Perguntaram ao chefe religioso Dalai Lama... 'o que mais te surpreendeu na Humanidade?' Ele respondeu: 'os homens... Perdem a saúde para juntar dinheiro, e depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. Pensam ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.'
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
domingo, 21 de novembro de 2010
Que esta seja então a conclusão de tudo: podemos sofrer a perda dos nossos bens, da nossa reputação, da nossa vida e de tudo o que temos; mas o Evangelho, a nossa fé e Jesus Cristo, jamais permitiremos que nos sejam arrebatados. E maldita seja aquela humildade que avilta e se submete nessas questões. E que todo o cristão seja orgulhoso, não condescendendo quando se tratar de negar a Cristo.
Portanto, se Deus me ajudar, a minha cabeça será mais dura que a cabeça de todos os homens. Neste ponto eu assumo o título, segundo o provérbio: cedu nulli, não cedo a ninguém. Sim, eu me alegro, de todo o meu coração, em me mostrar neste ponto rebelde e obstinado. E aqui confesso que serei sempre intrépido e inflexível, a ninguém cederei sequer uma polegada. O amor cede, pois ele “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (I Coríntios 13:7), mas a fé não cede…
Agora, no que se refere à fé devemos ser invencíveis, e, se possível, mais duros do que diamante; mas no tocante ao amor, devemos se meigos e mais flexíveis do que a cana ou a folha que é sacudida pelo vento, prontos para nos submeter a tudo.
Portanto, se Deus me ajudar, a minha cabeça será mais dura que a cabeça de todos os homens. Neste ponto eu assumo o título, segundo o provérbio: cedu nulli, não cedo a ninguém. Sim, eu me alegro, de todo o meu coração, em me mostrar neste ponto rebelde e obstinado. E aqui confesso que serei sempre intrépido e inflexível, a ninguém cederei sequer uma polegada. O amor cede, pois ele “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (I Coríntios 13:7), mas a fé não cede…
Agora, no que se refere à fé devemos ser invencíveis, e, se possível, mais duros do que diamante; mas no tocante ao amor, devemos se meigos e mais flexíveis do que a cana ou a folha que é sacudida pelo vento, prontos para nos submeter a tudo.
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*Autor - Martinho Lutero,
1700 dC sec. XVI
terça-feira, 9 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
E o Senhor foi com Josafat; porque andou nos primeiros caminhos de David, seu pai, e não buscou aos Baalim. Antes, buscou ao Deus do seu pai, e andou nos seus mandamentos, e não segundos as obras de Israel. E o Senhor confirmou o reino na sua mão, e todo o Judá deu presentes a Josafat: e teve riquezas e glória em abundância. E exaltou-se o seu coração nos caminhos do Senhor e ainda, de mais, tirou os altos e os bosques de Judá.
E, no terceiro ano do seu reinado, enviou ele os seus princípes a Bencail, e a Obadias, e a Zacarias, e a Natanel, e a Micaia, para ensinarem nas cidades de Judá. E como eles, os levitas, Senaias e Netanias, e Zebadias, e Asael, e Semiramoth, e Jónatas, e Adonias, e Tobias, e Tobadonias, levitas: e com eles, os sacerdotes, Elisama e Jorão.
E ensinaram em Judá e tinham consigo o livro da lei do Senhor: e rodearam todas as cidades de Judá, e ensinaram entre o povo. E veio o temor do Senhor sobre todos os reinos das terras que estavam em roda de Judá, e não guerrearam contra Josafat.
II Crónicas 17:3-10
II Crónicas 17:3-10
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*Assunto - Evangelização,
*Bíblia - II Crónicas,
Bíblia
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Durante os meses em que preguei estes sermões, eu dizia e repetia para mim mesmo: “Eis-nos aqui, uma congregação londrina relativamente sofisticada, em pleno século XX, dedicando-nos, semana após semana ao estudo sistemático de uma pequena carta escrita no primeiro século por um cristão judeu que era, na época, pouco conhecido, e destinada a umas obscuras igrejas escondidas nas montanhas da Galácia.” Extraordinário! Será que existe na nossa geração qualquer outro documento tão antigo que desperte tanta atenção de tanta gente por um período tão longo? Eu acho que não, a não ser outros documentos bíblicos. O estudo deixou-me mais convencido do que nunca da inspiração divina e, portanto, da autoridade permanente e da relevância das Escrituras
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*Autor - John Stott,
*Obra - A mensagem dos gálatas,
1968 dC,
1989 dC
domingo, 24 de outubro de 2010
Una elocuente ilustración del lugar que desempeña la teología en la resistencia de la Iglesia al condicionamento social la provee el ejemplo de la iglesia confessante en su lucha contra el Nacional-socialismo en la Alemanha de Hitler. En palabras de E.H. Robertson, la resistencia cristiana a Hitler 'requeria una comprensión de la fe cristiana, una cuidadosa discriminación entre lo importante y lo trivial. Los que se resistían tenían que saber por quê valía la pena morir'.
