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You will not be able to stay home, brother. You will not be able to plug in, turn on and cop out. You will not be able to lose yourself on skag and skip, Skip out for beer during commercials, Because the revolution will not be televised. The revolution will not be televised. The revolution will not be brought to you by Xerox In 4 parts without commercial interruptions. The revolution will not show you pictures of Nixon blowing a bugle and leading a charge by John Mitchell, General Abrams and Spiro Agnew to eat hog maws confiscated from a Harlem sanctuary. The revolution will not be televised. The revolution will not be brought to you by the Schaefer Award Theatre and will not star Natalie Woods and Steve McQueen or Bullwinkle and Julia. The revolution will not give your mouth sex appeal. The revolution will not get rid of the nubs. The revolution will not make you look five pounds thinner, because the revolution will not be televised, Brother. There will be no pictures of you and ...

A igreja desempenha várias funções

As a community of believers in Jesus Christ, the church performs various functions. It bears testimony just by being the church; the company of believers have fellowship and feel a sense of belonging; they express joyful gratitude to God in worship; they receive teaching on the Christian life; they provide service in meeting the need of people both within and outside the church; and are prophetic in the denunciation of evil when God’s kingdom is proclaimed. All of these activities are part of the answer to questions such as ‘What is the church’s mission in the world?’ or ‘What does the church exist for?’. Sharing the good news, going to ‘the other’ with the message of Jesus Christ, inviting others to Jesus’ great banquet, gives focus and direction to all the other functions. Thus one can say that the church exists for mission and that a church which is only inward looking is not truly the church. Enquanto comunidade de crentes em Jesus Cristo, a igreja desempenha várias funções. Te...
Devemos aceitar o facto de que as Escrituras descrevem actos pecaminosos que são revoltantes para a nossa sensibilidade. O relato do bem e do mal indica dois lados da revelação de Deus para nós da sua verdadeira, boa e santa vontade. Isso não equivale a dizer que o próprio Deus tem uma personalidade dualista, um lado claro e um lado escuro da sua natureza, ou mesmo que o bem não possa existir longe do mal, mas sim que Deus escolheu incluir descrições tanto do bem quando do mal em sua revelação da verdade para nós. Por isso, apontar o errado faz parte da nossa defesa do que é certo; expor as mentiras faz parte da nossa insistência na verdade; revelar a covardia faz parte da nossa pregação do que é honroso; e mostrar corrupção faz parte da nossa percepção do que é puro.
Semelhantemente ao que acontecia na Idade Média, muitas pessoas ainda hoje são analfabetos bíblicos bastante acomodados às imagens, como já mencionámos. A nossa sociedade valoriza mais a emoção do que o conhecimento ou a acção. Confunde sentimento com envolvimento. Muitos supõem, erroneamente, que ir a um concerto de rcok em prol da caridade é o mesmo que ajudar os pobres. São iludidas por acreditar que chorar diante de imagens de crianças famintas na TV é o mesmo que dar comida aos que têm fome. Assim, também muitas pessoas concluem, equivocadamente, que ‘acreditar em Deus’ as livrará do inferno, desconhecendo que até mesmo os demónios crêem – e tremem (Tiago 2:19). (…) É nossa obrigação comunicar às pessoas que forem ver A Paixão de Cristo que sentir pena de Jesus e vê-lo como uma vítima não é o mesmo que ser discípulo dele.
Há quem viva obcecado com a dimensão ética da amizade. Compreendo, também tenho essa tendência, e passei pelos inevitáveis percalços como culpado e como vítima. Mas muitas vezes a história de uma amizade não passa pela ética. Depende de factos objectivos, como mudanças de cidade ou casamentos. E no meu caso tem também passado pela falta de empatia. Em momentos chaves da minha vida, fiquei sem amigos apenas por ausência de empatia. Ninguém cometeu nenhuma falha ética, mas eu falava outra língua, uma língua que os meus amigos não entendiam. Até aí, eu julgava que a amizade era uma escolha. Hoje, sei que é apenas a arte do possível.
