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A mostrar mensagens com a etiqueta *Assunto - Tecnologia

Do mal o menos, animou-se um pouco a conversa…

Infelizmente, o movimento instintivo derrubou um copo de vinho tinto por cima do aparelho de uma senhora de porte severo que se encontrava à minha direita e que, depois de soltar um grito agudo, lembrando o piar agoirento de algumas aves noturnas, começou a murmurar imprecações de teor algo insultuoso, enquanto procurava, desesperada, na carteira um lenço com que pudesse minorar os estragos provocados no pequeno engenho.  - Tem aqui o meu guardanapo - decidi mostrar-lhe a minha solicitude, a despeito dos lamentáveis impropérios que ciciava. - São coisas que acontecem quando menos se desejam… E de novo o Mendonça: - São coisas que não deviam acontecer, pois têm efeitos irreparáveis, sobretudo nesses modelos… Basta um pingo de suor, uma lágrima, um pouco de baba, para deixarem de funcionar! - Pois eu encomendei há dias um que pode levar-se para a banheira ou até para a piscina! - Elucidou o corcunda. - Ah, sim?! Mas que maravilha… e que prático! Era a voz da minha m...

Um jantar numa atmosfera nada agradável

Quanto ao jantar, consistiu numa refeição gastronomicamente correcta, mas devo dizer que decorreu numa atmosfera pouco ou nada agradável.  O silêncio devia-se ao facto perturbador de que quase todas aquelas pessoas tinham junto do respectivo prato um pequeno aparelho luminoso no qual deslizavam um dedo ou, no caso de uma senhora velhinha que devia ser avó do Mendonça, carregando um pauzinho preto, uma espécie de palito mais grosso e alongado. Percebi que se tratava de um objecto já em desuso, apropriado à idade da vetusta utente, cuja mão tremia enervantemente, sendo talvez por isso que lhe tinham fornecido o pauzinho, uma espécie de muleta electrónica. Desviei o olhar da macróbia numa louvável tentativa de iniciar qualquer conversação interessante, começando por um elogio à sopa de agriões, uma tradição muito portuguesa, mas ninguém me prestou atenção, pois verifiquei que estavam todos a ler e a escrever, mesmo enquanto levavam a colher à boca, uma série de frases curtas...
Olhai as pessoas seculares, para todo o mundo que se eleva sobre o povo de Deus: não será que se deformou nele a imagem de Deus e toda a verdade Dele? Eles têm a ciência, e a ciência tem apenas aquilo que é acessível aos sentidos. Ora, o mundo espiritual, a metade superior do ser humano, é rejeitada por completo, é expulsa jubilosamente, até com ódio. O mundo proclamou a liberdade, especialmente nos últimos tempos, e o que vemos na liberdade deles? Só escravidão e suicídio! Porque o mundo diz: "tens necessidades, portanto satisfá-las, porque tens os mesmos direitos que as pessoas mais nobres e mais ricas. Não temas satisfazê-las mas, inclusive, multiplica-as" – eis a doutrina actual do mundo. É nisso que eles vêm a liberdade. Então, o que resulta deste direito à multiplicação das necessidades? Entre os ricos, o isolamento e o suicídio espiritual, entre os pobres a inveja e o homicídio, porque os direitos foram dados, mas não foram indicados ainda os meios para satisfazê-los....

A Idade Média, conhecida como Idade das Trevas

A Idade Média, conhecida como "Idade das Trevas", foi uma das épocas de maior de-senvolvimento e criatividade técnica, artística e institucional da História. (...) todas as ditaduras exploram o povo para criar obras grandiosas à magnificência dos tiranos. Foi assim Roma e os reinos orientais. Destroçado o despotismo com a queda do império, a Cristandade gerou um surto de criatividade prática, pois as populações não temiam a pilhagem dos ditadores. Assim as realizações da Idade Média resultaram em melhorias da vida das aldeias, não em monumentos que os renascentistas poderiam admirar. Por isso esses intelectuais posteriores, nos seus gabinetes, desprezaram uma época sem mausoléus, enquanto louvavam as tiranias de que só conheciam a arquitectura e erudição. Os avanços conseguidos na chamada Idade das Trevas são impressionantes, todos dirigidos a melhorar a vida concreta (op. cit. c. II): ferraduras, arado, óculos, aquacultura, afolhamento trienal, chaminé, rel...
Most drone strikes take place within conventional warfare. Hundreds of armed US UAVs – and a handful of British ones – now patrol the skies above Afghanistan. Satellite control direct from the US is near-instant, as the pilot and navigator sit in air-conditioned comfort at an ever-expanding network of air force bases. More US pilots are now being trained to fly drones than for conventional fighter and bomber jets. Little wonder that the sequel to Tony Scott’s Top Gun is likely to be set on a drone base, a world where “kids play war games” by day “and then they party all night”. A maior parte dos ataques de drones ocorre no contexto da guerra convencional. Centenas de UAV's americanos armados - e uma mão cheia de britânicos - patrulham actualmente os céus do Afeganistão. O controlo directo por satélite a partir dos Estados Unidos é quase instantâneo, em que o piloto e o navegador estão sentados confortavelmente numa sala com ar condicionado, numa rede de bases da forç...