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A mostrar mensagens com a etiqueta 1979 dC

Uma defesa da solidão

Vivemos numa sociedade em que a solidão se tornou numa das feridas mais dolorosas. A competição e a rivalidade que impregnam as nossas vidas, desde o nascimento, criaram em nós uma percepção muito acentuada do nosso isolamento. Esta percepção deixou, por sua vez, muitas pessoas com uma ansiedade exacerbada e um desejo imenso de experimentar a unidade e a comunhão. Levou também as pessoas a inquirir de novo como é que o amor, a amizade e a irmandade as pode libertar do isolamento e proporcionar-lhes um sentido de intimidade e de pertença. Tudo à nossa volta nos fala de como os habitantes do mundo ocidental tentam escapar a essa solidão. A psicoterapia, os diversos institutos que proporcionam experiências de grupo com técnicas de comunicação verbais e não-verbais, cursos de Verão e conferências patrocinadas por intelectuais, educadores e «curiosos» onde as pessoas podem partilhar problemas comuns, inúmeras experiências que procuram criar liturgias íntimas, onde a paz não é apenas anuncia...

O homem nuclear

O homem nuclear é aquele que compreende que os seus poderes criativos contêm o potencial da autodestruição. Ele apercebe-se de que, nesta era nuclear, vastos e novos complexos industriais permitem ao homem produzir numa hora o que outrora levava anos a produzir, mas compreende igualmente que estas mesma indústrias perturbaram o equilíbrio ecológico e, através da poluição atmosférica e sonora, contaminaram o seu próprio ambiente. O homem nuclear conduz automóveis, ouve telefonia e vê televisão, mas perdeu a capacidade de compreender o funcionamento dos instrumentos de que se serve. Vê à sua volta uma tal variedade e abundância de objectos úteis que a escassez já não lhe motiva a vida, mas ele anda simultâneamente às apalpadelas à procura de uma direcção e em busca de sentido e de objectivo. Durante este processo, ele sofre do conhecimento inevitável de que o seu tempo é o tempo em que se tornou possível ao Homem destruir não só a vida mas também a possibilidade de renascimento, não só...

It's my house

It's my house and I live here (I wanna tell you) It's my house and I live here There's a welcome mat at the door And if you come on in You're gonna get much more There's my chair I put it there Everything you see Is with love and care On the table, there sits a rose Through every window A little light flows Books of feeling on the shelf above 'cause it was built for love I was built for love There's a candle to light the stairs Where my dreams await someone to share Oh, there's music on the radio And good vibrations won't let me go I put my name on the ceilin' above 'cause it was buillt for love You say you wanna move in with me You say you wanna move in with me Got to follow the rules to get me Got to follow the rules to get me You wanna visit my house Say you wanna drop by Wanna visit my house, yeah To see me sometimes
O esfacelamento da ciência modificou o objectivo da pesquisa. Os estudiosos já não mais legitimam a sua obra participando da procura do conhecimento científico. Sua meta agora é o "grau de desempenho", e não a "verdade". O patrocínio financeiro que ampara a pesquisa não tem por objectivo promover a emancipação da humanidade ou a ampliação do conhecimento; seu propósito é o crescimento do seu poder. A pergunta deixou de ser "será verdade?" e passou a ser "para que serve?" A questão da utilidade equivale à pergunta "dá para vender?" ou, em contextos de ênfase no poder, "é eficiente?"
When I was young, it seemed that life was so wonderful, a miracle, oh it was beautiful, magical. And all the birds in the trees, well they'd be singing so happily, joyfully, playfully watching me. But then they send me away to teach me how to be sensible, logical, responsible, practical. And they showed me a world where I could be so dependable, clinical, intellectual, cynical. There are times when all the world's asleep, the questions run too deep for such a simple man. Won't you please, please tell me what we've learned I know it sounds absurd but please tell me who I am. Now watch what you say or they'll be calling you a radical, liberal, fanatical, criminal. Won't you sign up your name, we'd like to feel you're acceptable, respectable, presentable, a vegetable!
Surrender your crown on this blood-stained ground, take off your mask He sees your deeds, He knows your needs even before you ask How long can you falsify and deny what is real ? How long can you hate yourself for the weakness you conceal ? Of every earthly plan that be known to man, He is unconcerned He's got plans of his own to set up His throne When He return.