O facto de ainda reter estas ideias hoje, e de elas se terem tornado progressivamente inseparáveis até se entrelaçarem e fundido umas nas outras – tudo isto fortalece a minha feliz certeza de que, longe de emergirem como fenómenos isolados, aleatórios ou esporádicos, estas ideias cresceram de uma raiz comum, de uma vontade fundamental de conhecimento, de uma vontade que vai buscar os imperativos às profundezas e fala uma linguagem cada vez mais específica e exige respostas cada vez mais específicas. Pois nada mais convém a um filósofo. Não temos o direito a qualquer acto isolado: não temos o direito de cometer erros isolados e a descoberta de verdades isoladas está-nos igualmente vedada. Antes, os nossos pensamentos, os nossos valores, os nossos sim e não saem de nós com a mesma necessidade com que uma árvore dá os seus frutos - relacionados e ligados uns aos outros e prova de uma vontade única, de uma saúde única, de uma terra única, de um sol único.
"(...) My daughter, she has no use for night runners. You know, her first language is not Luo. Not even Swahili. It is english. When I listen to her talk with her friends, it sounds like gibberish to me. They take bits and pieces of everything - English, Swahili, German, Luo. Sometimes, I get fed up with this. Learn to speak one language properly, I tell them." Rukia laughed to herself. "But I am beggining to resign myself - there's nothing really to do. They live in a mixed-up world. It's just as well, I suppose. In the end, I'm less interested in a daughter who's authentically African than one who is authentically herself." It was getting late; we thanked Rukia for her hospitality and went on our way. But her words would stay with me, bringing into focus my own lingering questions.
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