A maior prova da nossa fraqueza nos dias de hoje é que não
há nada de espantoso ou misterioso acerca de nós. A Igreja foi desvendada – a
evidência segura da sua derrocada. Temos pouco que não possa ser explanado pela
psicologia ou pelas estatísticas. Na Igreja primitiva eles juntavam-se no
pórtico de Salomão, e era tão imensa a sensação da presença de Deus que “nenhum homem ousava juntar-se a eles”. O
mundo via fogo naquela sarça e retirava-se com temor; mas ninguém tem medo de
cinzas. Hoje ousam achegar-se tanto quanto desejam. Até dão uma palmada
amigável nas costas da noiva de Cristo e têm atitudes duma familiaridade
grosseira. Se queremos mais uma vez impressionar os descrentes com o temor
saudável do sobrenatural, precisamos de recuperar a dignidade do Espírito
Santo; precisamos de conhecer de novo algo do mistério que inspira um
deslumbramento que envolve as pessoas e as Igrejas quando estão cheias do poder
de Deus.
"(...) My daughter, she has no use for night runners. You know, her first language is not Luo. Not even Swahili. It is english. When I listen to her talk with her friends, it sounds like gibberish to me. They take bits and pieces of everything - English, Swahili, German, Luo. Sometimes, I get fed up with this. Learn to speak one language properly, I tell them." Rukia laughed to herself. "But I am beggining to resign myself - there's nothing really to do. They live in a mixed-up world. It's just as well, I suppose. In the end, I'm less interested in a daughter who's authentically African than one who is authentically herself." It was getting late; we thanked Rukia for her hospitality and went on our way. But her words would stay with me, bringing into focus my own lingering questions.
Comentários