Consequently atheism turns out to be too simple. If the whole universe has no meaning, we should never have found out that it has no meaning: just as, if there were no light in the universe and therefore no creatures with eyes, we should never know it was dark. Dark would be a word without meaning.
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2 comentários:
Tudo parece fazer sentido. No entanto, sinto-me na obrigação de desconfiar da resolução dos problemas com base na linguagem. Como o trilema sobre a identidade de Jesus, que ainda não me convence.
Dizer que se o universo não tem sentido, nós nunca o teríamos descoberto, encanta-me, mas suponho que seja só porque não sei explicar ao certo o que isso quer dizer. Talvez estes raciocínios do C.S. Lewis pudessem ser revitalizados com umas definições mais neuro-biológicas do que significa "descobrir o sentido".
As aulas apologéticas já mostram fruto, Tiago.
A questão aqui é que lidamos com o axioma de que a linguagem representa um significante real; ora, os axiomas não ser verificam. São pressuposições, que, se verdadeiras, resistem a todo o silogismo.
Uma das marcas da pós-modernidade é a negação de que a linguagem verdadeiramente comunica o significado. Agora tenta afirmar isto sem usar palavras. É voltamos à mesma falácia: se a linguagem não exprime de todo a realidade, então, se esta afirmação é correcta, logo a proposição é falsa; se a proposição é verdadeira, logo nem capaz de a compreender serei - o que não é o caso, pois entendo-a.
Definições neurobiológicas fazem parte da física quântica e do método naturalista, a que não só não diz respeito a epistemologia e a linguística, nem se pode argumentar consistentemente seja o que for neste tópico sob essa perspectiva meramente analítica.
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Prompte et Sicere
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