Uma ilustração eloquente do papel que a teologia desempenha na resistência da Igreja ao condicionamento social vem do exemplo da igreja confessional na sua luta contra o Nacional Socialismo na Alemanha de Hitler. Nas palavra de E.H. Robertson, a resistência cristã a Hitler "requeria uma compreensão da fé cristã, uma cuidadosa discriminção entre o que é importante e o que é trivial. Os que resistiam tinham de saber as coisas pelas quais valia a pena morrer".
Uma ilustração eloquente do papel que a teologia desempenha na resistência da Igreja ao condicionamento social vem do exemplo da igreja confessional na sua luta contra o Nacional Socialismo na Alemanha de Hitler. Nas palavra de E.H. Robertson, a resistência cristã a Hitler "requeria uma compreensão da fé cristã, uma cuidadosa discriminção entre o que é importante e o que é trivial. Os que resistiam tinham de saber as coisas pelas quais valia a pena morrer".
sábado, 23 de outubro de 2010
Nesse local comeram e dormiram, ambas as coisas de forma considerável. Os feijões com bacon, que estas indiscritíveis figuras cozinhavam bem, e o espantoso aparecimento do vinho da Borgonha, proveniente das suas caves, coroaram em Syme a sensação de uma nova camaradagem e conforto. Durante todo este tormento, o seu medo mais profundo tinha sido o isolamente e não existiam palavras capazes de expressar o abismo entre o isolamento e a existência de um aliado. Pode conceder-se aos matemáticos que quatro sejam duas vezes dois. Mas dois não são duas vezes um; dois são duas mil vezes um. É por isso que, apesar das suas centenas de desvantagens, o mundo regressará sempre à monogamia.
domingo, 17 de outubro de 2010
"Os elefantes lutam entre si; o almiscareiro, no meio deles, morre esmagado."
"Quando o gato e os ratos vivem em paz, a despensa ressente-se."
"Quando o gato e os ratos vivem em paz, a despensa ressente-se."
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*Assunto - Crise,
*Obra - Provérbios Malaios
sábado, 16 de outubro de 2010
Foi descrita, com alguma justeza, como uma colónia artística, embora nunca tenha produzido, de maneira definida, qualquer tipo de arte. Muito embora as suas pretensões a centro intelectual fossem um pouco vagas, as suas pretensões a local agradável eram indiscutíveis. O visitante que olhasse pela primeira vez para as bizarras casas vermelhas não poderia deixar de se interrogar sobre a estranha forma que deveriam ter as pessoas para que nelas pudessem viver – e quando as conhece, não ficaria desapontado nesse aspecto. O local não seria apenas agradável, mas perfeito, se ao menos por uma vez ele pudesse olhá-lo não como uma ilusão mas antes como um sonho. Mesmo que os seus habitantes não fossem 'artistas' o conjunto não deixava de ser artístico. Aquele jovem de longos cabelos ruivos e expressão descarada – esse jovem não era um poeta, mas certamente era um poema. Aquele velho cavalheiro de selvagens barbas brancas e de louco chapéu branco – esse venerável impostor, não era realmente um filósofo; mas pelo menos levava outros a filosofar. Aquele cavalheiro das ciências, com a cabeça careca e em forma de ovo e o pelado pescoço de passarinho – não tinha realmente direito a apresentar aqueles ares de cientista. Não fizera nenhuma nova descoberta na área da biologia; mas que criatura biológica poderia descobrir que fosse mais singular do que ele próprio? Por isso, e apenas por isso, todo o local tinha que ser devidamente respeitado; tinha que ser considerado não tanto como uma oficina de artistas, mas como uma frágil, embora acabada, obra de arte. Um homem que penetrasse na sua atmosfera social sentir-se-ia como se tivesse entrado numa obra cómica.
sábado, 9 de outubro de 2010
Gregory retomou o seu bom humor oratório e alto.
- Um artista é idêntico a um anarquista – gritou. - Pode mudar as palavras como quiser. Um anarquista é um artista. O homem que lança uma bomba é um artista, porque prefere um grande momento a qualquer outra coisa. Ele compreende como é mais valiosa uma explosão de intensa luz, o estrépito de um trovão perfeito, do que os corpos comuns de uns poucos polícia informes. Um artista ignora todos os governos, abole todas as convenções. O poeta regozija-se apenas na desordem. Se não fosse assim, a coisa mais poética do mundo seriam os Caminhos de Ferro Subterrâneos.
- E são – disse o Sr. Syme.
