(...) la obra de Jesucristo tuvo una dimensión social y política. El individualismo del 'cristianismo-cultura' a que ha hecho referencia mira al Señor con un solo ojo y por lo tanto lo ve como un Jesús individualista que se ocupa de la salvación de individuos. Una lectura candorosa de los Evangelios nos permite ver un Jesús que, en medio de varias alternativas políticas (el fariseísmo, el saduceísmo, el celotismo y el esenismo), encarna y proclama una nueva alternativa: el Reino de Dios. Decir que Jesús es el Cristo es decribirlo én términos políticos, es afirmar que él es rey. Su reino no es de este mundo, no porque no tenga nada que ver con el mundo, sino porque no se conforma a la política de los hombres. Es un reino con su propia política, una política marcada por el sacrifício. Jesús es un rey que 'no vino para que le sirvan, sino para servir, y para dar su vida como precio para la salvación de muchos'.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Evangelizar, por lo tanto, no es ofrecer una experiencia de liberación de sentimientos de culpa, como si Cristo fuese un super-psiquiatra y su poder salvador pudiera separarse de su señorio. Evangelizar es proclamar a Jesucristo como Señor y Salvador, por cuya obra el hombre es liberado tanto de la culpa como del poder del pecado e integrado al propósito de Dios de colocar todas las cosas bajo el mando de Cristo. Como ha señalado Walter Kunneth, una cristología individualista – una cristología que contempla a Cristo únicamente en su relación con el indivíduo – deja la puerta abierta para una negación de la creación, puesto que según ella hay que entender el mundo como si existiese aparte de la Palabra de Dios que le da sentido. El Cristo proclamado por el Evangelio es el Señor de todos, en quien Dios ha actuado definitivamente en la historia a fin de formar una nueva humanidad.
Evangelizar, portanto, não é oferecer uma experiência de libertação dos sentimento de culpa, como se Cristo fosse um super-psiquiatra e o seu poder salvador pudesse ser separado da sua soberania. Evangelizar é proclamar Jesus Cristo como Senhor e Salvador, e por cuja obra o homem é libertado tanto da culpa como do poder do pecado, e integrado no propósito de Deus de colocar todas as coisas debaixo da autoridade de Cristo. Como foi assinalado por Walter Kunneth, uma cristologia individualista - uma cristologia que contempla Cristo unicamente na sua relação com o indivíduo - deixa a porta aberta para a negação da criação, já que segundo ela, temos de entender o mundo como se existisse à parte da Palavra de Deus que lhe dá sentido. O Cristo proclamado pelo Evangelho é o Senhor de todos, em quem Deus actuou definitivamente na História a fim de formar uma nova humanidade.
Evangelizar, portanto, não é oferecer uma experiência de libertação dos sentimento de culpa, como se Cristo fosse um super-psiquiatra e o seu poder salvador pudesse ser separado da sua soberania. Evangelizar é proclamar Jesus Cristo como Senhor e Salvador, e por cuja obra o homem é libertado tanto da culpa como do poder do pecado, e integrado no propósito de Deus de colocar todas as coisas debaixo da autoridade de Cristo. Como foi assinalado por Walter Kunneth, uma cristologia individualista - uma cristologia que contempla Cristo unicamente na sua relação com o indivíduo - deixa a porta aberta para a negação da criação, já que segundo ela, temos de entender o mundo como se existisse à parte da Palavra de Deus que lhe dá sentido. O Cristo proclamado pelo Evangelho é o Senhor de todos, em quem Deus actuou definitivamente na História a fim de formar uma nova humanidade.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Como cristianos no estamos llamados a ser eficaces en la construcción de un nuevo mundo, sino a llevar a cruz de Cristo, haciendo el bien a todos nosotros... pero tampoco menos. El impacto que nuestra acción pueda tener en la sociedad es la obediencia, la respuesta fiel a la demanda de Dios en Cristo Jesús, la preocupación genuina por el prójimo como el objecto del amor de Dios.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
La Iglesia auctótona es una "traducción dinámica" que produce en su propio medio ambiente la misma clase de impacto que la Iglesia primitiva produjo en el mundo greco-romano. Usa las formas de la cultura local, pero las transforma en medios de expresión de la fe cristiana.