Mas há coisas que convém situar no tempo. O «neofrugalismo» é, realmente, o modo como vivem os povos do Norte da Europa, muito longe dos padrões de consumo norte-americano — e, convenhamos, português nas últimas décadas. Ir ao restaurante uma vez por semana, ou menos; pensar bem antes de entrar numa loja de electrodomésticos, fazer contas antes de imaginar o novo computador, não acumular objectos desnecessários, jantar em casa — aquilo que o «neofrugalismo» propõe é, antes de mais, um modo de vida de país desenvolvido. Quantos dos meus amigos suecos ou noruegueses vão jantar fora por mês? Muito, muito menos do que os portugueses. Quantas vezes trocam de carro ao longo da vida? Muito menos do que tem sido o padrão de consumo português e infinitamente menos do que é a norma norte-americana. Ao ler as estatísticas queixosas da indústria automóvel, por exemplo, não é possível evitar um encolher de ombros quando se lê que «este ano se venderam menos xxx carros do que no ano passado»; a dou...
While the subwaytrain runs from one dark tunnel into the other and I am nervously aware where I keep my moeny, the words and images decorating my fearful world speak about love, gentleness, tenderness and about a joyful togetherness of spontaneous people.
Desarmem os campos minados da ignorância onde se infiltra friamente o preconceito, esse sim, fatal, letal, brutal e não há senso que lhe valha o preconceito desempalha animais incongruentes atacando pela trilha de uma ilha outrora virgem Aparência da virtude O preconceito nunca falha flecha certeira na esteira da inocência aparência de virtude E por mais que se escude na justificação pseudo-ética cosmética, caquética do seu valor de guardião das morais vitais pra lá do ano 2000 o preconceito não tem estado civil é casado com a morte divorciado da vida é viúvo de si mesmo é solteiro e por junto separado suicida Desarmem o preconceito! Armem por favor as armas do amor amor no sentido primeiro e secular armem o mar armem o vento p'ro uso depois vão e regressem depois mas por quem sois mas por quem sois armem as armas do amor armem as armas do amor armem as armas do amor armem por favor as armas do amor Desarmem as metralhadoras côr-de-cinza que defendem a condescendência ca...
Joyce woke me up to the infinity of meaning within the limitations of the ordinary person in the ordinary day. Leopold Bloom buying and selling, talking and listening, eating and defecating, praying and blaspheming is mythic in the grand manner. The twenty-year-long voyage from Troy to Ithaca is repeated every twenty-four hours in anyone's life if we only have eyes and ears for it.
Não deveria nos surpreender ou nos assustar que todas as culturas possuem mitos sobre a criação, lendas sobre o dilúvio e conceitos rituais similares. Deveríamos esperar isso. E não devemos tremer diante do erudito moderno que vê a invenção histórica em origens míticas. O facto de haver uma similaridade entre o mito no cristianismo e em outras religiões não significa que o cristianismo está em pé de igualdade com essas religiões ou subordinado a um monomito cristão mais genérico. O próprio cristianismo é a verdadeira encarnação do monomito na história, e as outras mitologias o reflectem e o distorcem, como se fossem espelhos sujos ou quebrados.
Segundo Campbell, todas as religiões e mitologias são apenas manifestações locais de uma verdade singular do que ele chama de ‘monomito’ do herói. O monomito, em sua forma mais básica, consiste de uma viagem de separação do herói desde a sua iniciação até ao retorno, e incorpora a redenção de uma maneira que iremos discutir no próximo capítulo, quando falarmos sobre a estrutura da história. Campbell procura provar a sua tese com uma recitação eclética de muitas das histórias do mundo, desde os mitos da criação até as lendas sobre o dilúvio e os heróis da fé.
«O que é do mar se os rios se recusam?». Reencontro esta frase espantosa, que não lia há anos, embora tenha todas as edições portuguesas (cinco) de A Nossa Necessidade de Consolo é Impossível de Satisfazer (Antígona) É um brevíssimo texto póstumo de Stig Dagerman, escritor sueco que se suicidou em 1954. Lembro-me bem de ter comprado a primeira edição, em 1995, tinha eu 22 anos, era então um romântico radical. Dagerman fazia as duas perguntas essenciais: o que podemos exigir da vida e qual é a libertação em caso de fracasso. As questões importantes aos 22: a felicidade e o suicídio. Escrito em estado de depressão, o texto é porém bem menos depressivo do que eu recordava, ainda indeciso se a noite é uma treva entre dois dias ou se o dia é uma treva entre duas noites. A ideia que consola é o suicídio, a ideia do suicídio, essa opção. Creio que o texto é escrito naquela fase optimista da depressão, em que imaginamos que o suicídio consola. Dagerman tem porém consciência de que o consolo é...
