domingo, 30 de setembro de 2012

Ó profundidade das riquezas,
tanto da sabedoria, como da ciência de Deus!
Quão insondáveis são os seus juízos,
e quão inexcrutáveis os seus caminhos!

Porque, quem compreendeu o intento do Senhor?
Ou quem foi seu conselheiro?
Ou quem lhe deu primeiro a ele,
para que lhe seja recompensado?

Porque dele, e por ele, e para ele, são todas as coisas;
glória, pois, a ele, eternamente. Amén.

Romanos 11:33-36

sexta-feira, 28 de setembro de 2012



Go to sleep you little babe
Go to sleep you little babe
Your mama's gone away and your daddy's gonna stay
Didn't leave nobody but the baby

Go to sleep you little babe
Go to sleep you little babe
Everybody's gone in the cotton and the corn
Didn't leave nobody but the baby

You're sweet little babe
You're sweet little babe
Honey in the rock and the sugar don't stop
Gonna' bring a bottle to the baby

Don't you weep pretty babe
Don't you weep pretty babe
She's long gone with her red shoes on
Gonna' need another lovin' baby

Go to sleep you little babe
Go to sleep you little babe
You and me and the Devil makes three
Don't need no other lovin' baby

Go to sleep you little babe
Go to sleep you little babe
Come and lay your bones on the alabaster stones
And be my ever-lovin' baby

terça-feira, 25 de setembro de 2012


Um dos atletas mais interessantes que entrevistei foi o Reverendo William Ashley (Billy) Sunday, o jogador de basebol de segunda divisão que se tornou no evangelista mais estrondoso da Cristandade. (…) Na tarde em que o vi, estava deitado no seu quarto no Salisbury Hotel a reunir forças para o sermão da pregação à antiga maneira que pensava fazer nessa noite na Igreja Baptista do Calvário
(…)
«É verdade», disse o Sr. Sunday. «Outra visita foi Mickey Welch, que há muitos anos foi lançador do New York Giants. Na verdade verdadinha, ele deixou de jogar em 1892. Joguei contra ele muitas vezes. Trouxe à baila a história de uma vez em que eu estava inscrito para uma corrida contra Arlie Latham, o homem mais rápido da equipa de St. Louis. Eu era o mais rápido da equipa de Chicago, claro. Bem, mas entretanto eu tinha-me convertido na Missão Pacific Garden, em Chicago. Por isso fiquei desanimadíssimo, como cristão praticante que sou, quando ouvi dizer que a corrida se ia fazer numa tarde de domingo. Fui ter com o meu empresário e disse-lhe: “Eu converti-me e não posso participar numa corrida ao domingo.” E diz ele: “Não podes, o tanas. Pus todo o meu dinheiro nessa corrida, e se tu não ganhas vou ter que comer bolas de neve ao pequeno-almoço o Inverno todo.” E então eu respondi: “O Senhor não ia gostar se eu corresse ao domingo.” Bem, o empresário olhou para mim e disse: “ Vais para diante e fazes a corrida e resolves as coisas com o Senhor mais tarde.»
O evangelista riu-se a bandeiras despregadas. Ria-se tanto que até a cama abanava. A Srª Sunday ria-se também.
«E então», disse o Sr. Sunday, «fiz a corrida e ganhei.»   

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O que é tremendo é que um Deus de perfeita bondade pouco menos terrível seria, neste contexto, que um Sádico Cósmico. Quanto mais acreditamos que Deus fere apenas para curar, menos podemos acreditar que sirva de alguma coisa rogar-Lhe brandura. Um homem cruel podia ser comprado, podia cansar-se de tão vil prazer, podia ter um ataque temporário de piedade, como os alcoólicos têm ataques de sobriedade. Mas suponhamos que estamos perante um cirurgião cujas intenções são as melhores possíveis. Quanto mais bondoso e consciencioso for, tanto mais inexoravelmente continuará a cortar. Se ele cedesse aos nossos rogos, se parasse antes de a operação estar acabada, toda a dor sofrida até esse ponto teria sido inútil. Mas será crível que tais extremos de tortura nos sejam necessários? Bem, a escolha é nossa. As torturas acontecem. Se são desnecessárias, então Deus não existe ou é um Deus cruel. Se existe um Deus de bondade, então essas torturas são necessárias. Porque nenhum Ser, ainda que moderadamente bom, poderia de modo algum infligi-las ou permiti-las se o não fossem. 
Seja como for, é o nosso quinhão. 
Que pretendem a pessoas dizer quando afirmam "Não tenho medo de Deus porque sei que Ele é bom?" Será que nunca foram sequer ao dentista?