- Disparate! - afirmou Gregory, que se mostrava sempre muito racional quando outra pessoa tentava estabelecer um paradoxo. - Porque é que todos os escriturários e trabalhadores que viajam nos comboios têm um ar tão triste e cansado? É porque sabem que tudo está bem com o comboio. É porque sabem que, seja qual for o destino para o qual compraram o bilhete, chegarão a esse destino. É porque sabem que, depois de terem passado Sloane Square, a estação seguinte será Victoria e nada mais do que Victoria. Oh, o seu êxtase selvagem! Oh, os seus olhos, brilhantes como estrelas, e as suas almas de novo no Eden, se a estação seguinte fosse, inxplicavelmente, Baker Street!
- Você é que não é poético – respondeu o poeta Syme. - Se o que diz dos escriturários é verdade, então eles devem ser tão prosaicos como a sua poesia. O raro e estranho é atingir o objectivo; o grosseiro e óbvio é falhá-lo. Achamos que é épico quando um homem com uma única seta selvagem atinge um pássaro distante. Não será igualmente épico quando um homem como uma única máquina solitária atinge a estação distante? O caos é aborrecido; porque nos caos o comboio poderia, de facto, ir para qualquer local, para Baker Street ou para Bagdad. Mas o homem é um mágico e toda a sua magia está nisso, no facto de ele dizer realmente Victoria e, pasmem! ser Victoria. Não, leve o seus livros de mera poesia e prosa, deixe-me ler um horário, com lágrimas de orgulho. Leve o seu Byron*, que celebra as derrotas dos homens; dê-me Bradshaw** que celebra as suas victórias. Dê-me Bradshaw, digo eu!
- Tem mesmo de continuar? - perguntou Gregory sarcasticamente.
- Digo-lhe – continuou Syme ardentemente -, de cada vez que chega um comboio sinto que atravessou baterias de sitiantes e que o homem venceu a batalha contra o caos. Diz com despeito que quando alguém parte de Sloane Square deve chegar a Victoria. Eu digo que se podem fazer outras mil coisas e que, quando realmente lá chego, me sinto como se tivesse conseguido escapar no último momento. E quando ouço o guarda-freio gritar a palavra 'Victoria', não é uma palavra sem sentido. Na realidade, para mim, é o grito de um arauto anunciando a conquista. Para mim é, de facto, 'Victoria'; é a vitória de Adão.
Gregory abanou a sua cabeça, pesada e ruiva, com um sorriso lento e triste.
- E mesmo aí - disse ele -, nós poetas perguntamos sempre 'E o que é Victoria agora que lá chegou?' Pensa que Victoria é como a Nova Jerusalém. Nós sabemos que a Nova Jerusalém será apenas como Victoria. Sim, o poeta será um descontente, mesmo nas estradas do céu. O poeta está sempre revoltado.
- Lá está você outra vez – disse Syme irritado -, o que há de poético em ser-se revoltado? Mais valia dizer que é poético estar-se enjoado. A indisposição é uma revolta. Tanto o estar maldisposto como o estar revoltado podem ser saudáveis em ocasiões desesperadas; mas diabos me levem se consigo perceber por que razão são poéticos. Em abstracto a revolta é... revoltante. É vomitado.
A rapariga encolheu-se momentâneamente, perante o termo desagradável, mas Syme estava demasiado entusiasmado para lhe prestar atenção.
- As coisas que correm bem – gritou – é que são poéticas! A nossa digestão, por exemplo, correndo sagrada e silenciosamente bem, essa é a fonte de toda a poesia. Sim, a coisa mais poética, mais poética do que as flores, mais poética do que as estrelas, a coisa mais poética do mundo é não estar maldisposto.
- Francamente – disse Gregory, arrogante -, os exemplos que escolhe...
- Peço desculpa – disse Syme sombriamente. - Pensei que tínhamos abolido todas as convenções.
* Lord Byron, importante figura do romantismo, é considerado um dos maiores poetas europeus, sendo as suas obras lidas até hoje (N. da T.)
** George Bradshaw, cartógrafo, impressor e editor inglês do século XIX, foi o criador dos horários dos caminhos-de-ferro (N. da T.)
* Lord Byron, importante figura do romantismo, é considerado um dos maiores poetas europeus, sendo as suas obras lidas até hoje (N. da T.)
** George Bradshaw, cartógrafo, impressor e editor inglês do século XIX, foi o criador dos horários dos caminhos-de-ferro (N. da T.)
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
(...) o Deus vivo da Bíblia é o Deus tanto da criação quanto da redenção, e está preocupado com a totalidade do nosso bem-estar. Os teólogos mais antigos costumavam dizer que Deus escreveu dois livros, um chamado 'Natureza', e outro chamado 'Escrituras', através do quais se revelou. Além disso, ele nos deu-nos esses dois livros para os estudar. O estudo da ordem natural é chamado 'ciência', e o da revelação bíblica, 'teologia'. E ao nos envolvermos com estas disciplinas geminadas, nós estamos (nas palavras de Johann Kepler, astrónomo do século XVII) a pensar os pensamentos de Deus depois d'Ele.
