Partilhei com um colega nestes dias o facto de me ter irado com uma pessoa por quem sentia, e sinto, muito amor. Considerava que o descontrole das minhas emoções era de certa maneira um fracasso que não podia ajudar a pessoa nem abonava ao meu favor. O colega disse-me que em tempos a sua irmã se afastou da fé, envolvendo-se em situações de imoralidade sexual. Ele ficou revoltado. Certo dia agarrou a sua irmã pel o braço e falou-lhe com indignação. Ele sentiu que tinha «ultrapassado os limites» com ela e considerou, como eu, que a conversa tinha fracassado.Depois, quando a sua irmã voltou à fé, o meu colega citou as suas palavras que a sua irmã lhe disse: «Lembras-te do momento em que me agarraste o braço assim? Foi nesse momento que eu senti que me amavas de verdade. E isso ajudou-me a voltar».Deus queira que os meus «fracassos» também possam refletir um amor genuíno – que por vezes se tem que manifestar pela ira. Nestas situações o «silêncio diplomático» de certeza não vai servir de m...
"Examinai tudo. Retende o bem", I Tessalonicenses 5:21