Listen carefully to what I am saying—and be wary of the shrewd advice that tells you how to get ahead in the world on your own. Giving, not getting, is the way. Generosity begets generosity. Stinginess impoverishes.
Is this one for the people? Is this one for the Lord? Or do I simply serenade for things I must afford? You can jumble them together, my conflict still remains Holiness is calling, in the midst of courting fame Cause I see the trust in their eyes Though the sky is falling They need Your love in their lives Compromise is calling What if I stumble, what if I fall? What if I lose my step and I make fools of us all? Will the love continue when my walk becomes a crawl? What if I stumble, and what if I fall? What if I stumble, what if I fall? You never turn in the heat of it all What if I stumble, what if I fall? Father please forgive me for I can not compose The fear that lives within me Or the rate at which it grows If struggle has a purpose on the narrow road you've carved Why do I dread my trespasses will leave a deadly scar Do they see the fear in my eyes? Are they so revealing? This time I cannot disguise all the doubt I'm feeling What if I stumble? Everyone's got to c...
How many times have You heard someone say If I had his money I could do things my way But little they know That it's so hard to find One rich man in ten With a satisfied mind Once I was waitin' In fortune and fame Everything that I dreamed for To get a start in life's game Then suddenly it happened I lost every dime But I'm richer by far With a satisfied mind Money can't buy back Your youth when you're old Or a friend when you're lonely Or a love that's grown cold The wealthiest person Is a pauper at times Compared to the man With a satisfied mind When my life has ended And my time has run out My friends and my loved ones I'll leave there's no doubt But one thing's for certain When it comes my time I'll leave this old world With a satisfied mind Quantas vezes já aconteceu Ouvires alguém dizer Que se tivesse o dinheiro de fulano Poderia fazer as coisas à minha maneira Mas mal eles sabem Que é tão difícil encontrar Um homem ri...
Um caso eloquente na nossa época é do Nelson Mandela. Impelido por uma poderosa vaga, com a auréola do prestígio que lhe conferiam os seus longos anos de detenção, estava na posição do chefe da orquestra. Os olhos dos seus compatriotas estavam virados para ele, para as suas expressões, para os seus gestos. Se tivesse deixado falar a sua amargura, acertado contas com os seus carrascos, punido todos os que tinham apoiado ou tolerado o apartheid, ninguém poderia censurá-lo por isso. Se tivesse querido permanecer na presidência da República até ao seu último fôlego e governar como autocrata, ninguém poderia impedi-lo de o fazer. Mas ele teve o cuidado de dar, muito explicitamente, sinais muito diferentes. Não se contentou em perdoar aqueles que o tinham perseguido, quis mesmo visitar a viúva do antigo primeiro-ministro Verwoerd, um dos artífices da segregação, para lhe dizer que o passado era já o passado e que ela também tinha o seu lugar na nova África do Sul. A mensagem era clara: eu, ...
Gosto da história do Filipe que tinha Síndroma de Down e era posto de parte pelos seus colegas. Um dia, durante a época da Páscoa, a professora para tentar ilustrar esta verdade tão bonita do renascer da natureza e da Ressurreição de Cristo, deu uma caixinha de cartão a todos os alunos da classe. Tinham uma missão: ir para o campo e trazer de volta um símbolo da Páscoa. Os garotos foram em alegre algazarra cumprir a tarefa. De volta, colocaram as caixinhas em cima da mesa da professora. Um a uma a professora foi abrindo as caixas. A primeira tinha lá dentro uma borboleta que saiu voando assarapantada. “Que lindo!” – exclamaram as crianças. A caixa seguinte continha um ramo singelo de flores silvestres. “É a natureza a voltar à vida” – dizia a professora, passando a outra caixa. A caixa seguinte estava ... vazia. Simplesmente vazia. “Assim não vale” – disse a miudagem – “alguém fez batota”. “É minha” – interveio o pequeno Filipe. “Pois é, nunca fazes nada de jeito” – gozaram os colegas...