Original: A Grief Observed
Editora Grifo
páginas 79-81

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

No dia em que terminei de escrever a minha tese de doutorado, enviei o manuscrito para um colega. E pedi uma opinião sincera. Três dias volvidos, ele respondeu: "Você vai ser fuzilado pela banca". O problema estava na qualidade do texto. A tese estava bem escrita. Pior: bem escrita e totalmente compreensível. Eu tinha cometido uma heresia nas ciências sociais: escrever uma tese de doutorado com o propósito honesto de ser lido e compreendido. Sugestão dele para evitar o desastre: reescrever o texto e transformar cada parágrafo em paralelepípedo. Lembro essa história agora por dois motivos. Primeiro, porque Barton Swaim escreve na "Weekly Standard" sobre a qualidade da prosa acadêmica. Qualidade atroz, entenda-se. Por que motivo a fauna universitária faz um esforço tão tortuoso para ser tortuosa? Swaim arrisca três hipóteses. Para começar, as humanidades vivem o complexo de inferioridade que as atormenta desde o século 18, quando as ciências naturais deram o seu salto cosmológico. A impenetrabilidade dos textos humanísticos é uma forma de simular "profundidade". Depois, existe o problema das influências. Das más influências. O aluno escreve mal porque o supervisor e os seus pares escrevem pior. E porque as revistas da especialidade só publicam esses horrores. Por fim, a hipótese mais provável: a obscuridade obscurece. Quando nada temos de relevante para dizer, só há uma forma de esconder o vazio: com a babugem das palavras.

domingo, 2 de setembro de 2012

Eis que vêm os dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do Senhor. Andarão errantes de mar a mar, e do norte até o oriente; correrão por toda parte, buscando a palavra do Senhor, e não a acharão.
 
Amós 8:11-12

quinta-feira, 30 de agosto de 2012


Saudações do seu irmão em Cristo, Youcef Nadarkhani.
Estas palavras foram escritas para todos aqueles que estão preocupados com minha situação atual.
Primeiro, eu gostaria de informar a todos os meus amados irmãos e irmãs que estou em perfeita saúde, tanto física quanto espiritual. Estou tentando olhar para esses dias com outros olhos. Tento considerá-los como dias de exame e julgamento de minha fé. Creio ser em dias assim que torna-se mais difícil provar lealdade e sinceridade a Deus. Estou tentando fazer o melhor ao meu alcance para ficar bem utilizando os mandamentos que aprendi com Deus.
É claro que o desejo da minha carne é que esse tempo termine logo, mas tenho rendido meu espírito à vontade de Deus.
Eu não sou uma pessoa política nem sei sobre a cumplicidade política. Sei apenas que há muitas coisas em comum  em diferentes culturas, bem como diferenças gritantes. Essas diferenças podem gerar sérias críticas à minha atual situação e meu posicionamento diante disso. Muitas dessas críticas podem ser duras, aumentando assim nossos problemas.
De vez em quando sou informado sobre as notícias que estão se espalhando na mídia sobre mim. Sei do apoio de várias igrejas e políticos famosos que pedem minha libertação. Soube também de campanhas e atividades de direitos humanos protestando contra a pena de morte aplicada a mim. Eu acredito que tudo isso pode ser muito útil a fim de que eu possa alcançar liberdade.
Quero, de todo coração, agradecer a todos aqueles estão tentando atingir esse objetivo. Mas, infelizmente, também soube de protestos desordeiros, cheio de tumultos. Preciso deixar claro minha discordância nesse sentido. Peço que não usem meu nome para promoverem esses tumultos.
Eu tento ser humilde e obediente àqueles que estão no poder. Obediência as autoridades que Deus constitui em meu país. Oro para que eles aprendem a governar  segundo a vontade de Deus. Assim, eu tenho certeza de estar obedecendo a Palavra de Deus.
Como eu, muitos dos que estão presos, também tentam ser pessoas de testemunho e exemplo. Sei que as autoridades não tem nehuma queixa quanto ao nosso comportamento e isso expressa Cristo em nós.  Até mesmo quando tiram nosso direito de defesa, nos calamos e deixamos que o poder de Deus se manifeste em nossas vidas.
Peço a todos os amados que orem por mim. No final espero que a minha liberdade seja alcançada.
Que a graça de Deus e a misericórdia estejam com vocês agora e para sempre. Amém.
Youcef Nadarkhani

