Em vez de fugir do isolamento ou de tentar negá-lo ou esquecê-lo, devemos protegê-lo e transformá-lo numa solidão frutífera. Para viver uma vida espiritual, primeiro devemos ter coragem de entrar no deserto do nosso isolamento e transformá-lo, por meio de esforços subtis e persistentes, num jardim de solidão. Isso exige não só coragem, mas também uma fé sólida. Assim como é difícil acreditar que o árido e desolado deserto pode abrigar infinitas variedades de flores, custa a crer que o nosso isolamento esconde belezas desconhecidas. O movimento do isolamento à solidão, no entanto, é o início de qualquer vida espiritual, pois é o movimento dos sentidos inquietos até ao espírito de em repouso, dos anseios exteriores à busca interior, do apego temoroso ao jogo sem medo.
"(...) My daughter, she has no use for night runners. You know, her first language is not Luo. Not even Swahili. It is english. When I listen to her talk with her friends, it sounds like gibberish to me. They take bits and pieces of everything - English, Swahili, German, Luo. Sometimes, I get fed up with this. Learn to speak one language properly, I tell them." Rukia laughed to herself. "But I am beggining to resign myself - there's nothing really to do. They live in a mixed-up world. It's just as well, I suppose. In the end, I'm less interested in a daughter who's authentically African than one who is authentically herself." It was getting late; we thanked Rukia for her hospitality and went on our way. But her words would stay with me, bringing into focus my own lingering questions.
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