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Una elocuente ilustración del lugar que desempeña la teología en la resistencia de la Iglesia al condicionamento social la provee el ejemplo de la iglesia confessante en su lucha contra el Nacional-socialismo en la Alemanha de Hitler. En palabras de E.H. Robertson, la resistencia cristiana a Hitler 'requeria una comprensión de la fe cristiana, una cuidadosa discriminación entre lo importante y lo trivial. Los que se resistían tenían que saber por quê valía la pena morir'. Uma ilustração eloquente do papel que a teologia desempenha na resistência da Igreja ao condicionamento social vem do exemplo da igreja confessional na sua luta contra o Nacional Socialismo na Alemanha de Hitler. Nas palavra de E.H. Robertson, a resistência cristã a Hitler "requeria uma compreensão da fé cristã, uma cuidadosa discriminção entre o que é importante e o que é trivial. Os que resistiam tinham de saber as coisas pelas quais valia a pena morrer".
Nesse local comeram e dormiram, ambas as coisas de forma considerável. Os feijões com bacon, que estas indiscritíveis figuras cozinhavam bem, e o espantoso aparecimento do vinho da Borgonha, proveniente das suas caves, coroaram em Syme a sensação de uma nova camaradagem e conforto. Durante todo este tormento, o seu medo mais profundo tinha sido o isolamente e não existiam palavras capazes de expressar o abismo entre o isolamento e a existência de um aliado. Pode conceder-se aos matemáticos que quatro sejam duas vezes dois. Mas dois não são duas vezes um; dois são duas mil vezes um. É por isso que, apesar das suas centenas de desvantagens, o mundo regressará sempre à monogamia.
Foi descrita, com alguma justeza, como uma colónia artística, embora nunca tenha produzido, de maneira definida, qualquer tipo de arte. Muito embora as suas pretensões a centro intelectual fossem um pouco vagas, as suas pretensões a local agradável eram indiscutíveis. O visitante que olhasse pela primeira vez para as bizarras casas vermelhas não poderia deixar de se interrogar sobre a estranha forma que deveriam ter as pessoas para que nelas pudessem viver – e quando as conhece, não ficaria desapontado nesse aspecto. O local não seria apenas agradável, mas perfeito, se ao menos por uma vez ele pudesse olhá-lo não como uma ilusão mas antes como um sonho. Mesmo que os seus habitantes não fossem 'artistas' o conjunto não deixava de ser artístico. Aquele jovem de longos cabelos ruivos e expressão descarada – esse jovem não era um poeta, mas certamente era um poema. Aquele velho cavalheiro de selvagens barbas brancas e de louco chapéu branco – esse venerável impostor, não era real...
 Gregory retomou o seu bom humor oratório e alto. - Um artista é idêntico a um anarquista – gritou. - Pode mudar as palavras como quiser. Um anarquista é um artista. O homem que lança uma bomba é um artista, porque prefere um grande momento a qualquer outra coisa. Ele compreende como é mais valiosa uma explosão de intensa luz, o estrépito de um trovão perfeito, do que os corpos comuns de uns poucos polícia informes. Um artista ignora todos os governos, abole todas as convenções. O poeta regozija-se apenas na desordem. Se não fosse assim, a coisa mais poética do mundo seriam os Caminhos de Ferro Subterrâneos. - E são – disse o Sr. Syme. - Disparate! - afirmou Gregory, que se mostrava sempre muito racional quando outra pessoa tentava estabelecer um paradoxo. - Porque é que todos os escriturários e trabalhadores que viajam nos comboios têm um ar tão triste e cansado? É porque sabem que tudo está bem com o comboio. É porque sabem que,  seja qual for o destino para o qual com...
Por volta dos doze anos de idade, dei de caras com um livro que o meu pai guardava numa estante do seu escritório. Chamava-se “O Dinossauro Excelentíssimo”. Peguei no livro porque acreditava tratar-se de um livro sobre dinossauros. O meu pai nada fez para impedir que o lesse. Lembro-me vagamente de me ter dito qualquer coisa do género “lê e depois diz-me o que achaste”. Deve-o ter dito, certamente, com um sorriso. É claro que abandonei o livro passado pouco tempo. Tudo era difícil: as expressões, as palavras e, acima de tudo, o sentido do que estava escrito. Mais tarde, por volta de 90, voltei a pegar no "Dinossauro". Não posso afirmar, para benefício do argumento, que reli o livro. Em bom rigor, não o tinha lido. Assim como não posso afirmar que marquei na minha agenda, aos doze anos, que no dia x do mês y de 1990 voltaria a pegar no livro. Mas posso afirmar que o contacto com aquele livro despertou em mim a curiosidade de, mais tarde, o ler. Aquele passou a representar o m...