domingo, 26 de agosto de 2012

E peço isto: que o vosso amor abunde mais e mais, em ciência e em todo o conhecimento, para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum, até ao dia em Cristo, cheios de frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus.

Filipenses 1:9-11

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Israeli archaeologists recently discovered a coin, dating from the 11th century before Christ. It depicted "a man with long hair fighting a large animal with a feline tail." Ring any Old Testament bells?The coin was found near the Sorek River, which was the border between the ancient Israelite and Philistine territories 3,100 years ago. Sound vaguely familiar? The archaeologists thought so, too. While Shlomo Bunimovitz and Zvi Lederman of Tel Aviv University don't claim that the figure depicted on the coin is proof that Samson actually existed, they do see the coin as proof that stories about a Samson-like man existed independently of the Bible.


Stated differently, the story of Samson was not the literary invention of a sixth-century B.C. scribe living in Babylon, as has commonly been assumed by mainstream biblical scholarship.Bunimovitz and Lederman made another interesting discovery: the Philistine side of the river was littered with pig bones, while there were none on the Israelite side. Bunimovitz told the Israeli newspaper Haaretz that "these details add a legendary air to the social process in which the two hostile groups honed their separate identities . . ."

I suppose that's one way to put it. Another would be to see it as evidence of the Israelites' sense of being set apart from their pagan neighbors.
 
The findings at Sorek are only the latest in a series of archaeological discoveries that are changing the way modern historians look at biblical narratives. It's becoming more difficult for them to maintain that the narratives are pious fictions invented long after the era being depicted. The most famous of these discoveries is the 1994 discovery of a stele in Tel Dan bearing an inscription that contained the words "House of David." It was the first extra-biblical evidence of the Davidic dynasty. Prior to the discovery, many scholars doubted that David ever existed, much less founded a dynasty. The discovery was so out-of-line with expectations that more than a few insisted it must be a forgery. 
 
Today, it is clear to even the most skeptical scholar that-surprise!-there really was a David who founded a ruling dynasty. That dynasty included his son, Solomon, and evidence of Solomon's building projects described in Second Samuel have been found by archaeologists as well. 
 
 The Christian Post
20 de Agosto de 2012

Arqueólogos israelitas descobriram recentemente uma moeda, datada do século 11 antes de Cristo. Esta moeda tem representado "um homem com cabelo comprido a lutar com um animal com uma cauda felina". Faz lembrar qualquer coisa do Velho Testamento? A moeda foi encontrada perto do Rio Sorek, que constituía a fronteira entre os antigos territórios Israelitas e Filisteus, 3.100 ano atrás. Soa a algo vagamente familiar? Os arqueólogos também pensaram o mesmo. Embora Shlomo Bunimovitz e Zvi Lederman da Universidade de Tel Aviv não defendam que a figura refresentada na moeda seja uma prova de que Sansão tenha realmente exisitdo, eles vêem a moeda como uma prova de que as histórias sobre um homem parecido com Sansão circulavam independentemente da Bíblia.

Ou dito de outra forma, a história de Sansão não foi uma invenção literária de um escriba exilado na Babilónia no século 6 antes de Cristo, como habitualmente é assumido pelas principais correntes de académicos bíblicos. Bunimovitz e Lederman fizeram outra descoberta interessante: o lado Filisteu do rio estava cheio de ossos de porco, mas não havia nenhum do lado Israelita. Bunimovitz disse ao jornal Israelita Haaretz que "estes detalhes dão um ar lendário ao processo social no qual dois grupos hostis agudizavam as suas identidades separadas..."

Suponho que essa seja uma forma de por a coisas. Outra forma será ver isto como uma evidência do sentido dos Israelitas de povo separado dos seus vizinhos pagãos.

