quarta-feira, 6 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
(...) o Deus vivo da Bíblia é o Deus tanto da criação quanto da redenção, e está preocupado com a totalidade do nosso bem-estar. Os teólogos mais antigos costumavam dizer que Deus escreveu dois livros, um chamado 'Natureza', e outro chamado 'Escrituras', através do quais se revelou. Além disso, ele nos deu-nos esses dois livros para os estudar. O estudo da ordem natural é chamado 'ciência', e o da revelação bíblica, 'teologia'. E ao nos envolvermos com estas disciplinas geminadas, nós estamos (nas palavras de Johann Kepler, astrónomo do século XVII) a pensar os pensamentos de Deus depois d'Ele.
Os cristãos certamente deveriam estar na vanguarda do movimento em prol da responsabilidade ambiental. Afinal, o que diz a nossa doutrina quanto à Criação e à administração da natureza? Deus fez o mundo? Ele o sustenta? Ele submeteu os recursos do mundo aos nossos cuidados? A sua preocupação pessoal pela sua própria criação deveria ser o suficiente para inspirar-nos a ter a mesma preocupação.
(Prefácio)
(Prefácio)
Etiquetas:
*Autor - John Stott,
*Autor - Peter Harris,
*Obra - A Rocha,
1993 dC
domingo, 3 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
'- Do you think that is quite fair to appropiate the apples?
- What, keep all the apples for themselves?
- Aren't we to have any?
- I thought they were going to be shared out equally.'
The significance os these lines was lost on the BBC producer, Rayner Heppenstall, who cut them out. As Orwell did not revise Animal Farm, it is beyond an editor's remit to add them to the book, but they do highlight what Orwell told Geoffrey Gorer was the 'key passage' of Animal Farm.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
A few days later, when the terror caused by the executions had died down, some of the animals remembered – or thought they remembered – that the Sixth Commandment decreed: 'No animal shall kill any other animal'. And though no one cared to mention it in the hearing of the pigs or dogs, it was felt that the killings which had taken place did not square with this. Clover asked Benjamin to read her the Sixth Commandment, and when Benjamin, as usual, said that he refused to meddle in such matters, she fetched Muriel. Muriel read the Commandment for her. It ran: 'No animal shall kill any other animal without cause'. Somehow or other the last two words had slipped out of the animals' memory. But they saw now that the Commandment had not been violated; for clearly there was a good reason for killing the traitors who leagued themselves with Snowball.
Alguns dias mais tarde, quando o terror causado pelas execuções desvaneceu-se, alguns dos animais lembraram-se - ou pensaram que se lembrarm - que o Sexto Mandamento decretava "Nenhum animal matará outro animal". E embora ninguém se tenha incomodado em mencioná-lo durante a audiência dos porcos e dos cães, sentiu-se que as execuções não batiam certo com este sentimento. Clover pediu ao Benjamin que lhe lesse o Sexto Mandamento, e quando Benjamin, como de costume, disse que recusava meter-se nesses assuntos, procurou a Muriel. Muriel leu o Mandamento para si mesma. Era assim: "Nenhum animal matará outro animal, sem uma razão". De uma forma ou de outra, as últimas palavras escaparam-se da memória dos animais. Mas eles viam agora que o Mandamento não tinha sido violado; porque claramente havia uma boa razão para matar os traidores que se tinham envolvido com o Snowball.
Alguns dias mais tarde, quando o terror causado pelas execuções desvaneceu-se, alguns dos animais lembraram-se - ou pensaram que se lembrarm - que o Sexto Mandamento decretava "Nenhum animal matará outro animal". E embora ninguém se tenha incomodado em mencioná-lo durante a audiência dos porcos e dos cães, sentiu-se que as execuções não batiam certo com este sentimento. Clover pediu ao Benjamin que lhe lesse o Sexto Mandamento, e quando Benjamin, como de costume, disse que recusava meter-se nesses assuntos, procurou a Muriel. Muriel leu o Mandamento para si mesma. Era assim: "Nenhum animal matará outro animal, sem uma razão". De uma forma ou de outra, as últimas palavras escaparam-se da memória dos animais. Mas eles viam agora que o Mandamento não tinha sido violado; porque claramente havia uma boa razão para matar os traidores que se tinham envolvido com o Snowball.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Receiving department, 3 a.m.
