sexta-feira, 28 de agosto de 2009


Is it much to admit I need
A solid soul and the blood I bleed
With a little girl, and by my spouse
I only want a proper house

I don't care for fancy things
Or to take part in a precious race
And children cry for the one who has
A real big heart and a father's grace

I don't mean to seem like I care about material things like a social status
I just want four walls and adobe slabs for my girls

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ora o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, e ele de ninguém é discernido. Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

I believe that the black magic of witchcraft has been much more practical and much less poetical than the white magic of mythology. I fancy the garden of the witch has been kept much more carefully than the woodland of the nymph. I fancy the evil field has even been more fruitful than the good. To start with, some impulse, perhaps a sort of desperate impulse, drove men to the darker powers when dealing with practical problems. There was a sort of secret and perverse feeling that the darker powers would really do things; that they had no nonsense about them. And indeed that popular phase exactly expresses the point. The gods of mere mythology had a great deal of nonsense about them. They had a great deal of good nonsense about them; in the happy and hilarious sense in which we talk of the nonsense of Jabberwocky or the Land where Jumblies live. But the man consulting a demon felt as many a man has felt in consulting a detective, especially a private detective; that it was dirty work but the work would really be done. A man did not exactly go into the wood to meet a nymph; he rather went with the hope of meeting a nymph. It was an adventure rather than an assignation. But the devil really kept his appointments and even in one sense kept his promises; even if a man sometimes wished afterwards, like Macbeth, that he had broken them.




Acredito que a magia negra da bruxaria sempre foi bastante mais prática e bem menos poética do que a magia branca da mitologia. Imagino o jardim da bruxa a receber muito mais cuidado do que o bosque da ninfa. Imagino o lado do mal a ser muito mais frutífero do que o do bem. Logo à partida, um impulso, talvez uma espécie de impulso desesperado, levou o homem aos poderes das trevas quando se deparava com problemas práticos. Havia uma espécie de sentimento secreto e perverso de que os poderes sombrios fariam as coisas acontecer efectivamente; de que não havia neles nada de absurdo. E de facto, aquela época mostra esta ideia. Os deuses da mera mitologia estavam cheios de absurdidade. Estavam cheios de absurdidade, da mesma forma alegre e hilariante que nos referimos ao absurdo do Jabberwocky ou da terra onde os Jumblies vivem. Mas o homem que vai consultar um demónio sente-se como alguém que vai ao detective, especialmente um detective privado; que tinha um trabalho sujo para fazer mas ele resolveu o problema efectivamente. Um homem não ia exactamente ao bosque ter com uma ninfa; ele ia na esperança de encontrar uma ninfa. Era mais uma aventura do que um encontro marcado. Mas o diabo mantinha realmente os seus compromissos e de certa forma, até mantinha as suas promessas, mesmo se o homem desejasse, afinal, como Macbeth, que ele as quebrasse.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

E o anjo do Senhor falou a Filipe, dizendo: Levanta-te, e vai para a banda do sul, ao caminho que desce de Jerusalém para Gaza, que está deserta. E levantou-se, e foi; e eis que um homem etíope, eunuco, mordomo-mor de Candace, rainha dos etíopes, o qual era superintendente de todos os seus tesouros, e tinha ido a Jerusalém para adoração, regressava e, assentado no seu carro, lia o profeta Isaías.
E disse o Espírito a Filipe: chega-te, e ajunta-te a esse carro. E correndo Filipe, ouviu que lia o profeta Isaías, e disse: entendes tu o que lês? E ele disse: como poderei entender, se alguém me não ensinar? E rogou a Filipe que subisse e com ele se assentasse. E o lugar da escritura que lia era este: foi levado como a ovelha para o matadouro, e, como está mudo o cordeiro diante do que o tosquia, assim não abriu a sua boca. Na sua humilhação, foi tirado o seu julgamento; e quem contará a sua geração? Porque a sua vida é tirada da terra.
E, respondendo o eunuco a Filipe, disse: rogo-te, de quem diz isto o profeta? De si mesmo, ou de algum outro? Então Filipe, abrindo a sua boca, e começando nesta escritura, lhe anunciou a Jesus.
E, indo eles caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja baptizado? E disse Filipe: é lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo ele, disse: creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus. E mandou parar o carro, e desceram ambos à água, tanto Filipe como o eunuco, e o baptizou.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

(…) o pecado é uma qualidade implicitamente agressiva – uma crueldade, um ferimento, um afastamento de Deus e do restante da humanidade, uma alienação parcial, ou um acto de rebelião… O pecado possui uma qualidade voluntariosa, desafiadora ou desleal: alguém é desafiado ou ofendido ou magoado. Ignorar isto seria desonesto. Confessá-lo capacitar-nos-ia a fazer algo a seu respeito. Além do mais, o regresso do pecado inevitavelmente levaria ao reavivamento ou reafirmação da responsabilidade pessoal. De facto, a utilidade de reviver o pecado é que a responsabilidade seria reavivada com ele.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009


Surrender your crown on this blood-stained ground, take off your mask
He sees your deeds, He knows your needs even before you ask
How long can you falsify and deny what is real ?
How long can you hate yourself for the weakness you conceal ?
Of every earthly plan that be known to man, He is unconcerned
He's got plans of his own to set up His throne
When He return.

sábado, 8 de agosto de 2009

Eu não sou adepto do computador. Gosto de escrever à mão. Mas a Internet é uma maravilha extraordinariamente importante e interessante. Não sou daqueles escritores que acham que a Internet vai constituir um perigo para o livro, e tak. Aquela velha história. Acho que não. O livro é o livro. É um instrumento. Como o martelo, digamos. É evidente que o Black & Decker é mais rápido para fazer um furo mas o martelo não deixou de existir. E a tesoura também não. Nem a bicicleta.