As descobertas no Sorek são apenas as mais recentes numa série de achados arqueológicos que estão a mudar a maneira como os historiadores modernos olham para as narrativas bíblicas. Está a tornar-se-lhes mais difícil manter que as narrativas são ficções religiosas inventadas muito depois do tempo em que se passavam. O mais famoso destes achados é a descoberta, em 1994, de uma laje em Tel Dan, onde constava uma inscrição com as palavras "Casa de David". Foi a primeira evidência extra-bíblica da dinastia Davídica. Antes desta descoberta, muitos académicos duvidavam que David tivesse sequer existido, quanto mais fundado uma dinastia. A descoberta foi tão inesperada que uma boa parte deles insistiu que devia ser uma fraude.

Hoje, é razoável mesmo para o académico mais céptico que, surpresa!, existiu realmente um David, que fundou uma dinastia real. Esta dinastia incluiu o seu filho, Salomão, e também já foram descobertos por arqueólogos indícios dos seus projectos de construção conforme descritos em Segunda de Samuel.

Algumas das descobertas vão para além da história e mostram o sentido de Israel do que significava ser o povo escolhido por Deus. Sítios datados antes do Exílio estão cheios de ídolos cananeus, evidência da apostasia que os profetas denunciavam e avisavam que levaria à desgraça. No entanto, não foi encontrado um único ídolo em sítios datados depois do Exílio. Claramente, os Judeus que regressaram do Exílio finalmente aprenderam verdadeiramente que "o Senhor nosso Deus é o único". Estas descobertas são entusiasmantes não apenas porque "provem" que o Cristianismo seja verdadeiro - há uma razão e chama-se "fé" - mas porque o Cristianismo, bem como o seu parente Judaísmo, fazem reivindicações históricas.

domingo, 19 de agosto de 2012

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

- Em segundo lugar - disse Caspian -, quero saber porque haveis permitido que se desenvolvesse esse abominável e desnaturado tráfico de escravos, contrário aos antigos usos e costumes destes domínios.
- É necessários e inevitável. Asseguro-vos que constitui uma parte essencial do desenvolvimento económico das ilhas. A nossa prosperidade actual depende dele.
- Que necessidade tendes de escravos?
- Para exportar, Majestade. São quase todos para vender aos Calormenitas; e temos outros mercados. Somos um grande entreposto comercial.
- Por outras palavras - prosseguiu Caspian -, não precisais deles. Dizei-me para que servem, a não ser para encher de dinheiro os bolsos de indivíduos da laia de Pug?
- A juventude de Vossa Majestade - disse Gumpas com um sorriso paternal - impede que possais compreender o problema económico em questão. Tenho estatísticas, tenho gráficos, tenho...
- Por muito jovem que seja, creio perceber tanto de tráfico de escravos como Vossa Senhoria. E não vejo que traga para as ilhas carne, pão, cerveja, vinho, madeira, couves, livros, instrumentos musicais, cavalos, armaduras, nem seja o que for de valioso. Mas, seja como for, tem de acabar.
- Mas isso era fazer os ponteiros do relógio andarem para trás - disse o governador sobressaltado. - Tendes alguma ideia do que é o progresso, o desenvolvimento?
- Já os vi em embrião. Em Nárnia chamamos-lhe corrupção. Esse tráfico tem de acabar.
- Não posso tomar as responsabilidade de uma medida dessas - retorquiu Gumpas.
- Muito bem. Então demito-vos do vosso cargo. Aproximai-vos, Sr. Bern. - E antes que Gumpas percebesse o que se passava, Bern estava ajoelhado com as mãos entre as mãos do rei, a prestar juramento de que iria governar as Ilhas Solitárias de acordo com os antigos usos e costumes, direitos e leis de Nárnia. - Acho que já tivémos suficientes governadores - prosseguiu Caspian, que nomeou Bern duque das Ilhas Solítárias. - Quanto a vós, senhor - disse a Gumpas -, perdoo-vos a vossa dívida do tributo. Porém, antes do meio-dia de amanhã, vós e os vossos companheiros deveis estar fora do castelo, que é agora a residência do duque.
- Isso está tudo muito bem - disse um dos secretários de Gumpas -, mas agora é melhor deixarmo-nos de conversas e passarmos aos aspectos práticos. A questão que se põe é que...
- A questão - disse o duque - é saber se não serão precisas umas boas chicotadas para partirdes.
Quando tudo ficou resolvido, Caspian mandou buscar cavalos.

