A guerra e a pena de morte, ambas são questões debatidas que sempre deixaram perplexas as consciências de cristãos sensíveis. E sempre houve cristãos a favor ou contra esta ou aquela posição. O que sempre se torna necessário frisar pelos cristãos envolvidos nesses debates é que, se o conceito de ‘guerra justa’ é defensável e se a retenção da pena de morte é justificável, a vida humana não é uma coisa insignificante e facilmente descartável, mas exactamente o oposto, isto é, ela é preciosa por ser a vida de uma criatura feita à imagem de Deus. Aqueles que lutam pela abolição da pena de morte com base no facto de a vida humana (a do homicida) não poder ser tirada, esquecem-se do valor da vida da vítima do homicida: ‘se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem à sua imagem’. E aqueles que lutam pelo pacifismo incondicional, esquecem que, embora a mutilação e a morte indiscriminada dos civis seja totalmente indefensável, Deus deu à sociedade (quer ao Estado, ou por extensão, a alguma organização internacional) o direito e a responsabilidade de punir os malfeitores. Menciono estas coisas agora, não porque as complexas questões envolvidas na guerra e na pena de morte possam ser aqui resolvidas, mas para argumentar que não podem ser resolvidas através de um apelo simplista ao mandamento Não Matarás.
"(...) My daughter, she has no use for night runners. You know, her first language is not Luo. Not even Swahili. It is english. When I listen to her talk with her friends, it sounds like gibberish to me. They take bits and pieces of everything - English, Swahili, German, Luo. Sometimes, I get fed up with this. Learn to speak one language properly, I tell them." Rukia laughed to herself. "But I am beggining to resign myself - there's nothing really to do. They live in a mixed-up world. It's just as well, I suppose. In the end, I'm less interested in a daughter who's authentically African than one who is authentically herself." It was getting late; we thanked Rukia for her hospitality and went on our way. But her words would stay with me, bringing into focus my own lingering questions.
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