Os teólogos mais antigos costumavam dizer que Deus escreveu dois livros

(...) o Deus vivo da Bíblia é o Deus tanto da criação quanto da redenção, e está preocupado com a totalidade do nosso bem-estar. Os teólogos mais antigos costumavam dizer que Deus escreveu dois livros, um chamado 'Natureza', e outro chamado 'Escrituras', através do quais se revelou. Além disso, ele nos deu-nos esses dois livros para os estudar. O estudo da ordem natural é chamado 'ciência', e o da revelação bíblica, 'teologia'. E ao nos envolvermos com estas disciplinas geminadas, nós estamos (nas palavras de Johann Kepler, astrónomo do século XVII) a pensar os pensamentos de Deus depois d'Ele. Os cristãos certamente deveriam estar na vanguarda do movimento em prol da responsabilidade ambiental. Afinal, o que diz a nossa doutrina quanto à Criação e à administração da natureza? Deus fez o mundo? Ele o sustenta? Ele submeteu os recursos do mundo aos nossos cuidados? A sua preocupação pessoal pela sua própria criação deveria ser o suficiente para ins...
Há uns anos conheci, de chofre, o mundinho lisboeta do arrivismo social, do deslumbramento mediático, da coterie exibicionista, da cultura como penacho, do darwinismo canibal, da máfia da foda. Odiei; e não, «não me passou». Continuo na minha: desejo que a vossa sabedoria vos sufoque.
'- Do you think that is quite fair to appropiate the apples? - What, keep all the apples for themselves? - Aren't we to have any? - I thought they were going to be shared out equally.' The significance os these lines was lost on the BBC producer, Rayner Heppenstall, who cut them out. As Orwell did not revise Animal Farm, it is beyond an editor's remit to add them to the book, but they do highlight what Orwell told Geoffrey Gorer was the 'key passage' of Animal Farm.

Eles viam agora que o Mandamento não tinha sido violado

A few days later, when the terror caused by the executions had died down, some of the animals remembered – or thought they remembered – that the Sixth Commandment decreed: 'No animal shall kill any other animal'. And though no one cared to mention it in the hearing of the pigs or dogs, it was felt that the killings which had taken place did not square with this. Clover asked Benjamin to read her the Sixth Commandment, and when Benjamin, as usual, said that he refused to meddle in such matters, she fetched Muriel. Muriel read the Commandment for her. It ran: 'No animal shall kill any other animal without cause '. Somehow or other the last two words had slipped out of the animals' memory. But they saw now that the Commandment had not been violated; for clearly there was a good reason for killing the traitors who leagued themselves with Snowball. Alguns dias mais tarde, quando o terror causado pelas execuções desvaneceu-se, alguns dos animais lembraram-se - ou pensa...
None of this convinced the author of the article or other commenters. The general conviction was that Williams had not acted decisively for conservative causes, especially regarding sexuality, and therefore that anything he said or wrote that savored of theological orthodoxy amounted to protective coloration at best and outright deceit at worst. In their minds, he was the enemy of orthodoxy and therefore their enemy, and could be granted the benefit of no doubt. (Never mind that on liberal Anglican blogs he was simultaneously being condemned for having sold out to the forces of right-wing reaction. And never mind what Jesus said about loving your enemies, even assuming that Williams really is an “enemy.”) They believed that Williams was wrong and had to be resisted by all available means, tarred by any brush at hand. My response to this attitude is summed up perfectly in Archbishop Sentamu’s lament about a “general disregard for the truth.” The author and commenters bristled at ...
"And so, as we have come to focus our attention ever more on politics and the arts of public justice, we have increasingly defined our private, familial, and communal lives in similar terms. The pursuit of justice has come to define acts and experiences that once were governed largely by other virtues. It is this particular transformation that Wendell Berry was lamenting when he wrote, “Marriage, in what is evidently its most popular version, is now on the one hand an intimate ‘relationship’ involving (ideally) two successful careerists in the same bed, and on the other hand a sort of private political system in which rights and interests must be constantly asserted and defended. Marriage, in other words, has now taken the form of divorce: a prolonged and impassioned negotiation as to how things shall be divided.” That is, it has become a matter of justice rather than of love, an assertion of rights rather than a self-giving."
Receiving department, 3 a.m. Staff cuts have socked up the overage Directives are posted No callbacks, complaints Everywhere is calm Hong Kong is present Taipei awakes All talk of circadian rhythm I see today with a newsprint fray My night is colored headache grey Daysleeper, daysleeper, daysleeper The bull and the bear are marking Their territories They're leading the blind with Their international glories I'm the screen, the blinding light I'm the screen, I work at night I see today with a newsprint fray My night is colored headache grey Don't wake me with so much Daysleeper They cried the other night I can't even say why Fluorescent flat caffeine lights Its furious balancing I'm the screen, the blinding light I'm the screen, I work at night I see today with a newsprint fray My night is colored headache grey Don't wake me with so much Don't wake me with so much. The Ocean machine is set to 9 I...