A Igreja local é uma "tradução dinâmica" que produz em seu próprio meio o mesmo tipo de impacto que a Igreja primitiva no mundo greco-romano. Usa as formas de cultura local, mas transforma-as em meios de expressão da fé cristã.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Si en el processo de interpretación alguno de los valores o premisas de la cultura que son incongruentes con el Evangelio se integra a éste de tal manera que afecta su contenido, el resultado es un sincretismo. En todo sincretismo hay un acomodamiento del Evangelio a algún valor prevalente en la cultura, acomodamiento que generalmente tiene el propósito de hacer 'relevante' al Evangelio. Ya en siglo II los gnósticos intentaron colocar la fe cristiana en línea con ciertos énfasis de la filosofía griega. Desde entonces la historia de la teologia abunda en ilustraciones de intentos simlares. En nuestros días el ajuste del cristianismo a premisas marxistas ha dado origen a un sincretismo que pretende devolver al Evangelio su dimensión social y política: la 'teología de la liberación'. Que eta teologia haya hallado su laboratorio en América Latina – un continente marcado por el fermento revolucionario – muestra elocuentemente hasta dónde la teología es a menudo un reflejo de la situación histórica.
domingo, 12 de dezembro de 2010
El reconocimiento del elemento subjectivo en la interpretación de las Escrituras resulta demasiado incómodo para quienes quisieran equiparar su propia teologia con la Palabra de Dios. La mentalidad racionalista preferiría concebir el Evangelio como un sistema de verdad al cual se puede llegar directamente mediante un acercamiento 'científico', 'objectivo', sin un compromisso personal. El hecho es que la objectividad absoluta no es posible. El intérprete está siempre presente en su interpretación de Evangelio, y está, presente en ella como un ser falible. Por supuesto, toda interpretación puede someterse a un control que asegure una mayor aproximación al mesaje revelado. Esa es la función de la hermenéutica como disciplina científica. Pero no se debe cerrar los ojos a la distancia que hay entre el Evangelio revelado y toda interpetación del mismo. Toda interpretación toma la forma que le impone el intérprete y por lo tanto refleja en mayor o menor grado, el contexto cultural que condiciona a éste. En resumidas cuentas, el conocimiento de Dios que se desprende de las Escrituras por la vía de la exégesis es verdadero, pero no completo. Consecuentemente ninguna teologia es absoluta. Dios siempre transciende nuestra imagen de él.
O reconhecimento de que existe um elemento subjectivo na interpretação das Escrituras torna-se demasiado incómodo para quem quiser equiparar a sua própria teologia à Palavra de Deus. A mentalidade racionalista prefere conceber o Evangelho como um sistema de verdade ao qual se pode chegar directamente mediante uma abordagem "científica", "objectiva", sem um compromisso pessoal. O facto é que a objectividade absoluta não é possível. O intérprete está sempre presente na sua interpretação do Evangelho, e está presente sendo um ser falível. Como é óbvio, toda a interpretação pode submeter-se a um controlo que assegure uma maior aproximação da mensagem revelada. Essa é a função da hermenêutica enquanto disciplina científica. Mas não se deve fechar os olhos à distância que existe entre o Evangelho revelado e a interpretação que se faz dele. Toda a interpretação toma a forma que o intérprete impõe e portanto reflecte, em maior ou menor grau, o contexto cultural que o condiciona. Resumindo, o conhecimento de Deus que nos chega das Escrituras por meio da exegese é verdadeiro, mas não completo. Consequentemente nenhuma teologia é absoluta. Deus transcende sempre a imagem que fazemos dele.
O reconhecimento de que existe um elemento subjectivo na interpretação das Escrituras torna-se demasiado incómodo para quem quiser equiparar a sua própria teologia à Palavra de Deus. A mentalidade racionalista prefere conceber o Evangelho como um sistema de verdade ao qual se pode chegar directamente mediante uma abordagem "científica", "objectiva", sem um compromisso pessoal. O facto é que a objectividade absoluta não é possível. O intérprete está sempre presente na sua interpretação do Evangelho, e está presente sendo um ser falível. Como é óbvio, toda a interpretação pode submeter-se a um controlo que assegure uma maior aproximação da mensagem revelada. Essa é a função da hermenêutica enquanto disciplina científica. Mas não se deve fechar os olhos à distância que existe entre o Evangelho revelado e a interpretação que se faz dele. Toda a interpretação toma a forma que o intérprete impõe e portanto reflecte, em maior ou menor grau, o contexto cultural que o condiciona. Resumindo, o conhecimento de Deus que nos chega das Escrituras por meio da exegese é verdadeiro, mas não completo. Consequentemente nenhuma teologia é absoluta. Deus transcende sempre a imagem que fazemos dele.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Diz que deu, diz que Deus, diz que Deus dará,
Não vou duvidar,ô nega e se Deus não dá, como é que vai ficar, ô nega?