Staff cuts have socked up the overage
Directives are posted
No callbacks, complaints
Everywhere is calm
Hong Kong is present
Taipei awakes
All talk of circadian rhythm
I see today with a newsprint fray
My night is colored headache grey
Daysleeper, daysleeper, daysleeper
The bull and the bear are marking
Their territories
They're leading the blind with
Their international glories
I'm the screen, the blinding light
I'm the screen, I work at night
I see today with a newsprint fray
My night is colored headache grey
Don't wake me with so much
Daysleeper
They cried the other night
I can't even say why
Fluorescent flat caffeine lights
Its furious balancing
I'm the screen, the blinding light
I'm the screen, I work at night
I see today with a newsprint fray
My night is colored headache grey
Don't wake me with so much
Don't wake me with so much. The
Ocean machine is set to 9
I'll squeeze into heaven and valentine
My bed is pulling me,
Gravity
Daysleeper, daysleeper
Daysleeper, daysleeper, daysleeper
Etiquetas:
*Artista - REM,
*Assunto - Cansaço,
1998 dC,
Música
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
By the 1970s, as a student evangelist in Canada, Chile, Brazil and the Philippines I had a chance to engage with students who showed this new openness to the religious. I remember the physics student in Mexico who shouted at me during the question time in a lecture at the National Autonomous University of Mexico, 'We are not any more interested in Marx and how to change the world. What I would like to know is if the Christian faith has a method for developing the potential of the spiritual forces inside me'. In many cases this new attitude allowed Christians to demonstrate a freer and uninhibited expression of their faith through prayer, song and drama in the open air. I found myself involved in dialogues with people whose language was strangely similar to the language of some forms of evangelicalism: joy in the heart, a feeling of self-realization, a sense of peace and harmony, a feeling of goodwill towards all human beings, including animals and planet earth. However, when I majored on specific issues such as suffering, death, compassion, final hope, failure and sin, this new religious mood changed. When I talked of the cross, evil, sin, redemption and Christ, I could see hostility developing what was considered my exclusivism and intolerance.
Por volta de 1970, quando era um estudante evangelista no Canadá, Chile, Brasil e nas Filipinas, tive a oportunidade de me cruzar com estudantes que mostravam uma nova abertura ao religioso. Lembro-me de um estudante de Física no México que berrou-me durante o tempo de perguntas numa palestra na Universidade Nacional Autónoma do México, "Já não estamos interessados em Marx e em saber como mudar o mundo. O que eu quero saber é se a fé cristã tem um método para desenvolver o potencial das forças espirituais dentro de mim." Em muitos casos esta nova atitude permitiu aos Cristãos demonstrar uma expressão mais livre e desinibida da sua fé através da oração, música e dramatização ao ar livre. Dei por mim envolvido em diálogos com pessoas cuja linguagem era estranhamente parecida com a linguagem de algumas forma de evangelicalismo: alegria no coração, sentimento de auto-realização, sensação de paz e harmonia, sentimento de boa vontade para com todos os seres humanos, incluindo até os animais e o planeta terra. Contudo, quando eu desenvolvia assuntos específicos como o sofrimento, a morte, a compaixão, a esperança final, o falhanço e o pecado, esta nova atitude religiosa mudava. Quando eu falava da cruz, do mal, do pecado, da redenção e de Cristo, via hostilidade a crescer por causa do que consideravam ser o meu exclusivismo e intolerância.
Por volta de 1970, quando era um estudante evangelista no Canadá, Chile, Brasil e nas Filipinas, tive a oportunidade de me cruzar com estudantes que mostravam uma nova abertura ao religioso. Lembro-me de um estudante de Física no México que berrou-me durante o tempo de perguntas numa palestra na Universidade Nacional Autónoma do México, "Já não estamos interessados em Marx e em saber como mudar o mundo. O que eu quero saber é se a fé cristã tem um método para desenvolver o potencial das forças espirituais dentro de mim." Em muitos casos esta nova atitude permitiu aos Cristãos demonstrar uma expressão mais livre e desinibida da sua fé através da oração, música e dramatização ao ar livre. Dei por mim envolvido em diálogos com pessoas cuja linguagem era estranhamente parecida com a linguagem de algumas forma de evangelicalismo: alegria no coração, sentimento de auto-realização, sensação de paz e harmonia, sentimento de boa vontade para com todos os seres humanos, incluindo até os animais e o planeta terra. Contudo, quando eu desenvolvia assuntos específicos como o sofrimento, a morte, a compaixão, a esperança final, o falhanço e o pecado, esta nova atitude religiosa mudava. Quando eu falava da cruz, do mal, do pecado, da redenção e de Cristo, via hostilidade a crescer por causa do que consideravam ser o meu exclusivismo e intolerância.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
There once was a man who just couldn't cry
He hadn't cried for years and for years
Napalmed babies and the movie love story
For instance could not produce tears
As a child he had cried as all children will
Then at some point his tear ducts ran dry