Espirituais mas não espirituais?

By the 1970s, as a student evangelist in Canada, Chile, Brazil and the Philippines I had a chance to engage with students who showed this new openness to the religious. I remember the physics student in Mexico who shouted at me during the question time in a lecture at the National Autonomous University of Mexico, 'We are not any more interested in Marx and how to change the world. What I would like to know is if the Christian faith has a method for developing the potential of the spiritual forces inside me'. In many cases this new attitude allowed Christians to demonstrate a freer and uninhibited expression of their faith through prayer, song and drama in the open air. I found myself involved in dialogues with people whose language was strangely similar to the language of some forms of evangelicalism: joy in the heart, a feeling of self-realization, a sense of peace and harmony, a feeling of goodwill towards all human beings, including animals and planet earth. However, when I...
There once was a man who just couldn't cry He hadn't cried for years and for years Napalmed babies and the movie love story For instance could not produce tears As a child he had cried as all children will Then at some point his tear ducts ran dry He grew to be a man, the feces hit the fan Things got bad, but he couldn't cry His dog was run over, his wife up and left him And after that he got sacked from his job Lost his arm in the war, was laughed at by a whore Ah, but sill not a sniffle or sob His novel was refused, his movie was panned And his big Broadway show was a flop He got sent off to jail; you guessed it, no bail Oh, but still not a dribble or drop In jail he was beaten, bullied and buggered And made to make license plates Water and bread was all he was fed But not once did a tear stain his face Doctors were called in, scientists, too Theologians were last and practically least They all agreed sure enough; this was sure no cream...
you think your great big husband will protect you, you are wrong you think your little wife will protect you, you are wrong you think your children will protect you, you are wrong you think your government will protect you, you are wrong
E os fariseus, ouvindo que ele fizera emudecer os saduceus, reuniram-se no mesmo lugar; e um deles, doutor da lei, interrogou-o para o experimentar, dizendo: Mestre, qual é o grande mandamento na lei? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos depende toda a lei e os profetas.
O movimento cristão, enquanto movimento europeu, é criado, desde o início, pela acumulação dos elementos de refugo, pelos dejectos de todas as espécies (-são eles quem procura a potência no cristianismo). O cristianismo não exprime a degenerscência de uma raça; antes é um conglomerado e uma agregação de formas de decadência vindas de toda a parte, acumulando-se e procurando-se reciprocamente. Não foi, como se julga, a corrupção da antiguidade, da antiguidade nobre, que tornou possível o cristianismo: nunca se combaterá com demasiada violência o idiotismo sábio que, ainda hoje, mantém semelhante ideia. No tempo em que as camadas de Chandala, doentes e perversas, se cristianizaram, em todo o Império Romano, o tipo contrário, a distinção, existia precisamente na sua forma mais bela e amadurecida. O grande número tornou-se senhor; o democratismo dos instintos cristãos venceu… o cristianismo não era «nacional», não estava sujeita às condições de uma raça; entre os deserdados da vida, dirig...
Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a sabedoria o entendimento dos entendidos. Onde está o sábio? Onde o escriba? Onde o questionador deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? Visto como na sabedoria de Deus o mundo pela sua sabedoria não conheceu a Deus, aprouve a Deus salvar pela loucura da pregação os que crêem. Pois, enquanto os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria, nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos, mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte que os homens. Ora, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos. nem muitos os nobres que são cham...
You will not be able to stay home, brother. You will not be able to plug in, turn on and cop out. You will not be able to lose yourself on skag and skip, Skip out for beer during commercials, Because the revolution will not be televised. The revolution will not be televised. The revolution will not be brought to you by Xerox In 4 parts without commercial interruptions. The revolution will not show you pictures of Nixon blowing a bugle and leading a charge by John Mitchell, General Abrams and Spiro Agnew to eat hog maws confiscated from a Harlem sanctuary. The revolution will not be televised. The revolution will not be brought to you by the Schaefer Award Theatre and will not star Natalie Woods and Steve McQueen or Bullwinkle and Julia. The revolution will not give your mouth sex appeal. The revolution will not get rid of the nubs. The revolution will not make you look five pounds thinner, because the revolution will not be televised, Brother. There will be no pictures of you and ...