Diz que deu, diz que dá, e se Deus negar, ô nega
Eu vou me indignar e chega, Deus dará, deus dará
Deus é um cara gozador, adora brincadeira
Pois prá me jogar no mundo, tinha o mundo inteiro
Mas achou muito engraçado me botar cabreiro
Na barriga da miséria nasci batuqueiro
Eu sou do rio de janeiro
Jesus cristo ainda me paga, um dia ainda me explica
Como é que pôs no mundo essa pouca titica
Vou correr o mundo afora, dar uma canjica
Que prá ver se alguém me embala ao ronco da cuíca
E aquele abraço prá quem fica
Deus me deu mão de veludo prá fazer carícia
Deus me deu muita saudade e muita preguiça
Deus me deu perna cumprida e muita malícia
Prá correr atrás da bola e fugir da polícia
Um dia ainda sou notícia
Deus me fez um cara fraco, desdentado e feio
Pele e osso simplesmente, quase sem recheio
Mas se alguém me desafia e bota a mãe no meio
Dou pernada a três por quatro e nem me despenteio
Que eu já tô de saco cheio
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Perfilados de medo, agradecemos
o medo que nos salva da loucura.
Decisão e coragem valem menos
a vida sem viver é mais segura.
Aventureiros já sem aventura,
perfilados de medo combatemos
irónicos fantasmas à procura
do que não fomos, do que não seremos.
Perfilados de medo, sem mais voz,
o coração nos dentes oprimido,
os loucos, os fantasmas somos nós.
Rebanho pelo medo perseguido,
já vivemos tão juntos e tão sós
que da vida perdemos o sentido…
o medo que nos salva da loucura.
Decisão e coragem valem menos
a vida sem viver é mais segura.
Aventureiros já sem aventura,
perfilados de medo combatemos
irónicos fantasmas à procura
do que não fomos, do que não seremos.
Perfilados de medo, sem mais voz,
o coração nos dentes oprimido,
os loucos, os fantasmas somos nós.
Rebanho pelo medo perseguido,
já vivemos tão juntos e tão sós
que da vida perdemos o sentido…
domingo, 28 de novembro de 2010
E, contudo, Jesus falou acerca de dinheiro com maior frequência do que sobre qualquer outro assunto, com excepção do Reino de Deus. Ele dedicou uma quantidade inusitada de tempo e energia à questão do dinheiro. Na comovente história acerca da 'oferta da viúva pobre', lemos que Jesus sentou-se intencionalmente defronte do tesouro e ficou contemplando as pessoas colocarem ali as suas ofertas (Marcos 12:41). Ele Se propôs a ver o que elas davam e discernir o espírito com que davam. Para Jesus, dar não era um assunto particular. Ele não desviou o olhar, encabulado – como tantas vezes fazemos hoje – por estar-se intrometendo nos negócios pessoais de alguém. Não, Jesus considerou a oferta um negócio público e usou a ocasião para ensinar acerca da dádiva sacrificial.
sábado, 27 de novembro de 2010
Martinho Lutero observou astutamente: 'Três conversões são necessárias: a conversão do coração, a da mente e a da bolsa'. Dessas três, pode muito bem ser que nós, os modernos, achemos a conversão da bolsa a mais difícil. Até mesmo falar sobre dinheiro é difícil para nós. De facto, ouvi contar recentemente acerca de um casal, dois psicólogos, que falava aberta e francamente na frente dos filhos acerca de sexo, morte e todo o tipo de assunto difícil, mas que ia para o quarto e fechava a porta para falar acerca de dinheiro. Numa pesquisa conduzida junto de psicoterapeutas, na qual eles enumeravam coisa que não deviam fazer com os seus pacientes, descobriu-se que emprestar dinheiro a um cliente constituía um tabu maio do que tocar, beijar ou até mesmo ter relações sexuais. Para nós, o dinheiro é, sem dúvida, um assunto proibido.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Perguntaram ao chefe religioso Dalai Lama... 'o que mais te surpreendeu na Humanidade?' Ele respondeu: 'os homens... Perdem a saúde para juntar dinheiro, e depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. Pensam ansiosamente no futuro, esquecem o presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.'
