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A mostrar mensagens com a etiqueta *Assunto - Dignidade

The Weight of Glory - 13

(...) Entretanto, a cruz vem antes da coroa e amanhã é segunda-feira de manhã. Abriu uma fenda nas muralhas impiedosas do mundo, e somos convidados a seguir o nosso Capitão lá para dentro. Segui-Lo é, obviamente, o ponto essencial. E assim sendo, poderá ser perguntado sobre qual a aplicação prática destas especulações com que nos temos presenteado. Consigo lembrar-me de pelo menos uma aplicação. É possível que cada um pense demasiado na sua potencial glória na próxima vida; é mais dificilmente possível que se pense o mesmo com demasiada frequencia ou profundidade em relação ao seu próximo. A carga, ou o peso, ou o fardo da glória do meu próximo deve ser depositada nas minhas costas, uma carga tão pesada que só a humildade pode carregá-la, e as costas dos orgulhosos cederão. É uma coisa séria viver numa sociedade de possíveis deuses e deusas, lembrar que a pessoa mais aborrecida e desinteressante com que possas ter falado, um dia poderá ser uma criatura que, se a visses agora, sentir-...
En los países orientales no hay base real para la dignidad del hombre. Por tanto, debe señalarse que el marxismo idealista pudo solamente haber aparecido como una herejía cristiana.; jamás podía haberse originado en el Oriente, porque no hay lugar para una dignificación genuina del hombre en el Oriente panteísta. El marxismo idealista es una herejia judeo-cristiana. Nos países orientais não há um fundamento real para a dignidade do homem. Portanto, deve salientar-se que o marxismo idealista só podia ter aparecido como uma heresia cristã; jamais poderia ter nascido no Oriente, porque não há lugar para uma dignificação genuína do homem no Oriente panteísta. O Marxismo idealista é uma heresia judaico-cristã.
Depois morres, amortalham-te à pressa, um qualquer, refilando – não há tempo! –, ninguém para te benzer, ninguém mesmo para soltar um pequeno suspiro por ti, depressa que se faz tarde. Compram-te um caixão barato, tiram-te da cave, como tiraram de manhã essa desgraçada, fazem o teu banquete de luto numa taberna. Na campa rasa – a lama, a sujidade, essa neve líquida; para quê fazer cerimónias? «Toca a baixá-la, Vânia; lá vai a má sina dela – de pernas para o ar aqui também, a grande porca. Mas encurta-me essas cordas rapaz» «Estão bem assim.» «Mas como é que estão bem assim? Não vês que ela está de lado? É um ser humano, ao fim e ao cabo! E depois, que se amole! Vai, deita a terra.» Os coveiros não vão querer zangar-se por tua causa.