Devemos aceitar o facto de que as Escrituras descrevem actos pecaminosos que são revoltantes para a nossa sensibilidade. O relato do bem e do mal indica dois lados da revelação de Deus para nós da sua verdadeira, boa e santa vontade. Isso não equivale a dizer que o próprio Deus tem uma personalidade dualista, um lado claro e um lado escuro da sua natureza, ou mesmo que o bem não possa existir longe do mal, mas sim que Deus escolheu incluir descrições tanto do bem quando do mal em sua revelação da verdade para nós. Por isso, apontar o errado faz parte da nossa defesa do que é certo; expor as mentiras faz parte da nossa insistência na verdade; revelar a covardia faz parte da nossa pregação do que é honroso; e mostrar corrupção faz parte da nossa percepção do que é puro.
"(...) My daughter, she has no use for night runners. You know, her first language is not Luo. Not even Swahili. It is english. When I listen to her talk with her friends, it sounds like gibberish to me. They take bits and pieces of everything - English, Swahili, German, Luo. Sometimes, I get fed up with this. Learn to speak one language properly, I tell them." Rukia laughed to herself. "But I am beggining to resign myself - there's nothing really to do. They live in a mixed-up world. It's just as well, I suppose. In the end, I'm less interested in a daughter who's authentically African than one who is authentically herself." It was getting late; we thanked Rukia for her hospitality and went on our way. But her words would stay with me, bringing into focus my own lingering questions.
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