Etiquetas:
*Assunto - Ansiedade,
*Assunto - Presente,
*Autor - Dalai Lama
domingo, 21 de novembro de 2010
Que esta seja então a conclusão de tudo: podemos sofrer a perda dos nossos bens, da nossa reputação, da nossa vida e de tudo o que temos; mas o Evangelho, a nossa fé e Jesus Cristo, jamais permitiremos que nos sejam arrebatados. E maldita seja aquela humildade que avilta e se submete nessas questões. E que todo o cristão seja orgulhoso, não condescendendo quando se tratar de negar a Cristo.
Portanto, se Deus me ajudar, a minha cabeça será mais dura que a cabeça de todos os homens. Neste ponto eu assumo o título, segundo o provérbio: cedu nulli, não cedo a ninguém. Sim, eu me alegro, de todo o meu coração, em me mostrar neste ponto rebelde e obstinado. E aqui confesso que serei sempre intrépido e inflexível, a ninguém cederei sequer uma polegada. O amor cede, pois ele “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (I Coríntios 13:7), mas a fé não cede…
Agora, no que se refere à fé devemos ser invencíveis, e, se possível, mais duros do que diamante; mas no tocante ao amor, devemos se meigos e mais flexíveis do que a cana ou a folha que é sacudida pelo vento, prontos para nos submeter a tudo.
Portanto, se Deus me ajudar, a minha cabeça será mais dura que a cabeça de todos os homens. Neste ponto eu assumo o título, segundo o provérbio: cedu nulli, não cedo a ninguém. Sim, eu me alegro, de todo o meu coração, em me mostrar neste ponto rebelde e obstinado. E aqui confesso que serei sempre intrépido e inflexível, a ninguém cederei sequer uma polegada. O amor cede, pois ele “tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta” (I Coríntios 13:7), mas a fé não cede…
Agora, no que se refere à fé devemos ser invencíveis, e, se possível, mais duros do que diamante; mas no tocante ao amor, devemos se meigos e mais flexíveis do que a cana ou a folha que é sacudida pelo vento, prontos para nos submeter a tudo.
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*Autor - Martinho Lutero,
1700 dC sec. XVI
terça-feira, 9 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
E o Senhor foi com Josafat; porque andou nos primeiros caminhos de David, seu pai, e não buscou aos Baalim. Antes, buscou ao Deus do seu pai, e andou nos seus mandamentos, e não segundos as obras de Israel. E o Senhor confirmou o reino na sua mão, e todo o Judá deu presentes a Josafat: e teve riquezas e glória em abundância. E exaltou-se o seu coração nos caminhos do Senhor e ainda, de mais, tirou os altos e os bosques de Judá.
E, no terceiro ano do seu reinado, enviou ele os seus princípes a Bencail, e a Obadias, e a Zacarias, e a Natanel, e a Micaia, para ensinarem nas cidades de Judá. E como eles, os levitas, Senaias e Netanias, e Zebadias, e Asael, e Semiramoth, e Jónatas, e Adonias, e Tobias, e Tobadonias, levitas: e com eles, os sacerdotes, Elisama e Jorão.
E ensinaram em Judá e tinham consigo o livro da lei do Senhor: e rodearam todas as cidades de Judá, e ensinaram entre o povo. E veio o temor do Senhor sobre todos os reinos das terras que estavam em roda de Judá, e não guerrearam contra Josafat.
II Crónicas 17:3-10
II Crónicas 17:3-10
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*Assunto - Evangelização,
*Bíblia - II Crónicas,
Bíblia
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Durante os meses em que preguei estes sermões, eu dizia e repetia para mim mesmo: “Eis-nos aqui, uma congregação londrina relativamente sofisticada, em pleno século XX, dedicando-nos, semana após semana ao estudo sistemático de uma pequena carta escrita no primeiro século por um cristão judeu que era, na época, pouco conhecido, e destinada a umas obscuras igrejas escondidas nas montanhas da Galácia.” Extraordinário! Será que existe na nossa geração qualquer outro documento tão antigo que desperte tanta atenção de tanta gente por um período tão longo? Eu acho que não, a não ser outros documentos bíblicos. O estudo deixou-me mais convencido do que nunca da inspiração divina e, portanto, da autoridade permanente e da relevância das Escrituras
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*Autor - John Stott,
*Obra - A mensagem dos gálatas,
1968 dC,
1989 dC
domingo, 24 de outubro de 2010
Una elocuente ilustración del lugar que desempeña la teología en la resistencia de la Iglesia al condicionamento social la provee el ejemplo de la iglesia confessante en su lucha contra el Nacional-socialismo en la Alemanha de Hitler. En palabras de E.H. Robertson, la resistencia cristiana a Hitler 'requeria una comprensión de la fe cristiana, una cuidadosa discriminación entre lo importante y lo trivial. Los que se resistían tenían que saber por quê valía la pena morir'.
