sexta-feira, 29 de janeiro de 2010



While you are away
My heart comes undone
Slowly unravels
In a ball of yarn
The devil collects it
With a grin
Our love
In a ball of yarn

He'll never return it

So when you come back
We'll have to make new love

sobre o iPad

Jack Bauer will want to return for another season of 24 just so he can download schematics and track vehicles on it. Bond will have one. Jason Bourne will have one. Some character, in a Tron like way, might even be trapped in one.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

wisdom is "the God given insight into our human circumstances and situations that enables a man to see God's will, coupled with a whole-hearted desire to see it done

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

"- Lógica! - Exclamou o profesor, mais para si do que para os garotos. - Porque não ensinam Lógica nas nossas escolas? Só há três possibilidades. Ou a vossa irmã anda a mentir, ou está louca, ou está a dizer a verdade. Vocês sabem que ela não mente, e é óbvio que não está louca. Então por agora, e a menos que surjam outros indícios em contrário, temos de partir do princípio de que ela está a dizer a verdade.
Susan olhou-o com toda a atenção e, pela expressão do seu rosto, teve a certeza de que ele não estava a troçar deles.
- Mas como poderia iso ser verdade, professor? - perguntou Peter?
- Porque dizes isso?
- Bem, por um lado, se fosse real, porque não encontraram todas as pessoas esse país de cada vez que vãoao guarda-fatos? Quero dizer, não havia lá nada quando nós olhámos; e a Lucy também confirmou que, de facto, não havia.
- Que tem isso a ver com o assunto?
- Bem, professor, quando as coisas são reais, existem sempre - explicou Peter.
- Existem? - perguntou o professor. E Peter ficou sem saber o que quereria ele dizer.
- Mas não houve tempo - disse Susan. A Lucy não teve tempo de ir a parte nenhuma, mesmo que esse lugar existisse. Apareceu a correr atrás de nós mal saímos da sala. Levou menos de um minuto e afirmou ter passado lá horas.
- É isso que torna tão provável o facto de a história ser verdadeis. Se houver uma porta nesta casa que conduza a um outro mundo (e devo avisar-vos de que esta casa é muito estranha e de que eu mesmo sei muito pouco a seu respeito), se, repito, ela foi até outro mundo, não me surpreenderia nada descobrir que esse mundo tinha um tempo diferente do nosso; de modo que, por muito tempo que lá ficasse, isso não seria tempo nenhum no nosso. Por outro lado, nãoi julgo que muitas meninas da idade dela inventassem uma coisa dessas. Se ela tivesse andado a fingir, ter-se-ia escondido durante um tempo razoável antes de aparecer a contar-vos a história.
- Mas o professor quer mesmo dizer que pode haver outros mundos em toda a parte, mesmo aqui pertinho? - perguntou Peter
- Nada é mais provável - respondeu o professor, tirando os óculos e começando a limpá-los, enquanto resmungava baixinho: Que lhes ensinarão na escola?"

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

"- Como sabem que a história da vossa irmã não é verdadeira?
- Mas... - começou Susan a dizer, e depois interrompeu-se. Pela cara do professor, via-se que ele falava muito a sério. Seguidamente recompôs-se e prosseguiu: - Mas o Edmund disse que só tinham estado a fingir.
- Isso é um aspecto da questão em que vale a pena reflectir com todo o cuidado. Por exemplo... Desculpem estar a fazer perguntas... Mas, segundo a vossa experiência, qual dos vossos dois irmãos é de maior confiança? Quero dizer, qual deles é mais sincero?
- Isso é que é esquisito, professor. Até agora teríamos dito sempre que era a Lucy - respondeu Peter.
- E qual é a tua opinião, minha querida? - perguntou o professor, virando-se para Susan.
- De uma maneira geral, diria o mesmo que o Peter, mas toda a história acerca do bosque e do fauno não pode ser verdade.
- Isso é que eu já não sei - respondeu o professor. - Mas chamar mentirosa a alguém a quem sempre consideraram sincera é uma coisa muito grave; mesmo muito grave.
- Estávamos com receio que ela nem estivesse a mentir - explicou Susan. - Pensámos que talvez houvesse algum problema com a Lucy.
- Que tivesse enlouquecido, é o que querem dizer? - perguntou o professor com frieza? - Oh, podem ficar descansados a esse respeito. Basta olhar para ela e falar com ela para se ver que não está maluca.
- Mas então... - começou Susan a dizer. Nunca sonhara que um adulto pudesse falar como o professor e não sabia o que pensar."