Tanta gente sente medo de mudar Temendo que a aparência perca o seu lugar E ao tentar mexer com parecidos há em nós É breve o silêncio até que se erga uma voz O professor ou do senhor doutor Nunca se chega a entender a totalidade E o prazer de não saber vem só com a alta idade Quem diz tudo saber não merece o benefício Nem mesmo o homem que se ocupa de um só ofício A consonância veste a ignorância Vou andando Sem dizer adeus Bem-vinda próxima paragem Ai Jesus que lá vou eu Nunca mais me vão ver aqui Se perguntarem diz que já morri A pior raça é a de quem vive atrás da coerência Vê na verdade matemática e no céu ciência Ser tão pouco agora como já se era antes É fruto da coerência em certos bons estudantes Se é p'ra mentir, é p'ra mentir E ter coragem de mudar é saber enfrentar Que quando formos para outro lado não vamos voltar Ter o sorriso pronto para a qualquer momento Saber que faltámos ao tal grande acontecimento Se é p'ra mudar, é p'ra perder Vou andando Sem d...
Não aceitem nem divulguem falsos boatos. Não cooperem com gente corrupta dando testemunho de algo que sabem não ser verdade. Não sigam as multidões quando for para fazer mal. Quando tiverem de testemunhar numa questão qualquer não sejam tendenciosos ou parciais para estar com a maioria ou com a parte mais influente ou poderosa. Também, por outro lado não deverão favorecer um pobre pelo facto de ele ser pobre. Se encontrarem o boi ou o jumento do vosso inimigo, que se tenha desgarrado, devem ir levá-lo ao seu dono. Se virem o vosso inimigo tentando levantar o seu animal que vergou sob uma carga demasiado pesada, não deixarão de o ajudar. Pelo facto de um homem ser pobre, isso não é razão para torcerem a justiça contra ele. Afastem-se da falsidade; nunca admitam a condenação de um inocente. Nunca darei o meu assentimento a tal injustiça. Também nunca se deixem subornar, porque o suborno impede-vos de verem com clareza e prejudica a causa daqueles que têm razão. Não oprimam os estrange...
O príncipe é amador e seria um pouco artista, se estivesse menos engodado pelo palavreado científico. Às vezes ranjo os dentes com impaciência e cólera quando me entusiasmo a fazer-lhe sentir a natureza e elevá-lo à arte, e que ele crê fazer-se sábio espetando sem nenhum propósito na conversa um termo bem científico.
"Se o ladrão for achado a minar uma casa, e for ferido de modo que morra, o que o feriu não será réu de sangue; mas se o sol houver saído sobre o ladrão, o que o feriu será réu de sangue. O ladrão certamente dará indenização; se nada possuir, será então vendido por seu furto."
So it is that Jesus announces the arrival and presence of God's reign in his ministry, and demonstrates its power in mighty works which bring restoration and renewal. And yet, he also calls on disciples to pray, 'Your kingdom come', and to watch and wait for the complete exercise of God's rule in the future. Rightly it has been said that we live in the period between the decisive battle and the definitive victory.
We don’t eat in no white restaurant We’re eatin’ in the car Baloney again, baloney again We don’t sleep in no white hotel bed We’re sleepin’ in the car, baloney again You don’t strut around in these country towns You best stay in the car Look on ahead don’t stare around You best stay where you are You’re a long way from home, boy Don’t push your luck too far Baloney again Twenty-two years we’ve sung the word Since nineteen thirty-one Amen, I say amen Now the young folk want to praise the lord With guitar, bass and drums, amen Well I’ll never get tired of jesus But it’s been a heavy load Carrying his precious love Down a long dirt road We’re a long way from home Just let’s pay the man and go Baloney again The lord is my shepherd He leadeth me in pastures green He gave us this day Our daily bread and gasoline Go under the willow Park her up beside the stream Shoulders for pillows Lay down your head and dream Shoulders for pillows Lay down your head...
