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A mostrar mensagens com a etiqueta *Assunto - Religião

O sentido de humor do leninismo com a religião

Religião. Parece inadequado considerar esta matéria na rubrica «intervenções»: neste campo, as actividades de Estaline careciam de substância teológica. Desde o início, a linha bolchevique tinha sido de «ateísmo militante». À parte a imposição de pobreza e da opressão, «nenhum acto do governo de Lenin», crê Richard Pipes,    trouxe maior sofrimento à população geral, as chamadas «massas», do que a profanação das suas crenças religiosas, o encerramento dos seus lugares de culto e os maus tratos infligidos ao clero.  A par de qualquer outra reunião de duas ou mais pessoas, o culto organizado era «considerado prova cabal de intentos contra-revolucionários». O brutal ataque à igreja, em particular à Igreja Ortodoxa Russa (atrasada, corrupta e fatalmente comprometida pelas suas ligações à polícia czarista) talvez fosse politicamente compreensível, daí as pilhagens e linchamentos, a caça aos padres, os julgamentos sumários, as execuções. Mas foi intenção extraordinária do regim...

Arte religiosa às vezes

Toda a verdadeira arte é uma expressão do sagrado.  A arte religiosa às vezes também o é. Pensar  Página 329 Vergílio Ferreira  1992 dC  Editora: Bertrand

Diferenças entre as religiões inglesa e portuguesa

Foi com viva emoção que assisti pela primeira vez a uma cerimónia religiosa na abadia de Westminster. Encantou-me a distinção natural, a sóbria elegância do vestuário, a dignidade daqueles fiéis que, de pé, afinadíssimos, entoavam: «Aleluia! Aleluia!...», e não pude evitar uma expressão escarninha, mista de ironia, sarcasmo e até algum nojo, ao pensar nos formigames de andrajos, de pústulas, de aleijões, que se arrastam pelas estradas lusitanas, mesclando-se em massas híbridas e descomunais de povaréu lamuriento, conclaves mundiais de moléstias e pedinchice, no charnequenho lugar da Cova da Iria!... Nem a honrosa presença de altíssimos dignatários da diplomacia mundial, de governantes ilustres, de prestigiadas individualidades da vida civil e militar, das mais imponentes e paramentadas figuras da hierarquia clerical, do próprio Papa, que também já por lá andou a suportar, com assinalável estoicismo, capaz de se infectar, a proximidade promíscua do magote insalubre, a escutar e mesmo ...
A case in point: the popular Facebook page “I f*cking love science” posts quick-take variations on the “science of x” theme, mostly images and short descriptions of unfamiliar creatures like the pink fairy armadillo, or illustrated birthday wishes to famous scientists like Stephen Hawking. But as the science fiction writer John Skylar rightly insisted in a fiery takedown of the practice last year, most people don’t f*cking love science, they f*cking love photography—pretty images of fairy armadillos and renowned physicists. The pleasure derived from these pictures obviates the public’s need to understand how science actually gets done—slowly and methodically, with little acknowledgement and modest pay in unseen laboratories and research facilities.  The rhetoric of science has consequences. Things that have no particular relation to scientific practice must increasingly frame their work in scientific terms to earn any attention or support. The sociology of Internet use suddenly tr...
Esta era a posição do judeu e do judaizante. Paulo os descreve como “procurando estabelecer a sua própria (justiça)”(Romanos 10:3). Esta tem sido a religião do povo comum, antes e depois deles. É a religião que se encontra nas ruas, hoje. De facto, é o princípio fundamental de cada sistema religioso e moral do mundo, excepto o Cristianismo do Novo Testamento. É um princípio popular porque é lisonjeiro. Ele diz ao homem que, se ele tão somente conseguir melhorar um pouco o seu comportamento e se ele se esforçar um pouquinho mais, conseguirá obter a sua própria salvação. 
The Minnesota researchers tracked down every pair they could find—and measured traits related to almost every aspect of life: health, cognition, personality, happiness, career, creativity, politics, religion, sex and much more. The Minnesota study reveals genetic effects on virtually every trait. The breakdown between nature, nurture and everything else varies from trait to trait. But Ms. Segal emphasizes the uniformity of the results—the consistent power of genes, the limited influence of parenting. Some findings go down easy: As most would expect, identical twins raised apart have virtually identical heights as adults. Some findings seem obvious after the fact: Genes, but not upbringing, have a pretty big effect on personality traits like ambition, optimism, aggression and traditionalism. Other findings perennially cause outrage: The IQs of separated identical twins are almost as similar as their heights. Critics of intelligence research often hail the importance of practice ra...
None of this convinced the author of the article or other commenters. The general conviction was that Williams had not acted decisively for conservative causes, especially regarding sexuality, and therefore that anything he said or wrote that savored of theological orthodoxy amounted to protective coloration at best and outright deceit at worst. In their minds, he was the enemy of orthodoxy and therefore their enemy, and could be granted the benefit of no doubt. (Never mind that on liberal Anglican blogs he was simultaneously being condemned for having sold out to the forces of right-wing reaction. And never mind what Jesus said about loving your enemies, even assuming that Williams really is an “enemy.”) They believed that Williams was wrong and had to be resisted by all available means, tarred by any brush at hand. My response to this attitude is summed up perfectly in Archbishop Sentamu’s lament about a “general disregard for the truth.” The author and commenters bristled at ...

