórias do mundo, desde os mitos da criação até as lendas sobre o dilúvio e os heróis da fé.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
Listen carefully to what I am saying—and be wary of the shrewd advice that tells you how to get ahead in the world on your own. Giving, not getting, is the way. Generosity begets generosity. Stinginess impoverishes.
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*Bíblia - Marcos,
*Obra - The Message
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Is this one for the people? Is this one for the Lord?
Or do I simply serenade for things I must afford?
You can jumble them together, my conflict still remains
Holiness is calling, in the midst of courting fame
Cause I see the trust in their eyes
Though the sky is falling
They need Your love in their lives
Compromise is calling
What if I stumble, what if I fall?
What if I lose my step and I make fools of us all?
Will the love continue when my walk becomes a crawl?
What if I stumble, and what if I fall?
What if I stumble, what if I fall?
You never turn in the heat of it all
What if I stumble, what if I fall?
Father please forgive me for I can not compose
The fear that lives within me
Or the rate at which it grows
If struggle has a purpose on the narrow road you've carved
Why do I dread my trespasses will leave a deadly scar
Do they see the fear in my eyes? Are they so revealing?
This time I cannot disguise all the doubt I'm feeling
What if I stumble?
Everyone's got to crawl when you know that
You're up against a wall, it's about to fall
Everyone's got to crawl when you know that
I hear You whispering my name [You say]
"My love for You will never change" [never change]
What if I stumble, what if I fall?
You never turn in the heat of it all
What if I stumble, what if I fall?
You are my comfort, and my God
Etiquetas:
*artista - DC Talk,
*Assunto - Graça,
1995 dC,
Música
sexta-feira, 9 de abril de 2010
How many times have
You heard someone say
If I had his money
I could do things my way
But little they know
That it's so hard to find
One rich man in ten
With a satisfied mind
Once I was waitin'
In fortune and fame
Everything that I dreamed for
To get a start in life's game
Then suddenly it happened
I lost every dime
But I'm richer by far
With a satisfied mind
Money can't buy back
Your youth when you're old
Or a friend when you're lonely
Or a love that's grown cold
The wealthiest person
Is a pauper at times
Compared to the man
With a satisfied mind
When my life has ended
And my time has run out
My friends and my loved ones
I'll leave there's no doubt
But one thing's for certain
When it comes my time
I'll leave this old world
With a satisfied mind
Quantas vezes já aconteceu
Ouvires alguém dizer
Que se tivesse o dinheiro de fulano
Poderia fazer as coisas à minha maneira
Mas mal eles sabem
Que é tão difícil encontrar
Um homem rico em dez
com alma satisfeita
Houve uma altura em que esperava
por fortuna e fama
Era tudo o que sonhava para
entrar no jogo da vida
E então aconteceu subitamente
Fiquei sem tostão
Mas sou de longe mais rico
com a alma satisfeita
Dinheiro não pode comprar de volta
a juventude quando és velho
ou um amigo quando estás só
ou um amor que arrefeceu
A pessoa mais próspera
É por vezes a mais pobre
Quando comparada com um homem
Com a alma satisfeita
Quando a minha vida chegar ao fim
E o meu tempo acabar
Os meus amigos e as minhas amadas
Vou deixar, disso não há dúvida
Mas uma coisa é certa
Quando chegar o meu tempo
Vou deixar este mundo
Com uma alma satisfeita
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Um caso eloquente na nossa época é do Nelson Mandela. Impelido por uma poderosa vaga, com a auréola do prestígio que lhe conferiam os seus longos anos de detenção, estava na posição do chefe da orquestra. Os olhos dos seus compatriotas estavam virados para ele, para as suas expressões, para os seus gestos. Se tivesse deixado falar a sua amargura, acertado contas com os seus carrascos, punido todos os que tinham apoiado ou tolerado o apartheid, ninguém poderia censurá-lo por isso. Se tivesse querido permanecer na presidência da República até ao seu último fôlego e governar como autocrata, ninguém poderia impedi-lo de o fazer. Mas ele teve o cuidado de dar, muito explicitamente, sinais muito diferentes. Não se contentou em perdoar aqueles que o tinham perseguido, quis mesmo visitar a viúva do antigo primeiro-ministro Verwoerd, um dos artífices da segregação, para lhe dizer que o passado era já o passado e que ela também tinha o seu lugar na nova África do Sul. A mensagem era clara: eu, Mandela, que sofri os tormentos que todos conhecem sob o regime racista, eu que fiz mais do que qualquer outro para pôr termo a esta abominação, quis ir como presidente que sou sentar-me sob o tecto do homem que me pôs na prisão para tomar chá com a sua viúva. Que ninguém de entre os meus se sinta autorizado, a partir de hoje, a exercer qualquer tipo de desforra militante ou manifestar um desejo de vingança!