A igreja desempenha várias funções

As a community of believers in Jesus Christ, the church performs various functions. It bears testimony just by being the church; the company of believers have fellowship and feel a sense of belonging; they express joyful gratitude to God in worship; they receive teaching on the Christian life; they provide service in meeting the need of people both within and outside the church; and are prophetic in the denunciation of evil when God’s kingdom is proclaimed. All of these activities are part of the answer to questions such as ‘What is the church’s mission in the world?’ or ‘What does the church exist for?’. Sharing the good news, going to ‘the other’ with the message of Jesus Christ, inviting others to Jesus’ great banquet, gives focus and direction to all the other functions. Thus one can say that the church exists for mission and that a church which is only inward looking is not truly the church. Enquanto comunidade de crentes em Jesus Cristo, a igreja desempenha várias funções. Te...
Devemos aceitar o facto de que as Escrituras descrevem actos pecaminosos que são revoltantes para a nossa sensibilidade. O relato do bem e do mal indica dois lados da revelação de Deus para nós da sua verdadeira, boa e santa vontade. Isso não equivale a dizer que o próprio Deus tem uma personalidade dualista, um lado claro e um lado escuro da sua natureza, ou mesmo que o bem não possa existir longe do mal, mas sim que Deus escolheu incluir descrições tanto do bem quando do mal em sua revelação da verdade para nós. Por isso, apontar o errado faz parte da nossa defesa do que é certo; expor as mentiras faz parte da nossa insistência na verdade; revelar a covardia faz parte da nossa pregação do que é honroso; e mostrar corrupção faz parte da nossa percepção do que é puro.
Semelhantemente ao que acontecia na Idade Média, muitas pessoas ainda hoje são analfabetos bíblicos bastante acomodados às imagens, como já mencionámos. A nossa sociedade valoriza mais a emoção do que o conhecimento ou a acção. Confunde sentimento com envolvimento. Muitos supõem, erroneamente, que ir a um concerto de rcok em prol da caridade é o mesmo que ajudar os pobres. São iludidas por acreditar que chorar diante de imagens de crianças famintas na TV é o mesmo que dar comida aos que têm fome. Assim, também muitas pessoas concluem, equivocadamente, que ‘acreditar em Deus’ as livrará do inferno, desconhecendo que até mesmo os demónios crêem – e tremem (Tiago 2:19). (…) É nossa obrigação comunicar às pessoas que forem ver A Paixão de Cristo que sentir pena de Jesus e vê-lo como uma vítima não é o mesmo que ser discípulo dele.
Há quem viva obcecado com a dimensão ética da amizade. Compreendo, também tenho essa tendência, e passei pelos inevitáveis percalços como culpado e como vítima. Mas muitas vezes a história de uma amizade não passa pela ética. Depende de factos objectivos, como mudanças de cidade ou casamentos. E no meu caso tem também passado pela falta de empatia. Em momentos chaves da minha vida, fiquei sem amigos apenas por ausência de empatia. Ninguém cometeu nenhuma falha ética, mas eu falava outra língua, uma língua que os meus amigos não entendiam. Até aí, eu julgava que a amizade era uma escolha. Hoje, sei que é apenas a arte do possível.