He grew to be a man, the feces hit the fan
Things got bad, but he couldn't cry
His dog was run over, his wife up and left him
And after that he got sacked from his job
Lost his arm in the war, was laughed at by a whore
Ah, but sill not a sniffle or sob
His novel was refused, his movie was panned
And his big Broadway show was a flop
He got sent off to jail; you guessed it, no bail
Oh, but still not a dribble or drop
In jail he was beaten, bullied and buggered
And made to make license plates
Water and bread was all he was fed
But not once did a tear stain his face
Doctors were called in, scientists, too
Theologians were last and practically least
They all agreed sure enough; this was sure no cream puff
But in fact an insensitive beast
He was removed from jail and placed in a place
For the insensitive and the insane
He played lots of chess and made lots of friends
And he wept every time it would rain
Once it rained forty days and it rained forty nights
And he cried and he cried and he cried and he cried
On the forty-first day, he passed away
He just dehydrated and died
Well, he went up to heaven, located his dog
Not only that, but he rejoined his arm
Down below, all the critics, they loot it all back
Cancer robbed the whore of her charm
His ex-wife died of stretch marks, his ex-employer went broke
The theologians were finally found out
Right down to the ground, that old jail house burned down
The earth suffered perpetual drought
A verdade está tão obscurecida nesta época e a mentira tão assentada que, não amando a verdade, não se pode conhecê-la.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
you think your great big husband will protect you, you are wrong
you think your little wife will protect you, you are wrong
you think your children will protect you, you are wrong
you think your government will protect you, you are wrong
Etiquetas:
*Artista - Grinderman,
*Artista - Nick Cave,
2010 dC,
Música
sexta-feira, 16 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
E os fariseus, ouvindo que ele fizera emudecer os saduceus, reuniram-se no mesmo lugar; e um deles, doutor da lei, interrogou-o para o experimentar, dizendo: Mestre, qual é o grande mandamento na lei? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos depende toda a lei e os profetas.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
O movimento cristão, enquanto movimento europeu, é criado, desde o início, pela acumulação dos elementos de refugo, pelos dejectos de todas as espécies (-são eles quem procura a potência no cristianismo). O cristianismo não exprime a degenerscência de uma raça; antes é um conglomerado e uma agregação de formas de decadência vindas de toda a parte, acumulando-se e procurando-se reciprocamente. Não foi, como se julga, a corrupção da antiguidade, da antiguidade nobre, que tornou possível o cristianismo: nunca se combaterá com demasiada violência o idiotismo sábio que, ainda hoje, mantém semelhante ideia. No tempo em que as camadas de Chandala, doentes e perversas, se cristianizaram, em todo o Império Romano, o tipo contrário, a distinção, existia precisamente na sua forma mais bela e amadurecida. O grande número tornou-se senhor; o democratismo dos instintos cristãos venceu… o cristianismo não era «nacional», não estava sujeita às condições de uma raça; entre os deserdados da vida, dirigia-se a todas as variedades, tinha por toda a parte os seus aliados. O cristianismo incorporou o rancor instintivo dos doentes contra os saudáveis, contra a saúde. Tudo o que é recto, orgulhoso, soberbo, e antes de mais, a beleza, lhe faz mal aos ouvidos e aos olhos. Recordo mais uma vez a inestimável palavra de São Paulo: «Deus escolheu o que é fraco aos olhos do mundo, o que é insensato aos olhos do mundo, o que é ignóbil e desprezado»: está nisto o que foi a fórmula, in hoc signo a decadência venceu. – Deus na Cruz – mas ainda se não compreende a terrível segunda intenção que se esconde por detrás deste símbolo? Tudo o que sofre, tudo o que está pregado na Cruz, é divino… nós todos, nós estamos pregados na Cruz, portanto somos divinos… Só nós somos divinos… O cristianismo foi uma vitória; por ele pereceu uma opinião distinta – o cristianismo foi, até aos nossos dias, a desgraça maior da humanidade.
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*Autor - Friedrich Nietzsche,
*Obra - O Anticristo,
1888 dC
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a sabedoria o entendimento dos entendidos. Onde está o sábio? Onde o escriba? Onde o questionador deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? Visto como na sabedoria de Deus o mundo pela sua sabedoria não conheceu a Deus, aprouve a Deus salvar pela loucura da pregação os que crêem. Pois, enquanto os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria, nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos, mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte que os homens. Ora, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos. nem muitos os nobres que são chamados. Pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas ignóbeis do mundo, e as desprezadas, e as que não são, para reduzir a nada as que são; para que nenhum mortal se glorie na presença de Deus. Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção; para que, como está escrito: Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor.
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