sexta-feira, 26 de março de 2010
Tanta gente sente medo de mudar
Temendo que a aparência perca o seu lugar
E ao tentar mexer com parecidos há em nós
É breve o silêncio até que se erga uma voz
O professor ou do senhor doutor
Nunca se chega a entender a totalidade
E o prazer de não saber vem só com a alta idade
Quem diz tudo saber não merece o benefício
Nem mesmo o homem que se ocupa de um só ofício
A consonância veste a ignorância
Vou andando
Sem dizer adeus
Bem-vinda próxima paragem
Ai Jesus que lá vou eu
Nunca mais me vão ver aqui
Se perguntarem diz que já morri
A pior raça é a de quem vive atrás da coerência
Vê na verdade matemática e no céu ciência
Ser tão pouco agora como já se era antes
É fruto da coerência em certos bons estudantes
Se é p'ra mentir, é p'ra mentir
E ter coragem de mudar é saber enfrentar
Que quando formos para outro lado não vamos voltar
Ter o sorriso pronto para a qualquer momento
Saber que faltámos ao tal grande acontecimento
Se é p'ra mudar, é p'ra perder
Vou andando
Sem dizer adeus
Bem-vinda próxima paragem
Ai Jesus que lá vou eu
Nunca mais me vão ver aqui
Se perguntarem diz que já morri
Vou a caminho do nada
Entrem comigo
Etiquetas:
*Artista - João Coração,
2009 dC,
Música
terça-feira, 9 de março de 2010
Não aceitem nem divulguem falsos boatos. Não cooperem com gente corrupta dando testemunho de algo que sabem não ser verdade. Não sigam as multidões quando for para fazer mal. Quando tiverem de testemunhar numa questão qualquer não sejam tendenciosos ou parciais para estar com a maioria ou com a parte mais influente ou poderosa. Também, por outro lado não deverão favorecer um pobre pelo facto de ele ser pobre.
Se encontrarem o boi ou o jumento do vosso inimigo, que se tenha desgarrado, devem ir levá-lo ao seu dono. Se virem o vosso inimigo tentando levantar o seu animal que vergou sob uma carga demasiado pesada, não deixarão de o ajudar.
Pelo facto de um homem ser pobre, isso não é razão para torcerem a justiça contra ele. Afastem-se da falsidade; nunca admitam a condenação de um inocente. Nunca darei o meu assentimento a tal injustiça. Também nunca se deixem subornar, porque o suborno impede-vos de verem com clareza e prejudica a causa daqueles que têm razão.
Não oprimam os estrangeiros. Vocês bem sabem o que é ser estrangeiro; lembrem-se das vossas experiências na terra do Egipto.
quinta-feira, 4 de março de 2010
O príncipe é amador e seria um pouco artista, se estivesse menos engodado pelo palavreado científico. Às vezes ranjo os dentes com impaciência e cólera quando me entusiasmo a fazer-lhe sentir a natureza e elevá-lo à arte, e que ele crê fazer-se sábio espetando sem nenhum propósito na conversa um termo bem científico.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
"Se o ladrão for achado a minar uma casa, e for ferido de modo que morra, o que o feriu não será réu de sangue; mas se o sol houver saído sobre o ladrão, o que o feriu será réu de sangue. O ladrão certamente dará indenização; se nada possuir, será então vendido por seu furto."
Etiquetas:
*Assunto - Justiça,
*Bíblia - Êxodo,
Bíblia
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
We don’t eat in no white restaurant
We’re eatin’ in the car
Baloney again, baloney again
We don’t sleep in no white hotel bed
We’re sleepin’ in the car, baloney again
You don’t strut around in these country towns
You best stay in the car
Look on ahead don’t stare around
You best stay where you are
You’re a long way from home, boy
Don’t push your luck too far
Baloney again
Twenty-two years we’ve sung the word
Since nineteen thirty-one
Amen, I say amen
Now the young folk want to praise the lord
With guitar, bass and drums, amen
Well I’ll never get tired of jesus
But it’s been a heavy load
Carrying his precious love
Down a long dirt road
We’re a long way from home
Just let’s pay the man and go
Baloney again
The lord is my shepherd
He leadeth me in pastures green
He gave us this day
Our daily bread and gasoline
Go under the willow
Park her up beside the stream
Shoulders for pillows
Lay down your head and dream
Shoulders for pillows
Lay down your head and dream
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*Artista - Mark Knopfler,
*Assunto - Cansaço,
2000 dC,
Música
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
A nossa imaginação, levada por natureza a soerguer-se, e repleta de poesia, cria seres cuja superioridade nos esmaga, e quando lançamos o olhar para o mundo real, qualquer outro nos parece mais perfeito do que nós mesmos. E isso é muito natural, sentimos tantas vezes que nos faltam tantas coisas, e o que nos falta por vezes outro parece possuí-lo. Concedemos-lhe então tudo aquilo que temos nós próprios, e ainda por cima de tudo isso certas qualidade ideais. É assim que imaginamos nós mesmos as perfeições que criam o nosso suplício. Pelo contrário, quando, com toda a nossa fraqueza, toda a nossa lástima, caminhamos com coragem para um fim, sentimo-nos às vezes mais adiantados bolinando do que os outros à força de velas e remos, e… Será, todavia, ter um verdadeiro sentimento de si próprio caminhar com os outros ou mesmo suplantá-los?
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