O Caminheiro da Alvorada
Editora Gradiva
páginas 54-55

domingo, 12 de agosto de 2012

(...) muitos há, dos quais muitas vezes voz disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição, cujo deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas. Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar, também, a si todas as coisas.

Filipenses 3:18-21

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

In sum, there is no hard evidence to support the received wisdom that a wide range of behaviours that we associate with particular genders are actually biologically predetermined. The implication of this is that we need to look very hard indeed at how we reinforce stereotypes that diminish the potential of the boys and girls and the men and women around us.

You may not think this is relevant in the church but ask yourself this: when a girl between the age of 5 and 12 comes up to you in the coffee lounge after the service, what are most adults, whether male or female, likely to say to them after a general greeting and inquiry as to how they are? Let me tell you, because I've watched myself, and I've watched scores of people talk to my daughter and I've asked lots of adults. The answer almost always relates to something she's wearing or some aspect of her appearance. 'That's a pretty top.' Or, 'I like the way you've done your hair.' Well, in an appearance-obsessed world, it is important to affirm a girl's beauty but if the first comments that most of our young girls receive from virtually every Christian adult they meet is about their appearance, what message are they getting? Answer: exactly the same one they get from the world - what matters is what you wear and what you look like. How conformed to the world we may be. We need some new questions.


Ou seja, não há prova sólidas a apoiar o senso comum de que uma grande variedade de comportamentos que associamos a um género particular sejam determinados biologicamente. A implicação disto é que precisamos de ver muito cuidadosamente como é que temos reforçado estereótipos que diminuem o potencial de rapazes e raparigas, e de homens e mulheres.
Podes pensar que isto não é relevante na tua igreja, mas pergunta a ti mesmo: quando uma rapariga com idade entre 5 e 12 anos cruza-se contigo a seguir ao culto, o que é que é mais provável que a maior parte dos adultos, quer sejam homens ou mulheres, perguntem depois de perguntar "como é que estás"? Deixa-me dizer, porque já o observei, e vi montes de pessoas a falar com a minha filha, e já perguntei a muitos adultos. A resposta é que quase sempre é alguma coisa relacionada com o que ela tem vestido, ou algum pormenor da sua aparência. 'Tens um top muito giro', ou, 'Gosto desse penteado'. Num mundo obcecado com a aparência, é importante afirmar a beleza de uma rapariga, mas se os primeiros comentários que a maior parte das nossas jovens recebe de praticamente todos os cristãos adultos com quem se cruzam é sobre a aparência, que messagem estarão elas a receber? Resposta: exactamente a mesma que estão a receber do mundo - que o que importa é o que usas e o que pareces. Quão conformados com o mundo poderemos nós estar. Precisamos de arranjar perguntas novas.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012


No fim de contas, mais tarde ou mais cedo, quase todas religiões americanas transformam-se num Evangelho da Prosperidade. A manhã de Natal é o Sábado Americano, e idealmente, duraria o ano todo. O surpreendente é que este evangelho da prosperidade é a única crença americana que nunca vai morrer, mesmo quando as suas promessas parecem ter sido frustradas. Em quase todas as outras democracias ocidentais, o último rebentamento da bolha levantou dúvidas sobre o sistema que as faz inchar. Aqui, as pessoas que se encontram em posições de poder são as que querem encher bolhas ainda maiores, que continuam a acreditar nelas mesmo depois de rebentar, e que fazem da sua perfeição uma crença tão reluzente, segura e infalível, que poderia ter sido escrita por anjos em tábuas de ouro maciço.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

É comum ouvirmos crentes a mostrarem a sua preocupação em conhecer a vontade do Senhor. Querem saber que curso devem estudar, que casa devem comprar, com quem devem casar... dentro da vontade de Deus.