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010



There are places I don't remember
There are times and days, they mean nothing to me
I've been looking through some of them old pictures
They don't serve to jog my memory

I'm not waking in the morning, staring at the walls these days
I'm not getting out the boxes, spread all over the floor
I've been looking through some of them old pictures
Those faces they mean nothing to me no more

Chorus:

I travel light
You travel light
Everything Ive done
You say you can justify, mmm you travel light
I can't pick them out, I can't put them in these sad old bags
Some things you have to lose along the way
Times are hard, I'll only pick them out, wish I was going back
Times are good, you'll be glad you ran away
(chorus)

Do you remember, how much you loved me?
You say you have no room in that thick old head
Well it comes with the hurt and the guilt, and the memories
If I had to take them with me I would never get from my bed
Theres a crack in the roof where the rain pours through
Thats the place you always decide to sit
Yeah I know I'm there for hours, the water running down (my) (your)face
Do you really think you keep it all that well hid?

No but I travel light
You dont travel light
Everything I've done
Its just a lie, you don't travel light

I'm travelling light
No you don't travel light
I'm travelling light
No, no, you don't travel light
I'm travelling light
You don't travel light

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

If the sender is a humpback whale, the message a series of subsonic emissions and the receiver a deaf man paddling in the surf, there problably will be no communication.

sábado, 16 de janeiro de 2010


"Various developments such as the 1980 Bayh-Dole Act in the United States, and the rise of the spin-out companies from universities, mean that research has become more intrinsically bound up with the commercial world. "Many biotech companies are now led by financial directors rather than scientific directors, (...)" "

"The past decade has seen a rise in the number of financial experts appointed to influential positions in biotech companies, for instance. And since the end of the Cold War, he says, the central role of science has become less about security and more about economy, with science and technology becoming central to many nations’ economic strategy."

“We tend often to really have rather too much overconfidence. We may exaggerate, simply because [stem cell research, for example] is an area where we need support, where we need the support of the public, and we need to persuade them. And I
think we can go about persuading people a bit too vigorously sometimes.”

"Hilary Rose says that while there are plenty of reasons to be critical of the former U.S. President George W. Bush’s hostility to hESC (human Embryonic Stem Cell) research, the restrictions forced scientists to think harder about how to make the most of alternatives. “It almost feels like hurray for George Bush,” she says. Sociologist Christine Hauskeller, Senior Research Fellow at the ESRC Centre for Genomics in Society, University of Exeter, UK, points out that many countries other than the United States sought alternatives to hESCs in the light of ethical objections."

“If we already know what scientists must produce, then it’s not science — it’s called engineering.”

"(...) an overemphasis on certain research trajectories, and overoptimistic expectations of what they can deliver, can obscure political and social solutions to problems.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010



Oh Lord, won’t you buy me a Mercedes Benz ?
My friends all drive Porsches, I must make amends.
Worked hard all my lifetime, no help from my friends,
So Lord, won’t you buy me a Mercedes Benz ?

Oh Lord, won’t you buy me a color TV ?
Dialing For Dollars is trying to find me.
I wait for delivery each day until three,
So oh Lord, won’t you buy me a color TV ?

Oh Lord, won’t you buy me a night on the town ?
I’m counting on you, Lord, please don’t let me down.
Prove that you love me and buy the next round,
Oh Lord, won’t you buy me a night on the town ?

Everybody!
Oh Lord, won’t you buy me a Mercedes Benz ?
My friends all drive Porsches, I must make amends,
Worked hard all my lifetime, no help from my friends,
So oh Lord, won’t you buy me a Mercedes Benz ?