Os cristãos certamente deveriam estar na vanguarda do movimento em prol da responsabilidade ambiental. Afinal, o que diz a nossa doutrina quanto à Criação e à administração da natureza? Deus fez o mundo? Ele o sustenta? Ele submeteu os recursos do mundo aos nossos cuidados? A sua preocupação pessoal pela sua própria criação deveria ser o suficiente para inspirar-nos a ter a mesma preocupação.
(Prefácio)
(Prefácio)
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*Autor - John Stott,
*Autor - Peter Harris,
*Obra - A Rocha,
1993 dC
domingo, 3 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
'- Do you think that is quite fair to appropiate the apples?
- What, keep all the apples for themselves?
- Aren't we to have any?
- I thought they were going to be shared out equally.'
The significance os these lines was lost on the BBC producer, Rayner Heppenstall, who cut them out. As Orwell did not revise Animal Farm, it is beyond an editor's remit to add them to the book, but they do highlight what Orwell told Geoffrey Gorer was the 'key passage' of Animal Farm.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
A few days later, when the terror caused by the executions had died down, some of the animals remembered – or thought they remembered – that the Sixth Commandment decreed: 'No animal shall kill any other animal'. And though no one cared to mention it in the hearing of the pigs or dogs, it was felt that the killings which had taken place did not square with this. Clover asked Benjamin to read her the Sixth Commandment, and when Benjamin, as usual, said that he refused to meddle in such matters, she fetched Muriel. Muriel read the Commandment for her. It ran: 'No animal shall kill any other animal without cause'. Somehow or other the last two words had slipped out of the animals' memory. But they saw now that the Commandment had not been violated; for clearly there was a good reason for killing the traitors who leagued themselves with Snowball.
Alguns dias mais tarde, quando o terror causado pelas execuções desvaneceu-se, alguns dos animais lembraram-se - ou pensaram que se lembrarm - que o Sexto Mandamento decretava "Nenhum animal matará outro animal". E embora ninguém se tenha incomodado em mencioná-lo durante a audiência dos porcos e dos cães, sentiu-se que as execuções não batiam certo com este sentimento. Clover pediu ao Benjamin que lhe lesse o Sexto Mandamento, e quando Benjamin, como de costume, disse que recusava meter-se nesses assuntos, procurou a Muriel. Muriel leu o Mandamento para si mesma. Era assim: "Nenhum animal matará outro animal, sem uma razão". De uma forma ou de outra, as últimas palavras escaparam-se da memória dos animais. Mas eles viam agora que o Mandamento não tinha sido violado; porque claramente havia uma boa razão para matar os traidores que se tinham envolvido com o Snowball.
Alguns dias mais tarde, quando o terror causado pelas execuções desvaneceu-se, alguns dos animais lembraram-se - ou pensaram que se lembrarm - que o Sexto Mandamento decretava "Nenhum animal matará outro animal". E embora ninguém se tenha incomodado em mencioná-lo durante a audiência dos porcos e dos cães, sentiu-se que as execuções não batiam certo com este sentimento. Clover pediu ao Benjamin que lhe lesse o Sexto Mandamento, e quando Benjamin, como de costume, disse que recusava meter-se nesses assuntos, procurou a Muriel. Muriel leu o Mandamento para si mesma. Era assim: "Nenhum animal matará outro animal, sem uma razão". De uma forma ou de outra, as últimas palavras escaparam-se da memória dos animais. Mas eles viam agora que o Mandamento não tinha sido violado; porque claramente havia uma boa razão para matar os traidores que se tinham envolvido com o Snowball.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Receiving department, 3 a.m.
Staff cuts have socked up the overage
Directives are posted
No callbacks, complaints
Everywhere is calm
Hong Kong is present
Taipei awakes
All talk of circadian rhythm
I see today with a newsprint fray
My night is colored headache grey
Daysleeper, daysleeper, daysleeper
The bull and the bear are marking
Their territories
They're leading the blind with
Their international glories
I'm the screen, the blinding light
I'm the screen, I work at night
I see today with a newsprint fray
My night is colored headache grey
Don't wake me with so much
Daysleeper
They cried the other night
I can't even say why
Fluorescent flat caffeine lights
Its furious balancing
I'm the screen, the blinding light
I'm the screen, I work at night
I see today with a newsprint fray
My night is colored headache grey
Don't wake me with so much
Don't wake me with so much. The
Ocean machine is set to 9
I'll squeeze into heaven and valentine
My bed is pulling me,
Gravity
Daysleeper, daysleeper
Daysleeper, daysleeper, daysleeper
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*Artista - REM,
*Assunto - Cansaço,
1998 dC,
Música
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