Uma ilustração eloquente do papel que a teologia desempenha na resistência da Igreja ao condicionamento social vem do exemplo da igreja confessional na sua luta contra o Nacional Socialismo na Alemanha de Hitler. Nas palavra de E.H. Robertson, a resistência cristã a Hitler "requeria uma compreensão da fé cristã, uma cuidadosa discriminção entre o que é importante e o que é trivial. Os que resistiam tinham de saber as coisas pelas quais valia a pena morrer".
Uma ilustração eloquente do papel que a teologia desempenha na resistência da Igreja ao condicionamento social vem do exemplo da igreja confessional na sua luta contra o Nacional Socialismo na Alemanha de Hitler. Nas palavra de E.H. Robertson, a resistência cristã a Hitler "requeria uma compreensão da fé cristã, uma cuidadosa discriminção entre o que é importante e o que é trivial. Os que resistiam tinham de saber as coisas pelas quais valia a pena morrer".
sábado, 23 de outubro de 2010
Nesse local comeram e dormiram, ambas as coisas de forma considerável. Os feijões com bacon, que estas indiscritíveis figuras cozinhavam bem, e o espantoso aparecimento do vinho da Borgonha, proveniente das suas caves, coroaram em Syme a sensação de uma nova camaradagem e conforto. Durante todo este tormento, o seu medo mais profundo tinha sido o isolamente e não existiam palavras capazes de expressar o abismo entre o isolamento e a existência de um aliado. Pode conceder-se aos matemáticos que quatro sejam duas vezes dois. Mas dois não são duas vezes um; dois são duas mil vezes um. É por isso que, apesar das suas centenas de desvantagens, o mundo regressará sempre à monogamia.
domingo, 17 de outubro de 2010
"Os elefantes lutam entre si; o almiscareiro, no meio deles, morre esmagado."
"Quando o gato e os ratos vivem em paz, a despensa ressente-se."
"Quando o gato e os ratos vivem em paz, a despensa ressente-se."
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*Assunto - Crise,
*Obra - Provérbios Malaios
sábado, 16 de outubro de 2010
Foi descrita, com alguma justeza, como uma colónia artística, embora nunca tenha produzido, de maneira definida, qualquer tipo de arte. Muito embora as suas pretensões a centro intelectual fossem um pouco vagas, as suas pretensões a local agradável eram indiscutíveis. O visitante que olhasse pela primeira vez para as bizarras casas vermelhas não poderia deixar de se interrogar sobre a estranha forma que deveriam ter as pessoas para que nelas pudessem viver – e quando as conhece, não ficaria desapontado nesse aspecto. O local não seria apenas agradável, mas perfeito, se ao menos por uma vez ele pudesse olhá-lo não como uma ilusão mas antes como um sonho. Mesmo que os seus habitantes não fossem 'artistas' o conjunto não deixava de ser artístico. Aquele jovem de longos cabelos ruivos e expressão descarada – esse jovem não era um poeta, mas certamente era um poema. Aquele velho cavalheiro de selvagens barbas brancas e de louco chapéu branco – esse venerável impostor, não era realmente um filósofo; mas pelo menos levava outros a filosofar. Aquele cavalheiro das ciências, com a cabeça careca e em forma de ovo e o pelado pescoço de passarinho – não tinha realmente direito a apresentar aqueles ares de cientista. Não fizera nenhuma nova descoberta na área da biologia; mas que criatura biológica poderia descobrir que fosse mais singular do que ele próprio? Por isso, e apenas por isso, todo o local tinha que ser devidamente respeitado; tinha que ser considerado não tanto como uma oficina de artistas, mas como uma frágil, embora acabada, obra de arte. Um homem que penetrasse na sua atmosfera social sentir-se-ia como se tivesse entrado numa obra cómica.
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