That’s it!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

“No fim dos tempos, milhares de milhões de pessoas estavam espalhados numa grande planície perante o trono de Deus.
A maioria fugia da luz brilhante que lhes apresentava pela frente. Mas alguns grupos falavam animadamente – não com vergonha abjecta, mas com beligerância.
‘Pode Deus julgar-nos? Como pode ele saber acerca do sofrimento?’ perguntou uma impertinente jovem de cabelos negros. Ela rasgou a manga da blusa e mostrou um número que lhe fora tatuado num campo de concentração nazi. ‘Nós suportámos o terror… espancamentos… tortura… morte!’
Em outro grupo um rapaz negro abaixou o colarinho. ‘E que dizer disto?’, exigiu ele, mostrando uma horrível queimadura de corda. ‘Linchado… pelo único crime de ser preto!’
Noutra multidão, uma estudante grávida, de olhos malcriados. ‘Porque devo sofrer?’, murmurou ela. ‘Não foi culpa minha.’
Por toda a planície havia centenas de grupos como esses. Cada um deles tinha uma reclamação contra Deus por causa do mal e do sofrimento que ele havia permitido no seu mundo. Quão feliz era Deus por viver no céu onde tudo era doçura e luz, onde não havia choro nem medo, nem fome nem ódio. O que sabia Deus acerca de tudo o que o homem fora forçado a suportar neste mundo? Pois Deus leva uma via muito protegida, diziam.
De modo que cada um desses grupos enviou o seu líder, escolhido por ter sido o que mais sofreu. Um judeu, um negro, uma pessoa de Hiroshima, um artrítico horrivelmente deformado, uma criança talidomídica. No centro da planície tomaram conselho uns com os outros. Finalmente, estavam prontos para apresentar o seu caso.
Antes que pudesse qualificar-se para ser juiz deles, Deus deve suportar o que suportaram. A decisão deles foi que Deus devia ser condenado a viver na terra – como homem!
‘Que ele nasça judeu. Que haja dúvida acerca da legitimidade do seu nascimento. Dê-se-lhe um trabalho tão difícil que, ao tentar realizá-lo, até mesmo a sua família pensará que ele está louco. Que ele seja traído por seu amigos mais íntimos. Que ele enfrente acusações falsas, seja julgado por um juiz preconceituoso, e condenado por um juiz covarde. Que ele seja torturado. Finalmente, que ele conheça o terrível sentimento de estar sozinho. Então que ele morra. Que ele morra de tal forma que não haja dúvida de que morreu. Que haja uma grande multidão de testemunhas que o comprove.’
E quando o último acabou de pronunciar a sentença, houve um longo silêncio. Ninguém proferiu palavras. Ninguém se moveu. Pois, de súbito, todos sabiam que Deus já havia cumprido a sua sentença.”
Many people seem to think that the sole theme of the Bible is that of our personal relationship to God. Of course that is one of the central themes, and we thank God for the salvation provided without which we would be left in hopeless despair. But that is not the only theme of the Bible. Indeed, we can go so far as to say that the Bible puts the question of personal salvation into a larger context. Ultimately the main message of the Bible concerns the condition of the entire world and its destiny; and you and I, as individuals, are a part of that larger whole. That is why it starts with the creation of the world rather than with us. The trouble is that we are inclined to be exclusively concerned with our own personal problem, whereas the Bible starts further back: it puts every problem in the context of this world view.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Eu mesmo jamais poderia crer em Deus, se não fosse pela cruz. O único Deus em que creio é que Nietzsche ridicularizou como o ‘Deus da cruz’. No mundo real da dor, como se pode adorar um Deus que seja imune a ela? Já entrei em muitos templos budistas em diferentes países da Ásia e parei respeitosamente ante a estátua de Buda, as pernas e os braços cruzados, os olhos fechados, o fantasma de um sorriso a brincar em torno dos lábios, um olhar distante, isolado das agonias do mundo. Mas de cada vez, depois de algum tempo, tive de virar-me. E, na imaginação, voltei-me para aquela figura solitária, retorcida e torturada na cruz, os cravos atravessando as mãos e os pés, as costas laceradas, os membros deslocados, a fronte sangrando por causa dos espinhos, a boca intoleravelmente sedenta, lançada nas trevas do abandono de Deus. É esse o Deus para mim! Ele deixou de lado a sua imunidade à dor. Ele entrou em nosso mundo de carne e sangue, lágrimas e morte. Ele sofreu por nós. Nossos sofrimentos tornam-se mais manejáveis à luz dos seus. Ainda há um ponto de interrogação contra o sofrimento humano, mas em cima dele podemos estampar outra marca, a cruz, que simboliza o sofrimento divino. ‘A cruz de Cristo… é a única autojustificação de Deus em um mundo como o nosso’.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010



If God had a name what would it be?
And would you call it to his face?
If you were faced with him
In all his glory
What would you ask if you had just one question?