A nossa imaginação, levada por natureza a soerguer-se, e repleta de poesia, cria seres cuja superioridade nos esmaga, e quando lançamos o olhar para o mundo real, qualquer outro nos parece mais perfeito do que nós mesmos. E isso é muito natural, sentimos tantas vezes que nos faltam tantas coisas, e o que nos falta por vezes outro parece possuí-lo. Concedemos-lhe então tudo aquilo que temos nós próprios, e ainda por cima de tudo isso certas qualidade ideais. É assim que imaginamos nós mesmos as perfeições que criam o nosso suplício. Pelo contrário, quando, com toda a nossa fraqueza, toda a nossa lástima, caminhamos com coragem para um fim, sentimo-nos às vezes mais adiantados bolinando do que os outros à força de velas e remos, e… Será, todavia, ter um verdadeiro sentimento de si próprio caminhar com os outros ou mesmo suplantá-los?
Eia agora vós, que dizeis: Hoje, ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos; digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a nossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece; em lugar do que devíeis dizer: se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo. Mas agora, vos gloriais nas vossas presunções: toda a glória tal como esta é maligna. Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado.
"Viveu sempre sossegado cada amor em cada lado mas ele mesmo até morrer vá-se lá saber o que sentia todo o dia até anoitecer (e o que ele ouvia) viveu sempre em todo o lado com seus dons de namorado sempre sempre a envelhecer vá-se lá dizer o que fazia todo o dia até amanhecer (e o que ele ouvia) é bom ter má fama dá para ter vazia a cama e nesta solidão de Kant ser tido um grande amante é bom ter de fundo o que anda pelas bocas do mundo e quem quiser acreditar ao menos não vem cá espreitar sobra-me tempo para cantar Fez de tudo até calçado mas seu jeito de empregado só deixava perceber para quem queria ver de cada dia uma alegria para desaparecer (e o que ele ouvia) dez de tudo de empregado só não fez do seu passado um segredo para esconder já não vai vencer mas respondia para se defender (e o que ele ouvia) é bom ter má fama dá para ter a cama vazia e nesta solidão de Kant ser tido um grande amante é bom ter de fundo o que anda pelas bocas do mundo e quem quiser acreditar ao men...
Quando de manhã, logo que nasce o Sol, vou para o me querido Wahlheim, quando eu próprio colho as minhas ervilhas no quintal da minha hospedeira, quando me sento para as descascar e ler Homero, quando vou escolher a panela à pequena cozinha, quando me sirvo da manteiga, ponho as ervilhas ao lume, as cubro e me sento ao pé para as mexer de vez em vez, sinto então intensamente como os altaneiros amantes de Penélope podiam eles próprios matar, retalhar e fazer assar os bois e os porcos. Não há nada que me encha de sentimentos verdadeiros e doces como estes factos da vida patriarcal, com que eu posso, sem afectação, engalanar a vida. Como me sinto feliz por ter um coração feito para sentir as alegrias inocentes e simples do homem que põe na sua mesa a couve que ele próprio cultivou! Não goza apenas a couve, mas relembra ao mesmo tempo a bela manhã em que a plantou, as deliciosas tardes em que a regou, e o prazer que sentia dia-a-dia ao vê-la crescer.
A new day, a new dawn - a new creation. Just as the first infinitesimal part of a second at the beginning of the universe was a unique and unrepeated moment, so the resurrection of Jesus, Saviour, Lord and God, was the first, unique, unprecedented, without parallel moment when God's promised new creation began. For without the resurrection, the cross is a defeat; there is no forgiveness, no salvation, no new life and no hope beyond death. But thanks be to God! He gives us the victory through our Lord Jesus Christ. (...) Meanwhile, what are the implications for everyday life? Tom Wright again: 'Because the early Christians believed that "resurrection" had begun with Jesus, and would be completed in the great final resurrection on the last day, they believed that God had called them to work with him, in the power of the Spirit, to anticipate the final resurrection, in personal and political life, in mission and holiness' (57). Those who belong to Jesus are calle...
Significa que, embora a feiticeira conheça a magia profunda, há uma magia ainda mais profunda que ela não conhece. O seu conhecimento só vai até à aurora dos tempos. Mas, se ela tivesse conseguido olhar um pouco mais para trás, para a calma e a escuridão antes da aurora dos tempos, teria descoberto aí um encanto diferente. Teria sabido que, quando uma vítima que não cometeu qualquer traição é morta em lugar de um traidor, a mesa parte-se e a própria morte começa a recuar.