Tudo isto está certo. Mas algumas vezes, esquecemo-nos que a 'vontade de Deus', no sentido que esta frase tem na Bíblia, tem mais a ver com as nossas qualidades morais do que com as decisões concretas, sobre projectos de vida. Tem mais a ver com a pureza, a sobriedade e a integridade que nos devem caracterizar (ver, por exemplo, o Salmo 24:3-5) do que com o curso, a casa ou o casamento. Quando tratamos prioritariamente destas questões qualitativas, o Senhor encarrega-se de nos orientar nos outros aspectos também. Faz isto quando é realmente preciso, mesmo que nós às vezes achemos que o faz um pouco mais tarde do que gostaríamos! 

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Oh thank you for your love
Thank you for your love
When all is falling in the seizure of pain
Oh thank you for your love

Thank you for your love
Thank you for your love
When I was lost in the darkness
Oh thank you for your love

I want to thank you, oh
I want to thank you, oh
I want to thank you, oh
I want to thank you, oh

Thank you

Thank you for your love
Thank you for your love
When my mind was broken into a thousand pieces
Oh thank you for your love

I want to thank you, oh
I want to thank you, oh
I want to thank you, oh
I want to thank you, oh

Thank you
I thank you

sexta-feira, 20 de julho de 2012


His embrace, a fortress
It fuels me
And places
A skeleton of trust
Right beneath us
Bone by bone
Stone by stone

If you ask yourself patiently and carefully:
Who is it ?
Who is it that never lets you down ?
Who is it that gave you back your crown ?
And the ornaments are going around
Now they're handing it over
Handing it over

He demands a closeness
We all have earned a lightness
Carry my joy on the left
Carry my pain on the right


O seu abraço, uma fortaleza
que me dá energia
e estabelece
um esqueleto de confiança
sob nós
osso por osso
pedra por pedra

Se te perguntares cuidadosa e pacientemente:
Quem é ele?
Quem é ele, que nunca de deixa ficar mal?
Quem é ele, que devolveu a tua coroa?
E os ornamentos andam por aí
agora vão ser distribuídos
vão ser distribuídos

Ele exige uma proximidade
Todos nós adquirimos uma ligeireza
Leva a minha alegria na mão esquerda
Leva a minha dor na mão direita

sexta-feira, 13 de julho de 2012



 I'm not afraid
Of anything in this world
There's nothing you can throw at me
That I haven't already heard
I'm just trying to find
A decent melody
A song that I can sing
In my own company

I never thought you were a fool
But darling, look at you. Ooh.
You gotta stand up straight, carry your own weight
'Cause tears are going nowhere baby

You've got to get yourself together
You've got stuck in a moment
And now you can't get out of it
Don't say that later will be better
Now you're stuck in a moment
And you can't get out of it


I will not forsake
The colors that you bring
The nights you filled with fireworks
They left you with nothing
I am still enchanted
By the light you brought to me
I listen through your ears
Through your eyes I can see

You are such a fool
To worry like you do.. Oh
I know it's tough
And you can never get enough
Of what you don't really need now
My, oh my

You've got to get yourself together
You've got stuck in a moment
And you can't get out of it
Oh love, look at you now
You've got yourself stuck in a moment
And you can't get out of it
Oh lord look at you now
You've got yourself stuck in a moment
And you cant get out of it

I was unconscious, half asleep
The water is warm 'til you discover how deep
I wasn't jumping, for me it was a fall
It's a long way down to nothing at all

You've got to get yourself together
You've got stuck in a moment
And you can't get out of it
Don't say that later will be better
Now you're stuck in a moment
And you can't get out of it

And if the night runs over
And if the day won't last
And if your way should falter
Along this stony pass

It's just a moment
This time will pass

sexta-feira, 6 de julho de 2012


As I went down in the river to pray
Studying about that good old way
And who shall wear the starry crown
Good Lord, show me the way !

O sisters let's go down,
Let's go down, come on down,
O sisters let's go down,
Down in the river to pray.

O brothers let's go down,
Let's go down, come on down,
Come on brothers let's go down,
Down in the river to pray.

O fathers let's go down,
Let's go down, come on down,
O fathers let's go down,
Down in the river to pray.

O mothers let's go down,
Let's go down, don't you want to go down,
Come on mothers let's go down,
Down in the river to pray.

O sinners let's go down,
Let's go down, come on down,
O sinners let's go down,
Down in the river to pray.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

A Idade Média, conhecida como Idade das Trevas