*And yeah, yeah, God is great
Yeah, yeah, God is good
Yeah, yeah, yeah-yeah-yeah

What if God was one of us?
Just a slob like one of us
Just a stranger on the bus
Trying to make his way home

If God had a face what would it look like?
And would you want to see
If seeing meant that
you would have to believe
in things like heaven and in Jesus and the saints
and all the prophets (*)

Trying to make his way home
Back up to heaven all alone
Nobody calling on the phone
'cept for the Pope maybe in Rome(*)

Just trying to make his way home
Like a holy rolling stone
Back up to heaven all alone
Just trying to make his way home
Nobody calling on the phone
'cept for the Pope maybe in Rome

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Há um sentido em que podemos dizer que, como cristãos, todos temos uma posição alta e uma posição baixa. Paulo diz que Cristo “nos fez assentar nos lugares celestiais, em Cristo Jesus” (Efés. 2:6), mas também diz que “temos chegado a ser como lixo deste mundo, e como escória de todos” (I Cor. 4:13). É muito importante que cada um de nós se lembre destes dois factos e aprenda a considerar-se como lixo quando é tentado à auto-satisfação e como uma pessoa já sentada no céu quando é tentado ao auto-desprezo.
Mas não deixemos de ver as coisas duma maneira humana e material também. Há ricos e pobres na sociedade humana e não deixamos de os ver. Em muitos contextos, por força da opinião que pesa sobre eles, os pobres ainda tendem a desprezar-se e os ricos quase invariavelmente a sentir-se satisfeitos consigo próprios. Só por conhecer o evangelho é que podemos ter uma perspectiva correcta e ver o que somos de facto. Lembramo-nos do “lixo” que todos somos em termos de qualquer possibilidade de confiar em vantagens materiais ou sociais para a salvação. Lembramo-nos também da nossa posição no céu que para os crentes é a suprema realidade. E então a perspectiva materialista já perde o seu valor. Estamos a meditar sobre a realidade.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Antes de mais nada, penso que a eleição é para o crente uma das doutrinas mais clarificadoras, porque o isenta de toda a confiança na carne, de toda a dependência em outro que não Jesus Cristo. Quão frequentemente nos revestimos da nossa própria rectidão, adornando-nos com as pérolas e as gemas falsas dos nosso próprios feitos e das nossas obras. E então começamos a dizer: “Agora serei salvo porque tenho esta ou aquela evidência da minha salvação!” Entretanto, bem ao invés disso, aquilo que salva um pecador é a fé pura, despida de qualquer outro factor. Esta fé singular une o crente ao Cordeiro, independentemente das obras, embora a fé venha a produzir obras.
Quão frequentemente nos apoiamos em alguma boa obra, ao invés de nos sustentarmos no Amado das nossas almas, ou confiamos em algum poder, ao invés de confiarmos somente naquele poder que vem do alto. Ora, se quisermos despir todo e qualquer poder que não seja o celestial, então, forçosamente, teremos de considerara eleição como factor imprescindível. Faz uma pausa, ò minha alma, e considera esta verdade: Deus amou-te antes mesmo de vires à existência. Ele amou-te quando ainda estavas morta em teus delitos e pecados; e Ele enviou Seu Filho para morrer em teu lugar. Ele resgatou-te com o Seu preciso sangue, antes que pudesses sussurrar o Seu nome. Perante estes factos, poderás sentir-te orgulhosa e auto-suficiente?
Novamente, afirmo que desconheço qualquer outra coisa que nos possa humilhar tão profundamente quanto a doutrina bíblica da eleição.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010



longe fica a rua onde te vi
e a vida pôde recomeçar
onde eu quis sentar-me ao pé de ti
cheio de assuntos para te impressionar

pronto para ir
ao fim do mundo atrás de ti
pronto para ver
perder-se a lembrança de mim
pronto para ir
ao fim do mundo atrás de ti

os teus olhos passaram por mim
eu que tinha a vida a desesperar
e num instante o futuro decidi
ao não decidir
ao congelar

eu pronto para ir
ao fim do mundo atrás de ti
pronto para ver
perder-se a lembrança de mim
pronto para ir
ao fim do mundo atrás de ti

é que os fracos não agarram
as hipóteses de mudar
pelo que agora só me resta recordar

pronto para ir
ao fim do mundo atrás de ti
pronto para ver
perder-se a lembrança de mim
pronto para ir
ao fim do mundo atrás de ti