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A mostrar mensagens com a etiqueta *Obra - A mensagem dos gálatas
Esta era a posição do judeu e do judaizante. Paulo os descreve como “procurando estabelecer a sua própria (justiça)”(Romanos 10:3). Esta tem sido a religião do povo comum, antes e depois deles. É a religião que se encontra nas ruas, hoje. De facto, é o princípio fundamental de cada sistema religioso e moral do mundo, excepto o Cristianismo do Novo Testamento. É um princípio popular porque é lisonjeiro. Ele diz ao homem que, se ele tão somente conseguir melhorar um pouco o seu comportamento e se ele se esforçar um pouquinho mais, conseguirá obter a sua própria salvação. 
Quando o Cristianismo é considerado como liberdade em Cristo (e é o que é), os cristãos não ficam em subserviência para com os mestres humanos, porque a sua ambição é alcançar a maturidade em Cristo. Mas quando o Cristianismo se transforma em servidão a regras e regulamentos, suas vítimas ficam inevitavelmente sujeitas, amarradas aos seus mestres, como na Idade Média.
Durante os meses em que preguei estes sermões, eu dizia e repetia para mim mesmo: “Eis-nos aqui, uma congregação londrina relativamente sofisticada, em pleno século XX, dedicando-nos, semana após semana ao estudo sistemático de uma pequena carta escrita no primeiro século por um cristão judeu que era, na época, pouco conhecido, e destinada a umas obscuras igrejas escondidas nas montanhas da Galácia.” Extraordinário! Será que existe na nossa geração qualquer outro documento tão antigo que desperte tanta atenção de tanta gente por um período tão longo? Eu acho que não, a não ser outros documentos bíblicos. O estudo deixou-me mais convencido do que nunca da inspiração divina e, portanto, da autoridade permanente e da relevância das Escrituras