Espirituais mas não espirituais?

By the 1970s, as a student evangelist in Canada, Chile, Brazil and the Philippines I had a chance to engage with students who showed this new openness to the religious. I remember the physics student in Mexico who shouted at me during the question time in a lecture at the National Autonomous University of Mexico, 'We are not any more interested in Marx and how to change the world. What I would like to know is if the Christian faith has a method for developing the potential of the spiritual forces inside me'. In many cases this new attitude allowed Christians to demonstrate a freer and uninhibited expression of their faith through prayer, song and drama in the open air. I found myself involved in dialogues with people whose language was strangely similar to the language of some forms of evangelicalism: joy in the heart, a feeling of self-realization, a sense of peace and harmony, a feeling of goodwill towards all human beings, including animals and planet earth. However, when I...
Não deveria nos surpreender ou nos assustar que todas as culturas possuem mitos sobre a criação, lendas sobre o dilúvio e conceitos rituais similares. Deveríamos esperar isso. E não devemos tremer diante do erudito moderno que vê a invenção histórica em origens míticas. O facto de haver uma similaridade entre o mito no cristianismo e em outras religiões não significa que o cristianismo está em pé de igualdade com essas religiões ou subordinado a um monomito cristão mais genérico. O próprio cristianismo é a verdadeira encarnação do monomito na história, e as outras mitologias o reflectem e o distorcem, como se fossem espelhos sujos ou quebrados.
Segundo Campbell, todas as religiões e mitologias são apenas manifestações locais de uma verdade singular do que ele chama de ‘monomito’ do herói. O monomito, em sua forma mais básica, consiste de uma viagem de separação do herói desde a sua iniciação até ao retorno, e incorpora a redenção de uma maneira que iremos discutir no próximo capítulo, quando falarmos sobre a estrutura da história. Campbell procura provar a sua tese com uma recitação eclética de muitas das histórias do mundo, desde os mitos da criação até as lendas sobre o dilúvio e os heróis da fé.
Não restam nenhumas dúvidas de que a mudança de métodos e de tácticas não significa uma mudança dês princípios básicos comunistas e isto foi cinicamente claro nas declarações de Kravchenko: «O comissário Missonov apresentou a justificação para a mudança da nossa táctica na seguinte declaração: A nossa nova política para com a religião será valiosa para enfrentar a propaganda anti-soviética dos católicos romanos, dos luteranos e de outros grupos religiosos… por outro lado, temos uma oportunidade de aproximar a Igreja Ortodoxa noutros países da Rússia e fazer de Moscovo a terceira Roma… Não vos preocupeis se a próxima geração será religiosa... é evidente que um jovem com tendências religiosas não pode ter a esperança de fazer carreira. Nós podemos mais do que os sacerdotes.»